Pilar Hospital : Ortopedia e Tratamento de Lesões em Curitiba

16/11/2023

Especialidades no Pilar Hospital : Ortopedia e Tratamento de Lesões em Curitiba

Se você está em busca de um tratamento ortopédico de qualidade em Curitiba, o Pilar Hospital é o lugar certo. Neste artigo, destacamos os tratamentos ortopédicos disponíveis no Pilar Hospital , com foco em nossa equipe de médicos, prontos para cuidar das suas necessidades de ortopedia e lesões musculoesqueléticas.

Ortopedia de Alto Nível

A ortopedia é uma especialidade médica que desempenha um papel crucial na manutenção da saúde e da funcionalidade do sistema musculoesquelético humano. Este campo da medicina concentra-se no diagnóstico, tratamento e prevenção de uma ampla variedade de condições que afetam os ossos, articulações, ligamentos, tendões e músculos do corpo. No Pilar Hospital, reconhecemos a importância vital da ortopedia e estamos comprometidos em oferecer serviços de alto nível nesta especialidade.

Diagnóstico Preciso

Um aspecto fundamental da ortopedia é o diagnóstico preciso. Nossos médicos ortopedistas possuem um profundo conhecimento da anatomia e funcionamento do sistema musculoesquelético. Eles utilizam uma combinação de técnicas clínicas, exames de imagem e avaliação física minuciosa para identificar a natureza e a extensão das condições ortopédicas de nossos pacientes. Como isso acontece?

Análise Clínica Detalhada

A primeira etapa do diagnóstico ortopédico envolve uma análise clínica detalhada. Nossos médicos realizam uma entrevista minuciosa com o paciente, nos atendimentos ambulatoriais do Pilar Centro Médico explorando os sintomas, a história médica e as circunstâncias que levaram à lesão ou condição ortopédica. Essa abordagem centrada no paciente nos ajuda a entender melhor o quadro clínico.

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Exames de Imagem de Alta Qualidade

Para obter uma visão mais profunda das estruturas musculoesqueléticas, nossos médicos utilizam uma variedade de exames de imagem de alta qualidade, como radiografias, ressonâncias magnéticas (RM) e tomografias computadorizadas (TC), que podem ser realizadas na CEDIP Medicina Diagnóstica em Curitiba e São José dos Pinhais. Essas imagens fornecem uma imagem clara das estruturas ósseas, articulações, ligamentos, tendões e músculos, permitindo uma análise minuciosa e a identificação de possíveis lesões ou anormalidades.

Avaliação Física Especializada

Além de análises clínicas e exames de imagem, a avaliação física especializada desempenha um papel vital. Nossos médicos ortopedistas conduzem avaliações físicas detalhadas para determinar a amplitude de movimento, a estabilidade das articulações e a força muscular. Essas avaliações ajudam a identificar áreas de preocupação e a avaliar a funcionalidade das estruturas musculoesqueléticas.

Tipos de Diagnóstico Ortopédico

Os diagnósticos ortopédicos podem abranger uma ampla gama de condições, desde lesões traumáticas a condições crônicas. Alguns dos diagnósticos mais comuns incluem:

  • Fraturas ósseas;
  • Luxações articulares;
  • Lesões de ligamentos (como o ligamento cruzado anterior);
  • Tendinites e rupturas de tendões;
  • Osteoartrite e outras doenças articulares degenerativas;
  • Lesões de cartilagem;
  • Síndromes de compressão nervosa.

Independentemente do diagnóstico, nossa equipe de médicos ortopedistas está preparada para oferecer tratamento personalizado e eficaz, garantindo que cada paciente receba o cuidado necessário para sua condição específica. No Pilar Hospital, a busca por diagnósticos precisos é o primeiro passo em direção a uma recuperação bem-sucedida e à melhoria da qualidade de vida de nossos pacientes.

Tratamento Multidisciplinar

Cada paciente é único, e é por isso que nossos médicos adotam uma abordagem personalizada para o tratamento ortopédico. Independentemente de se tratar de uma lesão esportiva, osteoartrite, fratura ou qualquer outra condição musculoesquelética, nossos especialistas desenvolvem planos de tratamento sob medida para atender às necessidades específicas de cada indivíduo. Isso pode incluir tratamentos não cirúrgicos, como fisioterapia, medicação e reabilitação, ou procedimentos cirúrgicos avançados quando necessário.

No Pilar Hospital em Curitiba, a ortopedia não é apenas uma especialidade médica isolada, mas parte de uma abordagem multidisciplinar. Nossos médicos ortopedistas trabalham em colaboração com outros profissionais de saúde, como fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e especialistas em dor, para garantir um tratamento completo e abrangente para nossos pacientes. Isso não apenas acelera a recuperação, mas também ajuda a prevenir complicações futuras.

Prevenção e Educação

A ortopedia não se limita apenas ao tratamento de lesões e condições musculoesqueléticas; ela também desempenha um papel fundamental na prevenção de futuros problemas. No Pilar Hospital, nossa equipe médica está comprometida em educar os pacientes sobre práticas saudáveis que podem ajudar a evitar lesões e problemas ortopédicos no futuro, permitindo-lhes desfrutar de uma excelente qualidade de vida a longo prazo.

A Importância da Prevenção

A prevenção ortopédica é fundamental porque muitas lesões e condições musculoesqueléticas podem ser evitadas com medidas adequadas. A compreensão e a adoção de práticas saudáveis podem reduzir o risco de lesões esportivas, osteoartrite, síndromes de compressão nervosa e outros problemas ortopédicos comuns.

Educação em Saúde

Nossos médicos ortopedistas estão empenhados em educar os pacientes sobre os fatores de risco e as melhores práticas para manter a saúde musculoesquelética. Isso inclui orientações sobre:

    • Exercícios Adequados: Recomendamos programas de exercícios personalizados, adaptados às necessidades e ao nível de aptidão de cada paciente. Isso pode ajudar a fortalecer os músculos, melhorar a flexibilidade e prevenir lesões.
    • Postura Correta: Incentivamos uma postura adequada no trabalho, em casa e durante atividades diárias. Uma postura correta pode reduzir o risco de dores nas costas, pescoço e ombros.
    • Medidas de Segurança: Fornecemos orientações sobre medidas de segurança, especialmente para aqueles que praticam esportes ou atividades físicas. O uso de equipamentos de proteção adequados e a adesão a práticas seguras podem minimizar o risco de lesões.
    • Estilo de Vida Saudável: Promovemos um estilo de vida saudável, incluindo uma dieta equilibrada e o controle do peso, que são fatores que podem impactar positivamente a saúde musculoesquelética.

Tratamento de Lesões Esportivas

As lesões esportivas são um aspecto inerente à vida de atletas, independentemente do nível de habilidade ou da paixão pelo esporte. No Pilar Hospital, reconhecemos que essas lesões podem ser mais do que meros contratempos; elas podem impactar profundamente a vida e a carreira dos atletas. Possuímos um profundo entendimento das demandas físicas que os esportes podem impor ao corpo e estamos totalmente preparados para lidar com as necessidades específicas dos atletas em sua busca pela recuperação e pelo aprimoramento de seu desempenho.

Cirurgia Ortopédica de Precisão

Em certos casos, a intervenção cirúrgica ortopédica é necessária para corrigir problemas musculoesqueléticos que não podem ser tratados de forma conservadora. No Pilar Hospital, nossos cirurgiões ortopédicos são verdadeiros mestres da arte da cirurgia de precisão. Eles realizam procedimentos avançados e altamente precisos, buscando restaurar a mobilidade e a qualidade de vida dos pacientes.

Reparo de Ligamentos e Tendões

Lesões nos ligamentos e tendões podem causar dor intensa e limitar significativamente a funcionalidade das articulações afetadas. No Pilar Hospital, nossos cirurgiões ortopédicos são especialistas em reparar essas estruturas fundamentais, utilizando técnicas cirúrgicas avançadas para recuperar a estabilidade das articulações e restaurar a funcionalidade perdida.

A Importância dos Ligamentos e Tendões

Ligamentos e tendões desempenham papéis vitais no sistema musculoesquelético. Os ligamentos são bandas de tecido que conectam os ossos em uma articulação, proporcionando estabilidade e limitando o movimento excessivo. Os tendões, por outro lado, conectam músculos a ossos, permitindo movimentos controlados. Quando essas estruturas são danificadas devido a lesões, esforço excessivo ou degeneração, a funcionalidade da articulação pode ser comprometida.

Nossos cirurgiões ortopédicos utilizam técnicas cirúrgicas avançadas para reparar ligamentos e tendões com precisão excepcional. Isso inclui a reconstrução de ligamentos rompidos ou danificados e a reparação de tendões lesionados. Durante os procedimentos, nossa equipe cirúrgica trabalha com atenção aos detalhes, garantindo que as estruturas sejam restauradas com firmeza e estabilidade.

Artroplastias (Substituição de Articulações)

Quando as articulações são severamente danificadas por condições como a osteoartrite, a artroplastia emerge como uma solução eficaz e transformadora. No Pilar Hospital, nossa equipe de cirurgiões ortopédicos é altamente especializada em procedimentos de substituição de articulações, oferecendo uma abordagem precisa e excepcional para restaurar a mobilidade e a qualidade de vida de nossos pacientes.

Entendendo a Necessidade de Artroplastia

Articulações saudáveis são essenciais para uma vida ativa e indolor. No entanto, quando a cartilagem nas articulações se desgasta, muitas vezes devido ao envelhecimento ou à osteoartrite, a dor crônica e a limitação de movimento podem se tornar incapacitantes. A artroplastia é recomendada quando tratamentos não cirúrgicos não proporcionam mais alívio significativo da dor ou restauração da funcionalidade.

Precisão Excepcional na Substituição de Articulações

Nossos cirurgiões ortopédicos são conhecidos por sua habilidade em procedimentos de substituição de articulações. Realizamos uma variedade de artroplastias, incluindo a substituição de quadril, joelho, ombro e outras articulações importantes do corpo. Cada procedimento é executado com extrema precisão, com foco em restabelecer a amplitude de movimento natural da articulação e minimizar a dor.

Abordagem Personalizada

Entendemos que cada paciente é único, com necessidades específicas e objetivos individuais. Portanto, nossa equipe de cirurgiões ortopédicos adota uma abordagem personalizada para cada artroplastia. Isso significa que consideramos fatores como a idade, o nível de atividade e a saúde geral do paciente ao planejar o procedimento. Nosso objetivo é proporcionar resultados sob medida que atendam às necessidades e expectativas de cada indivíduo.

Recuperação e Reabilitação Aprimoradas

Após a artroplastia, a recuperação é uma parte crucial do processo. Nossos pacientes recebem um plano de reabilitação personalizado, que inclui fisioterapia e acompanhamento próximo para restaurar gradualmente a mobilidade, a força muscular e a estabilidade da articulação substituída. Isso permite que os pacientes retornem a uma vida ativa com confiança.

Retorno a uma Vida Ativa

O objetivo final da artroplastia é proporcionar alívio da dor e restaurar a mobilidade, permitindo que os pacientes desfrutem de uma vida ativa novamente. Com nossos procedimentos de precisão e abordagem centrada no paciente, buscamos não apenas restaurar a funcionalidade, mas também melhorar significativamente a qualidade de vida de nossos pacientes.

Correção de Fraturas Complexas

Fraturas complexas representam desafios únicos e muitas vezes exigem abordagens cirúrgicas especializadas. No Pilar Hospital, nossa equipe de cirurgiões ortopédicos é amplamente experiente na correção de fraturas complexas, empregando técnicas cirúrgicas avançadas e tecnologia de ponta para alinhar e fixar os ossos com precisão. Isso não apenas promove uma recuperação mais rápida, mas também minimiza as complicações.

A Complexidade das Fraturas Complexas

As fraturas complexas são caracterizadas por várias características, como fraturas expostas, fragmentação óssea significativa ou lesões em articulações críticas. Essas fraturas podem resultar de acidentes traumáticos, quedas graves ou lesões esportivas. Devido à sua natureza intricada, a correção requer uma abordagem especializada.

Recuperação e Minimização de Complicações

Após a cirurgia, a recuperação é uma parte crucial do processo. Nossos pacientes recebem cuidados pós-operatórios especializados e um plano de reabilitação personalizado para ajudá-los a recuperar a mobilidade e a força óssea. A minimização de complicações, como infecções ou problemas de alinhamento, é uma prioridade constante durante todo o processo de tratamento.

Restaurando a Integridade Óssea e a Qualidade de Vida

O objetivo final da correção de fraturas complexas é restaurar a integridade óssea e, com isso, a qualidade de vida dos pacientes. Nossos cirurgiões ortopédicos estão dedicados a fornecer tratamento de ponta, garantindo que os ossos se curem adequadamente e que os pacientes possam retornar a uma vida ativa e funcional.

Reabilitação Personalizada

A recuperação após uma lesão ortopédica é um componente essencial para restaurar a mobilidade e a qualidade de vida dos pacientes. No Pilar Hospital, reconhecemos a importância vital desse processo e, como tal, nossa equipe de fisioterapeutas especializados trabalha em estreita colaboração com os pacientes para desenvolver planos de reabilitação personalizados. Nosso compromisso é restaurar a mobilidade e a função de maneira eficaz e segura.

Estabelecimento de Objetivos Claros

No início do processo de reabilitação, trabalhamos em conjunto com os pacientes para estabelecer objetivos claros e mensuráveis. Esses objetivos podem variar, desde recuperar a amplitude de movimento até retornar à prática de esportes ou atividades diárias sem dor. Estabelecer metas claras ajuda a manter o foco e a motivação durante todo o processo de recuperação.

Técnicas de Reabilitação Avançadas

Nossos fisioterapeutas empregam uma variedade de técnicas de reabilitação, incluindo exercícios terapêuticos, alongamento, fortalecimento muscular e mobilizações articulares. Eles utilizam equipamentos e modalidades de última geração para otimizar a eficácia do tratamento. Além disso, oferecemos treinamento sobre a correção da postura e ergonomia, o que é fundamental para prevenir futuras lesões.

Acompanhamento Contínuo e Adaptação

A reabilitação é um processo contínuo, e nossos fisioterapeutas monitoram de perto o progresso de cada paciente. Eles ajustam os planos de reabilitação à medida que os pacientes avançam em direção a seus objetivos. Esse acompanhamento cuidadoso é vital para garantir que a recuperação seja segura e eficaz.

No Pilar Hospital, a reabilitação personalizada é uma parte fundamental de nossa abordagem abrangente para o tratamento ortopédico. Estamos empenhados em ajudar os pacientes a recuperar a mobilidade, a função e a qualidade de vida após uma lesão ou cirurgia ortopédica. Acreditamos que, com o suporte adequado, todos os pacientes têm o potencial de alcançar uma recuperação bem-sucedida.

Nossos especialistas

Os médicos do Pilar Hospital dedicados à ortopedia e tratamento de lesões em Curitiba são profissionais experientes e comprometidos em proporcionar o melhor cuidado possível aos pacientes. Com vasta experiência no campo, eles estão prontos para avaliar, diagnosticar e tratar uma ampla gama de condições musculoesqueléticas, ajudando os pacientes a recuperar a mobilidade e a qualidade de vida. Sua abordagem centrada no paciente garante que cada indivíduo receba atenção personalizada e cuidados compassivos durante todo o processo de tratamento.

Nosso compromisso com a ortopedia e tratamento de lesões em Curitiba é evidente em tudo o que fazemos. O Pilar Hospital coloca o paciente em primeiro lugar, ouvindo atentamente suas preocupações e trabalhando em conjunto para criar planos de tratamento que atendam às suas necessidades individuais.

Se você está enfrentando uma lesão ortopédica ou precisa de orientação médica em Curitiba, confie no Pilar Hospital. Entre em contato conosco hoje mesmo para marcar uma consulta e dar o primeiro passo em direção à sua recuperação ortopédica. Estamos aqui para oferecer o cuidado e a expertise de que você precisa.

 

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03 de junho

Doar sangue: tudo o que você precisa saber para fazer o bem

Uma única doação de sangue pode salvar até quatro vidas. No Brasil, a cada mil habitantes, dezesseis doam sangue. *1Este é um dado positivo, e que segue o padrão sugerido da OMS. Porém, são necessárias campanhas frequentes para que os estoques não diminuam em certos períodos, como feriados. Afinal, as hemácias e plaquetas possuem validade curta (42 e 5 dias, respectivamente). São os bancos de sangue carregados que garantem a segurança de milhares de pessoas, inclusive em emergências. Por isso, criamos um guia simples para quem quer doar sangue: O Guia Definitivo do Doador de Sangue 1. Antes de Doar: informações básicas ● Requisitos Antes de ir ao Hemocentro, é fundamental pesquisar se a doação é viável no seu caso. Existem requisitos mínimos, como idade e peso, que servem para assegurar o bem-estar do doador. Confira a lista de requisitos para a doação de sangue: 16 e 69 anos;Pessoas com 61 anos ou mais só poderão doar se já tiverem doado antes dos 60;Deve pesar mais de 50 kg;Estar em bom estado de saúdeBem alimentado2 horas após o almoço (de preferência, alimentos pouco gordurosos)Ter dormido pelo menos 6 horas na noite passada Em meio à pandemia do coronavírus, houve o aumento da demanda por doações de sangue. Por isso, em decisão histórica, o STF derrubou a emenda que impedia a doação de sangue por pessoas LGTBQ+. *2Agora, ninguém pode ser impedido de fazer uma doação por causa de sua sexualidade. ● Frequência Doar com frequência é o ideal, já que auxilia a manter os bancos de sangue cheios durante o ano inteiro. Porém, para garantir a segurança do doador, existem limites no número e frequência de doações. Confira abaixo: 4 doações anuais para homensIntervalo mínimo de dois meses3 doações anuais para mulheresIntervalo mínimo de três meses O aplicativo Hemoliga ajuda a conectar doadores a centros de coleta de sangue. Através do app, você vê como está o estoque do Hemocentro, qual foi a sua última doação e quando você poderá doar novamente. *3 Também vale lembrar que a doação voluntária de sangue é um direito garantido pela CLT. Ou seja, o empregado pode deixar de comparecer ao trabalho por um dia, a cada 12 meses, para a doação voluntária de sangue. Neste dia, o funcionário não poderá sofrer prejuízo de salário. 2. Sobre a doação de sangue ● Como doar? O jeito mais simples de realizar uma doação de sangue é se dirigindo a um Hemocentro.  Em cidades grandes, ou em época de campanhas, podem existir outras unidades de coleta de sangue. Sempre tenha certeza de que o estabelecimento é dirigido por um profissional responsável. Ao ir ao local, tenha em mãos um documento oficial com foto. Em caso de menores de idade, o responsável deverá assinar um consentimento formal. Durante o cadastro, serão feitas ao voluntário uma série de perguntas. Este questionário determina se há algum impedimento, temporário ou definitivo, para a doação de sangue. É vital que tudo seja respondido com honestidade. Mais adiante, veremos alguns fatores que podem impedir a sua contribuição.  ● Como é o procedimento? Caso esteja tudo certo, você será levado para a sala de doação. Todo o procedimento é feito com material descartável, portanto não há risco de contrair uma doença.  A quantidade de sangue retirada varia, mas tem um máximo de 450ml. Em apenas 24 horas, o seu corpo irá repor todo o sangue doado! O procedimento leva, em média, 40 minutos. 3. Impedimentos temporários e definitivos: quais são? Existem alguns fatores que podem alterar a qualidade do sangue. Logo, é preciso esperar algum tempo para realizar uma contribuição. Em outros casos, há impedimentos que proíbem definitivamente a doação de sangue. Entenda alguns exemplos dessas duas categorias: ● Impedimentos temporários: Gripes, febres, resfriados ou diarreia: aguardar 7 dias depois de passar os sintomasEstar em gestaçãoPós-gravidez:Estar em amamentação;90 dias após parto normal;180 dias após cesariana;Ingestão de bebida alcoólica: esperar 12 horas;Fumantes: evitar fumar pelo menos 2 horas antes do procedimento;Tatuagem ou piercing: esperar 1 ano;Extração dentária: esperar 72 horas;Diversas cirurgias, redução de traumas e politraumatismos: esperar 6 meses;Transfusão de sangue: esperar 1 ano;Vacinação: o tempo de espera varia de acordo com cada vacina. A vacina da Hepatite B, por exemplo, exige espera de 48 horas;Risco de exposição a uma infecção sexualmente transmissível: esperar 1 ano;O uso de alguns medicamentos, como antibióticos, impede temporariamente a doação por pelo menos 15 dias;Ter viajado para estados ou países com alta incidência de malária ou febre amarela. ● Impedimentos permanentes: Hepatite após os 11 anos de idade;Evidência clínica ou laboratorial de alguma doença transmissível pelo sangue;Uso de drogas ilícitas injetáveis;Ter contraído malária;Quem teve câncer, inclusive leucemia e linfoma. 4. Cuidados pós-doação Como você já viu, seu sangue será reposto naturalmente em 24 horas. Enquanto isso, a perda temporária de sangue pode afetar levemente o resto do seu dia. É preciso tomar alguns cuidados, e ficar de olho nas reações do seu corpo.A seguir, confira as principais recomendações: ● Permanecer sentado por, no mínimo, 15 minutos; ● Comer e beber o lanche oferecido na unidade de coleta de sangue; ● Evitar esforços físicos por 12 horas; ● Aumentar a ingestão de água; ● Não fumar por 12 horas; ● Evitar álcool por 12 horas; ● Manter o curativo por, pelo menos, 4 horas; ● Não dirigir veículos de grande porte; ● Não trabalhar em andaimes; ● Não praticar paraquedismo ou mergulho; Se você tiver alguma reação negativa, como febre ou diarreia, em até 7 dias após a doação, comunique seu Hemocentro. A doação de sangue é um procedimento simples e rápido. Na unidade de coleta mais próxima de você, estão profissionais de saúde solidários. Eles estão prontos para te ajudar a passar por essa ação voluntária e bondosa. Faça você também esse ato de compaixão.

25 de abril

Hipertensão Arterial

[vc_row][vc_column][vc_single_image image="808" img_size="full"][bsf-info-box icon="Defaults-question" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="O que é?" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"]A hipertensão arterial, popularmente conhecida como pressão alta, é uma doença que afeta a circulação do sangue e pode gerar danos ao sistema cardiovascular. O estreitamento das artérias obriga o coração a bombear o sangue com mais força, dilatando o coração e danificando as artérias com o tempo. Pessoas hipertensas dificilmente apresentam sintomas antes que a doença atinja um estado avançado, por isso é importante ficar alerta para sinais como dores de cabeça e no peito, tonturas e outros desconfortos que aconteçam com frequência.[/bsf-info-box][bsf-info-box icon="Defaults-medkit" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Tratamento e prevenção" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"]De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba, uma pessoa é considerada portadora de hipertensão quando, medindo a pressão arterial em repouso, apresenta valores iguais ou acima de 140 X 90 (mmHg). Nos casos de hipertensão leve, é realizado um tratamento não medicamentoso através da mudança de hábitos alimentares e da prática regular de exercícios físicos visando diminuir a pressão arterial, reduzindo assim os riscos de doenças cardiovasculares e colaborando no aumento da expectativa de vida dos pacientes. Prevenir a hipertensão requer alguns cuidados diários com o corpo e a mente. Obesidade, ingestão excessiva de sal, estresse, ansiedade, sedentarismo, fumo e consumo excessivo de doces e gorduras são fatores que favorecem o aumento da pressão. Pessoas acima de 60 anos tem maior risco de desenvolver a doença. É possível controlar a hipertensão arterial, mas o paciente deve se comprometer a tomar os remédios corretamente e a mudar seus hábitos de vida. Quando não tratada, a pressão alta aumenta os riscos de doenças do coração e das artérias sanguíneas, podendo afetar o cérebro e os rins. Segundo dados da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba, a doença é a segunda causa de internamento hospitalar e a primeira causa de morte por enfermidades cardiovasculares na cidade.[/bsf-info-box][vc_column_text] Fontes: Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde e Secretaria Municipal da Saúde do Paraná [/vc_column_text][vc_single_image image="807" img_size="full"][/vc_column][/vc_row]

08 de março

O que é e como funciona a Ressonância Magnética?

Dentre os exames de imagem, o de Ressonância Magnética certamente é um dos mais comuns. Além de ser não invasivo e indolor, apresenta a vantagem de não utilizar radiação. Logo, a garantia de segurança e conforto faz que o procedimento seja recomendado por médicos de todas as áreas. A Ressonância Magnética gera imagens de alta qualidade dos tecidos de nosso corpo. Ela é um método recomendado para investigar as estruturas dos órgãos, diagnosticando diversos problemas. Neste artigo, entenda sobre o funcionamento da Ressonância Magnética. Do exame até o resultado, a CEDIP está com você em todos os passos: Como funciona a Ressonância Magnética? A máquina do exame assemelha-se a um grande tubo com uma entrada, pela qual o paciente fica deitado, ao meio. O tamanho do equipamento pode assustar, porém todo processo é simples. Para a realização, o paciente permanece parado em uma maca móvel. Enquanto isso, o aparelho capta as imagens de acordo com a parte do corpo a ser diagnosticada. Dependendo da complexidade do diagnóstico, a duração pode ir de 15 minutos até 1 hora. Durante este período, é importante que o paciente não se mova. Qualquer mudança de posição, mesmo que mínima, pode afetar a qualidade das imagens geradas. Para pessoas com dificuldade em permanecerem paradas em locais pequenos, como crianças e claustrofóbicos, é possível utilizar sedação para confortar o paciente. Ao lado da sala de exame, há uma equipe técnica supervisionando cada momento. Através de um microfone, são passadas instruções e informações úteis sempre que necessário. O equipamento de Ressonância Magnética funciona através da criação de campos magnéticos e pulsos de radiofrequência. Na máquina, há um grande ímã que, ao interagir com nossas moléculas, cria imagens de alta definição dos órgãos e outros tecidos. O formato cilíndrico do equipamento permite imagens em mais de um ângulo. O exame pode ser realizado no plano vertical, horizontal ou com a porção investigada em “camadas.” Pelo magnetismo gerado, não são permitidos objetos metálicos na sala durante o procedimento. É por isso que pessoas com marca-passo, implantes ou pinos metálicos não podem realizar a Ressonância Magnética. Em certos casos, para otimizar a identificação e diagnóstico, é recomendado o uso de contraste. A substância mais comum é o gadolínio, por possuir baixa probabilidade de efeitos colaterais. Para tirar mais dúvidas sobre o que acontece durante uma Ressonância Magnética, confira nosso blog! Para que o exame de Ressonância Magnética é indicado? A Ressonância Magnética é altamente requisitada por investigar diversas partes do corpo. Além disso, gera imagens em mais de um plano e sem expor o paciente à radiação. Logo, pode ser usada para auxiliar no diagnóstico das mais diversas patologias. Alguns usos comuns para o exame são: Identificar a extensão de doenças neurológicas através da observação do Sistema Nervoso;Estudar a pressão sanguínea no cérebro, podendo prevenir AVCs;Diagnosticar e observar a particularidade de lesões osteomusculares e nos ligamentos;Buscar por cistos;Descobrir a presença de tumores ou massas estranhas;Diagnosticar hérnias de disco;Identificar alterações nos vasos sanguíneos, como coágulos e aneurismas. A Ressonância Magnética também pode ser usada para identificar problemas de ATM, que afetam até 6 em cada 10 pessoas. Entenda mais clicando aqui. Como se preparar para realizar a Ressonância Magnética? No geral, não há nenhuma preparação para a realização do exame. É indicado que sejam seguidas as instruções enviadas pelo laboratório ou clínica no ato da marcação do procedimento. Existem algumas dicas que irão aumentar o seu conforto antes e durante a Ressonância Magnética. Confira a seguir: Não use maquiagem no dia do exame. Alguns produtos utilizam metais em sua composição;Caso você possua alguma tatuagem, converse com a equipe do laboratório ou clínica. Algumas tintas para tattoos possuem metal, e podem levar anos para sair da corrente sanguínea;Evite levar óculos, brincos, colares e outros acessórios metálicos. Caso algum objeto for necessário, certifique-se de levar algo para guardar e evitar perdas;Recomenda-se ir ao banheiro antes do exame, assim não será necessário interromper o processo;Não é necessário interromper o uso de nenhuma medicação para realizar a Ressonância Magnética. Ao marcar o exame, certifique-se de buscar uma clínica ou laboratório de excelência. Assim, você tem a certeza de ser recebido por uma equipe pronta para tirar suas dúvidas e trazer segurança. Marque agora sua Ressonância Magnética com a CEDIP, e garanta seu bem-estar!

29 de junho

Paralisia de Bell

[vc_row][vc_column][vc_single_image image="16910" img_size="full"][vc_column_text] A paralisia facial periférica (PFP), também conhecida como paralisia de Bell, é uma disfunção parcial ou total do nervo facial, de surgimento repentino e que causa enfraquecimento, alteração na mobilidade e na sensibilidade dos músculos de um dos lados do rosto. O acometimento é identificado pelo paciente ao observar a assimetria facial e a dificuldade ou lentidão em realizar movimentos simples, como piscar os olhos, franzir a testa, manter o ar dentro da boca ao inflar as bochechas, erguer as sobrancelhas e sorrir. É possível que haja também mudança no paladar, diminuição na quantidade de salivação e lacrimejamento, além da presença de dor dentro ou em torno do ouvido. Mas existem ainda outros vários sintomas que podem indicar a paralisia de Bell. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column css=".vc_custom_1521819339766{margin-top: -20px !important;}"][vc_custom_heading text="Fatores de risco" font_container="tag:h2|font_size:24|text_align:left|color:%2300599b" use_theme_fonts="yes"][vc_empty_space height="10px"][vc_column_text css=".vc_custom_1530215898856{margin-top: -10px !important;}"]A PFP pode atingir homens e mulheres em qualquer momento da vida, mas é considerada mais frequente depois dos 40 anos de idade e pouco comum na infância e adolescência. Além disso, a predisposição genética é preponderante como fator de risco, bem como a presença de diabetes, HIV e otite. Assim, a paralisia pode ter certa relação com infecções causadas por bactérias ou vírus que atingem o nervo facial. Traumas ou fraturas recentes no crânio, fadiga, estresse, tumores e mudanças bruscas de temperatura também podem contribuir para o surgimento da paralisia. Grávidas no terceiro trimestre da gestação também estão mais sujeitas a serem atingidas.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text="Diagnóstico" font_container="tag:h2|font_size:24|text_align:left|color:%2300599b" use_theme_fonts="yes"][vc_column_text]Para se chegar ao diagnóstico da paralisia de Bell é necessário que sejam realizados exames clínicos e neurológicos, começando com o processo de exclusão. Ou seja, antes de qualquer coisa, é fundamental que se avalie as possibilidades de outras doenças para que a detecção seja precisa. Inicialmente, portanto, o médico faz uma série de perguntas ao paciente para entender todos os sintomas e a progressão deles, além de obter mais informações sobre histórico de doenças do paciente e da família. Em seguida, o exame físico vai ajudar na compreensão mais detalhada do acometimento e a distinguir se a paralisia é central ou periférica. A ressonância magnética, a eletroneuromiografia e a tomografia computadorizada podem ser indicadas para a identificação correta do local atingido. Todo esse processo de verificação é importante, pois a causa mais comum da paralisia de Bell é idiopática (desconhecida), mas também podem ter origem hereditária, vascular, inflamatória, psicossomática e imunomediada e, para cada origem, o tratamento se diferencia.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text="Tratamento" font_container="tag:h2|font_size:24|text_align:left|color:%2300599b" use_theme_fonts="yes"][vc_column_text]Não há um procedimento padrão para o tratamento da paralisia de Bell, já que ele vai depender do tipo, dos sintomas e da extensão do dano sofrido pelo nervo facial. É possível que seja necessário o uso de medicamentos, fisioterapia e fonoaudiologia. Na maioria dos casos os pacientes se recuperam sem tratamento, mas podem apresentar algumas sequelas e, por isso, o diagnóstico e acompanhamento são importantes para tratamento durante e depois da presença da doença, se necessário.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Fontes: Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, Fundação Otorrinolaringologia e Descritores em Ciências da Saúde (biblioteca virtual em saúde).[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

23 de julho

Osteoporose

[vc_row][vc_column][vc_single_image image="803" img_size="full"][vc_column_text]A Osteoporose é uma doença que atinge os ossos do corpo humano, aumentando as chances da pessoa sofrer fraturas. Atualmente, 10 milhões de brasileiros convivem com a doença e, a cada ano, cerca de 2,4 milhões de fraturas ocorrem por motivo da descalcificação óssea. A boa notícia é que a Osteoporose pode ser prevenida, diagnosticada e tratada. Confira mais informações abaixo:[/vc_column_text][bsf-info-box icon="Defaults-question" icon_size="32" icon_color="#12a39e" title="O que é?" title_font_color="#12a39e"][/bsf-info-box][vc_column_text]A Osteoporose se caracteriza pela diminuição da massa óssea, o que faz com que os ossos fiquem fracos, sensíveis e mais suscetíveis a quedas e fraturas. Os locais mais atingidos pela doença costumam ser os ossos da coluna, do quadril, da perna e do punho.[/vc_column_text][bsf-info-box icon="Defaults-exclamation-triangle warning" icon_size="32" icon_color="#12a39e" title="Fatores de Risco" title_font_color="#12a39e"][/bsf-info-box][vc_column_text]Os grupos com maior probabilidade de desenvolver esse problema são: mulheres após a menopausa, por motivo da diminuição dos níveis de estrogênio, hormônio fundamental para manter o equilíbrio da massa óssea; homens com mais de 70 anos, pelo fato do envelhecimento acentuar a perda de massa óssea. Outros fatores também precisam ser levados em conta:hereditariedade, dieta pobre em cálcio, excesso de fumo e álcool, imobilização prolongada ou falta de exercícios, medicamentos (tratamentos de longa duração com alguns medicamentos, como corticóides e outros).[/vc_column_text][bsf-info-box icon="Defaults-check" icon_size="32" icon_color="#12a39e" title="Prevenção" title_font_color="#12a39e"][/bsf-info-box][vc_column_text]Algumas medidas evitam que a doença se torne um problema no futuro: praticar exercícios indicados para o fortalecimento dos ossos (como alongamento, caminhada, entre outros), inserir alimentos ricos em cálcio na dieta, evitar quedas, parar de fumar, cuidar com a ingestão de álcool em excesso, não abusar do café e do sal na alimentação.[/vc_column_text][bsf-info-box icon="Defaults-exclamation-triangle warning" icon_size="32" icon_color="#12a39e" title="Sintomas" title_font_color="#12a39e"][/bsf-info-box][vc_column_text]Por ser uma doença silenciosa, a Osteoporose raramente apresenta sintomas antes que um acidente aconteça.[/vc_column_text][bsf-info-box icon="Defaults-medkit" icon_size="32" icon_color="#12a39e" title="Diagnóstico" title_font_color="#12a39e"][/bsf-info-box][vc_column_text]Para que situações assim não aconteçam, é necessário fazer exames preventivos regulares para que o diagnóstico aconteça antes que o problema se agrave. A Densitometria Óssea  é o exame mais adequado para o diagnóstico precoce da Osteoporose, possibilitando descobrir o estágio da doença, além de ser o melhor método para acompanhar o tratamento. Segundo posições Oficiais da Sociedade Brasileira de Densitometria Clínica (SBDens), as Indicações para Avaliação da Densidade Mineral Óssea são:[/vc_column_text][bsf-info-box icon="Defaults-chevron-right" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Mulheres com idade ≥ a 65 anos e homens com idade ≥ a 70 anos;" title_font_color="#5b8ba9" css_info_box=".vc_custom_1486652111894{margin-top: -10px !important;}"][/bsf-info-box][bsf-info-box icon="Defaults-chevron-right" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Mulheres acima de 40 anos, na transição menopausal (1-2) e homens acima de 50 anos de idade, com fatores de risco;" title_font_color="#5b8ba9" css_info_box=".vc_custom_1486652117550{margin-top: -20px !important;}"][/bsf-info-box][bsf-info-box icon="Defaults-chevron-right" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Adultos com antecedente de fratura por fragilidade, condição clínica ou uso de medicamentos associados à baixa massa óssea ou perda óssea;" title_font_color="#5b8ba9" css_info_box=".vc_custom_1486652122684{margin-top: -20px !important;}"][/bsf-info-box][bsf-info-box icon="Defaults-chevron-right" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Indivíduos para os quais são consideradas intervenções farmacológicas para osteoporose;" title_font_color="#5b8ba9" css_info_box=".vc_custom_1486652128822{margin-top: -20px !important;}"][/bsf-info-box][bsf-info-box icon="Defaults-chevron-right" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Indivíduos em tratamento para osteoporose, para monitoramento de sua eficácia;" title_font_color="#5b8ba9" css_info_box=".vc_custom_1486652134945{margin-top: -20px !important;}"][/bsf-info-box][bsf-info-box icon="Defaults-chevron-right" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Indivíduos que não estejam sob tratamento, porém nos quais a identificação de perda de massa óssea possa determinar a indicação do tratamento;" title_font_color="#5b8ba9" css_info_box=".vc_custom_1486652140944{margin-top: -20px !important;}"][/bsf-info-box][bsf-info-box icon="Defaults-chevron-right" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Mulheres interrompendo terapia hormonal (TH)." title_font_color="#5b8ba9" css_info_box=".vc_custom_1486652147343{margin-top: -20px !important;}"][/bsf-info-box][vc_column_text]A CEDIP realiza a Densitometria Óssea por Dexa, considerada Padrão Ouro para a avaliação da composição corporal. Com o pedido do exame em mãos, feito por um médico especialista, agende seu exame aqui.[/vc_column_text][vc_column_text] Fontes: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Sociedade Brasileira de Reumatologia e Associação Nacional contra a Osteoporose.  [/vc_column_text][vc_single_image image="802" img_size="full" alignment="center"][/vc_column][/vc_row]

29 de outubro

Importância da visita anual ao ginecologista

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha e encomendada pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), 20% das mulheres com mais de 16 anos não tem o costume de se consultar com um ginecologista anualmente. Talvez o principal motivo para esse resultado seja a crença de que, se não há sintomas, não há com o que se preocupar. Porém, essa constatação torna os dados ainda mais preocupantes, já que o caráter dessa consulta é justamente preventivo, pois muitas doenças que afetam o sistema reprodutor feminino demoram para apresentar sinais. Qual é a importância da consulta anual com o ginecologista? O ginecologista é o profissional que cuida do sistema reprodutor feminino, garantindo a saúde, o bem-estar e a qualidade de vida da paciente. O ideal é que a primeira consulta com esse profissional ocorra durante a puberdade, especialmente após a primeira menstruação. Dessa forma, o profissional de saúde pode explicar o que é a menstruação, orientar a jovem com relação ao início da vida sexual, tratar sobre a prevenção à gravidez não planejada, falar sobre as formas de evitar doenças sexualmente transmissíveis e tirar qualquer dúvida que possa surgir durante a conversa. Mas é claro que não é somente nessa fase que esse médico é importante. Na verdade, o ginecologista orienta a mulher durante todas as fases da sua vida, desde a primeira menstruação até depois da menopausa. Ele é o responsável por diagnosticar precocemente doenças como o câncer de colo de útero, o câncer de mama e a endometriose. Lembrando que, quanto antes elas forem detectadas, mais eficazes e menos invasivos são os tratamentos. Mas, mais do que isso, o ginecologista ainda identifica qualquer problema ligado à sexualidade que a mulher possa ter, garantindo que a sua vida sexual seja saudável e prazerosa. Principais dúvidas que podem ser tratadas durante a consulta Higiene íntima Nem sempre as mulheres recebem orientação com relação à higienização da região íntima. Porém, saber cuidar bem da vagina e vulva é a melhor forma de evitar infecções e outros problemas. Sendo assim, você pode perguntar para o seu ginecologista quais produtos utilizar durante o banho, como lavar as peças íntimas e quais os principais cuidados que você deve ter. Anatomia e outras questões Você sabia que muitas mulheres não sabem a diferença entre vulva (região externa do aparelho reprodutor) e vagina (parte interna)? A falta de informação é uma das razões para a sexualidade feminina, assim como a menstruação, serem tabus. Por isso, é fundamental tirar todas as suas dúvidas sobre menstruação, TPM (tensão pré-menstrual), cólica, duração dos ciclos, corrimentos e menopausa. Lembre-se que a melhor forma de cuidar do seu corpo é conhecendo ele. Fertilidade Preferencialmente, as mulheres que desejam ter o primeiro filho ou já têm mais de trinta anos e querem engravidar novamente devem abordar esse assunto durante a primeira consulta e não no retorno. Dessa forma, o ginecologista já pode solicitar o exame de sangue e qualquer outra análise para verificar se está tudo bem com os órgãos reprodutivos. Aproveite para perguntar sobre os principais cuidados para quem está tentando engravidar e se há dicas para que a gestação seja o mais saudável possível. Sexo seguro Esse tópico envolve principalmente dois assuntos: métodos contraceptivos e doenças sexualmente transmissíveis (DST’s). Primeiramente, verifique com o seu médico se você deve começar a usar algum método contraceptivo e qual é o mais indicado para o seu caso. Pergunte sobre as reações normais, os efeitos colaterais e tire qualquer outra dúvida que possa surgir. Se já utiliza algum deles, também informe o profissional caso sinta algum sintoma anormal. Já, quando o assunto são as DST’s, não tenha medo de conversar sobre o tema para entender melhor as doenças, os exames que as detectam e as melhores formas de se prevenir. Lembre-se que o profissional não vai julgar sua vida sexual. Pelo contrário, ele vai fazer de tudo para que ela seja saudável e segura. Quais exames devem ser realizados anualmente? Não é apenas a consulta com o ginecologista que é indicada uma vez por ano. Alguns exames também devem ser realizados com a mesma frequência, com o objetivo de detectar doenças precocemente. Confira a seguir quais são eles e aproveite para agendar o seu exame aqui. Toque nas mamas: esse exame clínico é realizado durante a consulta com o ginecologista para verificar se existem caroços nos seios e nas axilas, já que esse é o principal sintoma do câncer de mama.Papanicolau: também chamado de preventivo, esse exame é feito em mulheres que já tiveram a primeira relação sexual, para detectar a presença do HPV (Papiloma Vírus Humano). Essa é a principal causa do câncer de colo de útero.Ultrassom pélvico ou transvaginal: dependendo do caso, esse exame pode ser solicitado pelo ginecologista para avaliar a presença de cistos, miomas, tumores, entre outros problemas.Outros: exames, como o de sangue, podem ser solicitados para verificar o colesterol, triglicérides, glicemia e para fazer uma avaliação hormonal completa. Além dos exames citados acima, existe outro que é fundamental para garantir a saúde da mulher, especialmente após os 40 anos: a mamografia. Essa é a análise clínica mais recomendada pelo Ministério da Saúde para detectar o câncer de mama. Clique aqui para descobrir para quem a mamografia é indicada e com qual frequência ela deve ser realizada.

11 de novembro

Novembro Azul: a importância da conscientização

O câncer de próstata é o segundo tipo mais comum da doença entre os homens. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), um homem morre a cada 38 minutos devido à doença. Isso é muita coisa, tendo em vista que as chances de cura podem chegar a 90% por meio do diagnóstico precoce. Mas por que um número tão grande, se as chances de cura em estágios iniciais são tão altas? A resposta é: no Brasil, cerca de 40% dos homens até 39 anos e 20% com mais de 40 anos só vão ao médico quando se sentem mal. Somado a isso, há o tabu dos exames preventivos do câncer de próstata, o famoso exame do toque, temido e debochado por grande parte do público masculino. A partir dessa realidade, foi criada a campanha Novembro Azul, com o objetivo de conscientizar os homens sobre a importância do diagnóstico precoce e incentivar para que cuidem mais da própria saúde. O câncer e os exames preventivos A próstata é uma glândula do sistema reprodutor masculino localizada abaixo da bexiga que tem, junto com as vesículas seminais, a função de produzir o esperma. O câncer de próstata, na sua forma habitual, só apresenta sintomas em fases avançadas, quando as chances de cura diminuem de forma drástica. Assim salienta-se a necessidade do diagnóstico precoce e, para fazê-lo, são necessários dois exames principais: o toque retal (indispensável para o diagnóstico) e o exame de sangue PSA (antígeno prostático específico, que serve de complemento para o toque retal). É sempre importante frisar que o exame PSA sozinho não tem precisão suficiente para fazer o diagnóstico e, caso seja detectada alguma alteração na glândula, outros exames podem ser solicitados pelo médico, como biópsias, que retiram fragmentos da próstata para análise, guiadas pelo ultrassom transretal. O cirurgião oncológico do Pilar Hospital, Bruno Azevedo (CRM/PR 20472 / RQE 1012), alerta que, “apesar de atingir principalmente os idosos – representando, de acordo com o INCA , 75% dos casos –, a doença pode acometer os mais jovens”. Assim, a indicação dos especialistas é que os exames preventivos sejam feitos anualmente a partir dos 45 anos (caso haja casos da doença na família) ou a partir dos 50 anos (se não houver histórico familiar). Não há forma exata de prevenir o câncer de próstata, pois o maior risco é genético. Porém, buscar uma boa qualidade de vida é sempre um bom caminho para a saúde como um todo. “Deve-se manter os exames de rotina atualizados e, na dúvida, consultar o especialista de confiança. Essa é a principal recomendação”, conclui o cirurgião oncológico. Pilar Hospital Com boa infraestrutura e equipamentos modernos e de ponta, o Pilar Hospital possui uma equipe multidisciplinar completa formada por urologistas, radioterapeutas, oncologistas clínicos e oncologistas cirurgiões, além de outros profissionais. Tudo para proporcionar um atendimento excepcional e humanizado, com ênfase nas necessidades individuais de cada paciente. O hospital conta com um moderno parque tecnológico com equipamentos como o Robô Da Vinci, que possibilita mais precisão e menor tempo de recuperação ao paciente no caso da cirurgia para tratamento do câncer de próstata, além de uma Unidade de Atendimento 24 Horas, um Centro Médico para consultas e UTI humanizada. O Pilar Hospital é situado no bairro Bom Retiro, em Curitiba, e é referência em procedimentos de alta complexidade.

23 de fevereiro

Exames de rotina para mulheres

[vc_row][vc_column][vc_single_image image="727" img_size="full"][vc_column_text]Com saúde não se brinca! Por isso, a prevenção é a melhor forma de evitar certos problemas que podem atrapalhar – e muito! – a vida da mulher. Em uma consulta com seu ginecologista, alguns exames de rotina podem ser solicitados. Saiba quais são os exames de rotina para mulheres, para que servem, a quem são recomendados, com qual frequência e quais são as situações de risco:[/vc_column_text][ultimate_exp_section title="EXAME PÉLVICO E DAS MAMAS" text_color="#4585b4" background_color="rgba(232,232,232,0.27)" cnt_bg_color="#ffffff"][bsf-info-box icon_size="32" title="O que é?" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Observação visual do colo do útero, com toque e apalpação dos órgãos reprodutivos e dos seios. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Para que serve:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Verificar a presença de corrimentos anormais e infecções ou doenças na região do colo do útero; presença de nódulos e outras irregularidades nos ovários, trompas e nas mamas. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quem deve fazer:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Todas as mulheres acima de 20 anos que possuam vida sexual ativa. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quando:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Anualmente, fora de situações de risco. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Situações de risco:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Início precoce da atividade sexual, gravidez antes dos 18 anos, mais de quatro gestações, multiplicidade de parceiros, história de doença venérea, higiene vaginal precária. [/bsf-info-box][/ultimate_exp_section][ultimate_exp_section title="MAMOGRAFIA" text_color="#4585b4" background_color="#ffffff" cnt_bg_color="#ffffff" title_margin="margin-top:-35px;"][bsf-info-box icon_size="32" title="O que é?" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Investigação radiológica das mamas. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Para que serve:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Detectar microcalcificações e outros sinais do câncer de mama. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quem deve fazer:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Todas as mulheres acima de 30 anos. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quando:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Depois da primeira, a cada três anos fora de situações de risco; do contrário, anualmente. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Situações de risco:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Mulheres com história familiar de câncer, que menstruaram cedo, sem filhos ou que engravidaram após os 30 anos. [/bsf-info-box][/ultimate_exp_section][ultimate_exp_section title="PAPANICOLAU (ÚTERO)" text_color="#4585b4" background_color="rgba(232,232,232,0.27)" cnt_bg_color="#ffffff" title_margin="margin-top:-35px;"][bsf-info-box icon_size="32" title="O que é?" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Análise de células retiradas do colo do útero. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Para que serve:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Detectar o câncer de colo de útero. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quem deve fazer:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Todas as mulheres acima de 20 anos que possuam vida sexual ativa. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quando:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Anualmente, no início, durante três anos consecutivos. Diante da ausência de irregularidades, depois disso, a critério médico. [/bsf-info-box][/ultimate_exp_section][ultimate_exp_section title="COLPOSCOPIA (ÚTERO)" text_color="#4585b4" background_color="#ffffff" cnt_bg_color="#ffffff" title_margin="margin-top:-35px;"][bsf-info-box icon_size="32" title="O que é?" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Observação visual do colo do útero ampliada com o auxílio de fonte de luz e lupa. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Para que serve:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Detectar a presença de infecções, irregularidades ou sinais de doenças. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quem deve fazer:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Todas as mulheres acima de 20 anos que possuam vida sexual ativa. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quando:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Anualmente, no início, durante três anos consecutivos. Diante da ausência de irregularidades, depois disso, a critério médico. [/bsf-info-box][/ultimate_exp_section][ultimate_exp_section title="COLESTEROL E TRIGLICÉRIDES" text_color="#4585b4" background_color="rgba(232,232,232,0.27)" cnt_bg_color="#ffffff" title_margin="margin-top:-35px;"][bsf-info-box icon_size="32" title="O que é?" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Análise laboratorial do sangue. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Para que serve:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Prevenir doenças cardiovasculares. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quem deve fazer:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Todas as mulheres acima de 35 anos. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quando:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] A critério médico. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Situações de risco:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Mulheres fumantes, hipertensas, com história familiar de colesterol elevado ou com obesidade. [/bsf-info-box][/ultimate_exp_section][ultimate_exp_section title="GLICEMIA DE JEJUM" text_color="#4585b4" background_color="#ffffff" cnt_bg_color="#ffffff" title_margin="margin-top:-35px;"][bsf-info-box icon_size="32" title="O que é?" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Análise laboratorial do sangue. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Para que serve:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Prevenir o diabetes. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quem deve fazer:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Todas as mulheres acima de 35 anos. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quando:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] A critério médico. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Situações de risco:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Mulheres com suspeita de distúrbio associados à produção de insulina. [/bsf-info-box][/ultimate_exp_section][ultimate_exp_section title="ELETROCARDIOGRAMA EM REPOUSO" text_color="#4585b4" background_color="rgba(232,232,232,0.27)" cnt_bg_color="#ffffff" title_margin="margin-top:-35px;"][bsf-info-box icon_size="32" title="O que é?" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Observação da frequência cardíaca em descanso. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Para que serve:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Detectar problemas com o batimento cardíaco. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quem deve fazer:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Todas as mulheres acima de 35 anos. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quando:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] A critério médico. [/bsf-info-box][/ultimate_exp_section][ultimate_exp_section title="ELETROCARDIOGRAMA DE ESFORÇO" text_color="#4585b4" background_color="#ffffff" cnt_bg_color="#ffffff" title_margin="margin-top:-35px;"][bsf-info-box icon_size="32" title="O que é?" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Observação da frequência cardíaca em movimento acelerado. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Para que serve:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Medir o potencial adequado de esforço físico. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quem deve fazer:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Mulheres de mais de 35 anos, sedentárias, em início de condicionamento físico. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quando:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] A critério médico. [/bsf-info-box][/ultimate_exp_section][vc_column_text] Fonte: Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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