Pilar Hospital : Ortopedia e Tratamento de Lesões em Curitiba

16/11/2023

Especialidades no Pilar Hospital : Ortopedia e Tratamento de Lesões em Curitiba

Se você está em busca de um tratamento ortopédico de qualidade em Curitiba, o Pilar Hospital é o lugar certo. Neste artigo, destacamos os tratamentos ortopédicos disponíveis no Pilar Hospital , com foco em nossa equipe de médicos, prontos para cuidar das suas necessidades de ortopedia e lesões musculoesqueléticas.

Ortopedia de Alto Nível

A ortopedia é uma especialidade médica que desempenha um papel crucial na manutenção da saúde e da funcionalidade do sistema musculoesquelético humano. Este campo da medicina concentra-se no diagnóstico, tratamento e prevenção de uma ampla variedade de condições que afetam os ossos, articulações, ligamentos, tendões e músculos do corpo. No Pilar Hospital, reconhecemos a importância vital da ortopedia e estamos comprometidos em oferecer serviços de alto nível nesta especialidade.

Diagnóstico Preciso

Um aspecto fundamental da ortopedia é o diagnóstico preciso. Nossos médicos ortopedistas possuem um profundo conhecimento da anatomia e funcionamento do sistema musculoesquelético. Eles utilizam uma combinação de técnicas clínicas, exames de imagem e avaliação física minuciosa para identificar a natureza e a extensão das condições ortopédicas de nossos pacientes. Como isso acontece?

Análise Clínica Detalhada

A primeira etapa do diagnóstico ortopédico envolve uma análise clínica detalhada. Nossos médicos realizam uma entrevista minuciosa com o paciente, nos atendimentos ambulatoriais do Pilar Centro Médico explorando os sintomas, a história médica e as circunstâncias que levaram à lesão ou condição ortopédica. Essa abordagem centrada no paciente nos ajuda a entender melhor o quadro clínico.

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Exames de Imagem de Alta Qualidade

Para obter uma visão mais profunda das estruturas musculoesqueléticas, nossos médicos utilizam uma variedade de exames de imagem de alta qualidade, como radiografias, ressonâncias magnéticas (RM) e tomografias computadorizadas (TC), que podem ser realizadas na CEDIP Medicina Diagnóstica em Curitiba e São José dos Pinhais. Essas imagens fornecem uma imagem clara das estruturas ósseas, articulações, ligamentos, tendões e músculos, permitindo uma análise minuciosa e a identificação de possíveis lesões ou anormalidades.

Avaliação Física Especializada

Além de análises clínicas e exames de imagem, a avaliação física especializada desempenha um papel vital. Nossos médicos ortopedistas conduzem avaliações físicas detalhadas para determinar a amplitude de movimento, a estabilidade das articulações e a força muscular. Essas avaliações ajudam a identificar áreas de preocupação e a avaliar a funcionalidade das estruturas musculoesqueléticas.

Tipos de Diagnóstico Ortopédico

Os diagnósticos ortopédicos podem abranger uma ampla gama de condições, desde lesões traumáticas a condições crônicas. Alguns dos diagnósticos mais comuns incluem:

  • Fraturas ósseas;
  • Luxações articulares;
  • Lesões de ligamentos (como o ligamento cruzado anterior);
  • Tendinites e rupturas de tendões;
  • Osteoartrite e outras doenças articulares degenerativas;
  • Lesões de cartilagem;
  • Síndromes de compressão nervosa.

Independentemente do diagnóstico, nossa equipe de médicos ortopedistas está preparada para oferecer tratamento personalizado e eficaz, garantindo que cada paciente receba o cuidado necessário para sua condição específica. No Pilar Hospital, a busca por diagnósticos precisos é o primeiro passo em direção a uma recuperação bem-sucedida e à melhoria da qualidade de vida de nossos pacientes.

Tratamento Multidisciplinar

Cada paciente é único, e é por isso que nossos médicos adotam uma abordagem personalizada para o tratamento ortopédico. Independentemente de se tratar de uma lesão esportiva, osteoartrite, fratura ou qualquer outra condição musculoesquelética, nossos especialistas desenvolvem planos de tratamento sob medida para atender às necessidades específicas de cada indivíduo. Isso pode incluir tratamentos não cirúrgicos, como fisioterapia, medicação e reabilitação, ou procedimentos cirúrgicos avançados quando necessário.

No Pilar Hospital em Curitiba, a ortopedia não é apenas uma especialidade médica isolada, mas parte de uma abordagem multidisciplinar. Nossos médicos ortopedistas trabalham em colaboração com outros profissionais de saúde, como fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e especialistas em dor, para garantir um tratamento completo e abrangente para nossos pacientes. Isso não apenas acelera a recuperação, mas também ajuda a prevenir complicações futuras.

Prevenção e Educação

A ortopedia não se limita apenas ao tratamento de lesões e condições musculoesqueléticas; ela também desempenha um papel fundamental na prevenção de futuros problemas. No Pilar Hospital, nossa equipe médica está comprometida em educar os pacientes sobre práticas saudáveis que podem ajudar a evitar lesões e problemas ortopédicos no futuro, permitindo-lhes desfrutar de uma excelente qualidade de vida a longo prazo.

A Importância da Prevenção

A prevenção ortopédica é fundamental porque muitas lesões e condições musculoesqueléticas podem ser evitadas com medidas adequadas. A compreensão e a adoção de práticas saudáveis podem reduzir o risco de lesões esportivas, osteoartrite, síndromes de compressão nervosa e outros problemas ortopédicos comuns.

Educação em Saúde

Nossos médicos ortopedistas estão empenhados em educar os pacientes sobre os fatores de risco e as melhores práticas para manter a saúde musculoesquelética. Isso inclui orientações sobre:

    • Exercícios Adequados: Recomendamos programas de exercícios personalizados, adaptados às necessidades e ao nível de aptidão de cada paciente. Isso pode ajudar a fortalecer os músculos, melhorar a flexibilidade e prevenir lesões.
    • Postura Correta: Incentivamos uma postura adequada no trabalho, em casa e durante atividades diárias. Uma postura correta pode reduzir o risco de dores nas costas, pescoço e ombros.
    • Medidas de Segurança: Fornecemos orientações sobre medidas de segurança, especialmente para aqueles que praticam esportes ou atividades físicas. O uso de equipamentos de proteção adequados e a adesão a práticas seguras podem minimizar o risco de lesões.
    • Estilo de Vida Saudável: Promovemos um estilo de vida saudável, incluindo uma dieta equilibrada e o controle do peso, que são fatores que podem impactar positivamente a saúde musculoesquelética.

Tratamento de Lesões Esportivas

As lesões esportivas são um aspecto inerente à vida de atletas, independentemente do nível de habilidade ou da paixão pelo esporte. No Pilar Hospital, reconhecemos que essas lesões podem ser mais do que meros contratempos; elas podem impactar profundamente a vida e a carreira dos atletas. Possuímos um profundo entendimento das demandas físicas que os esportes podem impor ao corpo e estamos totalmente preparados para lidar com as necessidades específicas dos atletas em sua busca pela recuperação e pelo aprimoramento de seu desempenho.

Cirurgia Ortopédica de Precisão

Em certos casos, a intervenção cirúrgica ortopédica é necessária para corrigir problemas musculoesqueléticos que não podem ser tratados de forma conservadora. No Pilar Hospital, nossos cirurgiões ortopédicos são verdadeiros mestres da arte da cirurgia de precisão. Eles realizam procedimentos avançados e altamente precisos, buscando restaurar a mobilidade e a qualidade de vida dos pacientes.

Reparo de Ligamentos e Tendões

Lesões nos ligamentos e tendões podem causar dor intensa e limitar significativamente a funcionalidade das articulações afetadas. No Pilar Hospital, nossos cirurgiões ortopédicos são especialistas em reparar essas estruturas fundamentais, utilizando técnicas cirúrgicas avançadas para recuperar a estabilidade das articulações e restaurar a funcionalidade perdida.

A Importância dos Ligamentos e Tendões

Ligamentos e tendões desempenham papéis vitais no sistema musculoesquelético. Os ligamentos são bandas de tecido que conectam os ossos em uma articulação, proporcionando estabilidade e limitando o movimento excessivo. Os tendões, por outro lado, conectam músculos a ossos, permitindo movimentos controlados. Quando essas estruturas são danificadas devido a lesões, esforço excessivo ou degeneração, a funcionalidade da articulação pode ser comprometida.

Nossos cirurgiões ortopédicos utilizam técnicas cirúrgicas avançadas para reparar ligamentos e tendões com precisão excepcional. Isso inclui a reconstrução de ligamentos rompidos ou danificados e a reparação de tendões lesionados. Durante os procedimentos, nossa equipe cirúrgica trabalha com atenção aos detalhes, garantindo que as estruturas sejam restauradas com firmeza e estabilidade.

Artroplastias (Substituição de Articulações)

Quando as articulações são severamente danificadas por condições como a osteoartrite, a artroplastia emerge como uma solução eficaz e transformadora. No Pilar Hospital, nossa equipe de cirurgiões ortopédicos é altamente especializada em procedimentos de substituição de articulações, oferecendo uma abordagem precisa e excepcional para restaurar a mobilidade e a qualidade de vida de nossos pacientes.

Entendendo a Necessidade de Artroplastia

Articulações saudáveis são essenciais para uma vida ativa e indolor. No entanto, quando a cartilagem nas articulações se desgasta, muitas vezes devido ao envelhecimento ou à osteoartrite, a dor crônica e a limitação de movimento podem se tornar incapacitantes. A artroplastia é recomendada quando tratamentos não cirúrgicos não proporcionam mais alívio significativo da dor ou restauração da funcionalidade.

Precisão Excepcional na Substituição de Articulações

Nossos cirurgiões ortopédicos são conhecidos por sua habilidade em procedimentos de substituição de articulações. Realizamos uma variedade de artroplastias, incluindo a substituição de quadril, joelho, ombro e outras articulações importantes do corpo. Cada procedimento é executado com extrema precisão, com foco em restabelecer a amplitude de movimento natural da articulação e minimizar a dor.

Abordagem Personalizada

Entendemos que cada paciente é único, com necessidades específicas e objetivos individuais. Portanto, nossa equipe de cirurgiões ortopédicos adota uma abordagem personalizada para cada artroplastia. Isso significa que consideramos fatores como a idade, o nível de atividade e a saúde geral do paciente ao planejar o procedimento. Nosso objetivo é proporcionar resultados sob medida que atendam às necessidades e expectativas de cada indivíduo.

Recuperação e Reabilitação Aprimoradas

Após a artroplastia, a recuperação é uma parte crucial do processo. Nossos pacientes recebem um plano de reabilitação personalizado, que inclui fisioterapia e acompanhamento próximo para restaurar gradualmente a mobilidade, a força muscular e a estabilidade da articulação substituída. Isso permite que os pacientes retornem a uma vida ativa com confiança.

Retorno a uma Vida Ativa

O objetivo final da artroplastia é proporcionar alívio da dor e restaurar a mobilidade, permitindo que os pacientes desfrutem de uma vida ativa novamente. Com nossos procedimentos de precisão e abordagem centrada no paciente, buscamos não apenas restaurar a funcionalidade, mas também melhorar significativamente a qualidade de vida de nossos pacientes.

Correção de Fraturas Complexas

Fraturas complexas representam desafios únicos e muitas vezes exigem abordagens cirúrgicas especializadas. No Pilar Hospital, nossa equipe de cirurgiões ortopédicos é amplamente experiente na correção de fraturas complexas, empregando técnicas cirúrgicas avançadas e tecnologia de ponta para alinhar e fixar os ossos com precisão. Isso não apenas promove uma recuperação mais rápida, mas também minimiza as complicações.

A Complexidade das Fraturas Complexas

As fraturas complexas são caracterizadas por várias características, como fraturas expostas, fragmentação óssea significativa ou lesões em articulações críticas. Essas fraturas podem resultar de acidentes traumáticos, quedas graves ou lesões esportivas. Devido à sua natureza intricada, a correção requer uma abordagem especializada.

Recuperação e Minimização de Complicações

Após a cirurgia, a recuperação é uma parte crucial do processo. Nossos pacientes recebem cuidados pós-operatórios especializados e um plano de reabilitação personalizado para ajudá-los a recuperar a mobilidade e a força óssea. A minimização de complicações, como infecções ou problemas de alinhamento, é uma prioridade constante durante todo o processo de tratamento.

Restaurando a Integridade Óssea e a Qualidade de Vida

O objetivo final da correção de fraturas complexas é restaurar a integridade óssea e, com isso, a qualidade de vida dos pacientes. Nossos cirurgiões ortopédicos estão dedicados a fornecer tratamento de ponta, garantindo que os ossos se curem adequadamente e que os pacientes possam retornar a uma vida ativa e funcional.

Reabilitação Personalizada

A recuperação após uma lesão ortopédica é um componente essencial para restaurar a mobilidade e a qualidade de vida dos pacientes. No Pilar Hospital, reconhecemos a importância vital desse processo e, como tal, nossa equipe de fisioterapeutas especializados trabalha em estreita colaboração com os pacientes para desenvolver planos de reabilitação personalizados. Nosso compromisso é restaurar a mobilidade e a função de maneira eficaz e segura.

Estabelecimento de Objetivos Claros

No início do processo de reabilitação, trabalhamos em conjunto com os pacientes para estabelecer objetivos claros e mensuráveis. Esses objetivos podem variar, desde recuperar a amplitude de movimento até retornar à prática de esportes ou atividades diárias sem dor. Estabelecer metas claras ajuda a manter o foco e a motivação durante todo o processo de recuperação.

Técnicas de Reabilitação Avançadas

Nossos fisioterapeutas empregam uma variedade de técnicas de reabilitação, incluindo exercícios terapêuticos, alongamento, fortalecimento muscular e mobilizações articulares. Eles utilizam equipamentos e modalidades de última geração para otimizar a eficácia do tratamento. Além disso, oferecemos treinamento sobre a correção da postura e ergonomia, o que é fundamental para prevenir futuras lesões.

Acompanhamento Contínuo e Adaptação

A reabilitação é um processo contínuo, e nossos fisioterapeutas monitoram de perto o progresso de cada paciente. Eles ajustam os planos de reabilitação à medida que os pacientes avançam em direção a seus objetivos. Esse acompanhamento cuidadoso é vital para garantir que a recuperação seja segura e eficaz.

No Pilar Hospital, a reabilitação personalizada é uma parte fundamental de nossa abordagem abrangente para o tratamento ortopédico. Estamos empenhados em ajudar os pacientes a recuperar a mobilidade, a função e a qualidade de vida após uma lesão ou cirurgia ortopédica. Acreditamos que, com o suporte adequado, todos os pacientes têm o potencial de alcançar uma recuperação bem-sucedida.

Nossos especialistas

Os médicos do Pilar Hospital dedicados à ortopedia e tratamento de lesões em Curitiba são profissionais experientes e comprometidos em proporcionar o melhor cuidado possível aos pacientes. Com vasta experiência no campo, eles estão prontos para avaliar, diagnosticar e tratar uma ampla gama de condições musculoesqueléticas, ajudando os pacientes a recuperar a mobilidade e a qualidade de vida. Sua abordagem centrada no paciente garante que cada indivíduo receba atenção personalizada e cuidados compassivos durante todo o processo de tratamento.

Nosso compromisso com a ortopedia e tratamento de lesões em Curitiba é evidente em tudo o que fazemos. O Pilar Hospital coloca o paciente em primeiro lugar, ouvindo atentamente suas preocupações e trabalhando em conjunto para criar planos de tratamento que atendam às suas necessidades individuais.

Se você está enfrentando uma lesão ortopédica ou precisa de orientação médica em Curitiba, confie no Pilar Hospital. Entre em contato conosco hoje mesmo para marcar uma consulta e dar o primeiro passo em direção à sua recuperação ortopédica. Estamos aqui para oferecer o cuidado e a expertise de que você precisa.

 

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18 de dezembro

Pancreatite

[vc_row][vc_column][vc_single_image image="21869" img_size="full"][vc_column_text]Com incidência de 5 a 80 casos por 100.000 habitantes em nível mundial, a pancreatite aguda é uma inflamação no pâncreas que, no Brasil, apresenta casos com maior frequência: 15,9 por 100.000 habitantes. Mais comum na faixa etária de 30 a 60 anos, a Pancreatite aguda tem uma taxa de mortalidade de 1%. No entanto, quando falamos dos casos mais graves, esse índice pode chegar a 30-40%.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text="Fatores de risco" font_container="tag:h2|font_size:24|text_align:left|color:%2300599b" use_theme_fonts="yes"][vc_empty_space height="10px"][vc_column_text]Relacionada à doença biliar litiásica ou ao consumo excessivo de álcool em 80% dos casos, a pancreatite aguda pode também se desenrolar por conta de traumas, infecções, doenças vasculares e manuseio endoscópico, bem como o uso de drogas, embora esses sejam eventos incomuns. Com relação ao uso de álcool, calcula-se que aproximadamente 10% dos alcoolistas desenvolvam surtos de pancreatite. Isso porque o álcool se mostra como um grande desencadeador da pancreatite aguda ao ampliar a síntese e a liberação de enzimas digestivas e lisossômicas. Além do surgimento da doença estar associado ao uso do álcool, a pancreatite aguda também tem como fator de risco a possibilidade de prejudicar outros órgãos como o fígado, o pulmão e os rins. Por esse motivo, quem tem pedra na vesícula precisa retirá-la afim de evitar que a pancreatite se torne ainda mais prejudicial.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text="Sintomas" font_container="tag:h3|font_size:24|text_align:left|color:%2300599b" use_theme_fonts="yes"][vc_empty_space height="10px"][vc_column_text]Entre os sintomas da pancreatite aguda estão a ocorrência de dores súbitas no abdome superior. A ela também estão associados vômitos, dores fortes que se irradiam para as costas, náuseas e aumento dos níveis de enzimas catalisadoras. Nos casos mais brandos são encontrados edemas na glândula pancreática e nos tecidos retroperitoneais. Já nas situações mais graves o quadro patológico apresenta hemorragia e necrose, podendo causar complicações que tornam a doença fatal.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text="Diagnóstico" font_container="tag:h4|font_size:24|text_align:left|color:%2300599b" use_theme_fonts="yes"][vc_empty_space height="10px"][vc_column_text]Em um primeiro momento, quando percebidos os sintomas da pancreatite aguda o raio-x pode auxiliar no descarte de outras causas como a perfuração ou obstrução intestinal. Assim como a radiologia simples, a ultrassonografia também apresenta um diagnóstico pouco efetivo para a detecção de Pancreatite aguda. Sendo assim, o método mais recomendado para identifica a doença é a tomografia computadorizada com contraste intravenoso, capaz de ter uma efetividade no diagnóstico maior do que 90% nos casos em que a necrose glandular apresenta um índice de mais de 30%. Nos casos em que a doença tenha começa entre 4 e 10 dias a tomografia computadorizada apresenta um aproveitamente de 100% no diagnóstico.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Fontes: Revista Brasileira de Medicina, Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Revista de Saúde do Distrito Federal e Empresa Brasil de Comunicação.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

23 de fevereiro

Exames de rotina para mulheres

[vc_row][vc_column][vc_single_image image="727" img_size="full"][vc_column_text]Com saúde não se brinca! Por isso, a prevenção é a melhor forma de evitar certos problemas que podem atrapalhar – e muito! – a vida da mulher. Em uma consulta com seu ginecologista, alguns exames de rotina podem ser solicitados. Saiba quais são os exames de rotina para mulheres, para que servem, a quem são recomendados, com qual frequência e quais são as situações de risco:[/vc_column_text][ultimate_exp_section title="EXAME PÉLVICO E DAS MAMAS" text_color="#4585b4" background_color="rgba(232,232,232,0.27)" cnt_bg_color="#ffffff"][bsf-info-box icon_size="32" title="O que é?" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Observação visual do colo do útero, com toque e apalpação dos órgãos reprodutivos e dos seios. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Para que serve:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Verificar a presença de corrimentos anormais e infecções ou doenças na região do colo do útero; presença de nódulos e outras irregularidades nos ovários, trompas e nas mamas. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quem deve fazer:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Todas as mulheres acima de 20 anos que possuam vida sexual ativa. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quando:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Anualmente, fora de situações de risco. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Situações de risco:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Início precoce da atividade sexual, gravidez antes dos 18 anos, mais de quatro gestações, multiplicidade de parceiros, história de doença venérea, higiene vaginal precária. [/bsf-info-box][/ultimate_exp_section][ultimate_exp_section title="MAMOGRAFIA" text_color="#4585b4" background_color="#ffffff" cnt_bg_color="#ffffff" title_margin="margin-top:-35px;"][bsf-info-box icon_size="32" title="O que é?" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Investigação radiológica das mamas. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Para que serve:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Detectar microcalcificações e outros sinais do câncer de mama. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quem deve fazer:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Todas as mulheres acima de 30 anos. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quando:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Depois da primeira, a cada três anos fora de situações de risco; do contrário, anualmente. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Situações de risco:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Mulheres com história familiar de câncer, que menstruaram cedo, sem filhos ou que engravidaram após os 30 anos. [/bsf-info-box][/ultimate_exp_section][ultimate_exp_section title="PAPANICOLAU (ÚTERO)" text_color="#4585b4" background_color="rgba(232,232,232,0.27)" cnt_bg_color="#ffffff" title_margin="margin-top:-35px;"][bsf-info-box icon_size="32" title="O que é?" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Análise de células retiradas do colo do útero. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Para que serve:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Detectar o câncer de colo de útero. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quem deve fazer:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Todas as mulheres acima de 20 anos que possuam vida sexual ativa. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quando:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Anualmente, no início, durante três anos consecutivos. Diante da ausência de irregularidades, depois disso, a critério médico. [/bsf-info-box][/ultimate_exp_section][ultimate_exp_section title="COLPOSCOPIA (ÚTERO)" text_color="#4585b4" background_color="#ffffff" cnt_bg_color="#ffffff" title_margin="margin-top:-35px;"][bsf-info-box icon_size="32" title="O que é?" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Observação visual do colo do útero ampliada com o auxílio de fonte de luz e lupa. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Para que serve:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Detectar a presença de infecções, irregularidades ou sinais de doenças. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quem deve fazer:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Todas as mulheres acima de 20 anos que possuam vida sexual ativa. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quando:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Anualmente, no início, durante três anos consecutivos. Diante da ausência de irregularidades, depois disso, a critério médico. [/bsf-info-box][/ultimate_exp_section][ultimate_exp_section title="COLESTEROL E TRIGLICÉRIDES" text_color="#4585b4" background_color="rgba(232,232,232,0.27)" cnt_bg_color="#ffffff" title_margin="margin-top:-35px;"][bsf-info-box icon_size="32" title="O que é?" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Análise laboratorial do sangue. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Para que serve:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Prevenir doenças cardiovasculares. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quem deve fazer:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Todas as mulheres acima de 35 anos. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quando:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] A critério médico. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Situações de risco:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Mulheres fumantes, hipertensas, com história familiar de colesterol elevado ou com obesidade. [/bsf-info-box][/ultimate_exp_section][ultimate_exp_section title="GLICEMIA DE JEJUM" text_color="#4585b4" background_color="#ffffff" cnt_bg_color="#ffffff" title_margin="margin-top:-35px;"][bsf-info-box icon_size="32" title="O que é?" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Análise laboratorial do sangue. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Para que serve:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Prevenir o diabetes. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quem deve fazer:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Todas as mulheres acima de 35 anos. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quando:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] A critério médico. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Situações de risco:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Mulheres com suspeita de distúrbio associados à produção de insulina. [/bsf-info-box][/ultimate_exp_section][ultimate_exp_section title="ELETROCARDIOGRAMA EM REPOUSO" text_color="#4585b4" background_color="rgba(232,232,232,0.27)" cnt_bg_color="#ffffff" title_margin="margin-top:-35px;"][bsf-info-box icon_size="32" title="O que é?" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Observação da frequência cardíaca em descanso. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Para que serve:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Detectar problemas com o batimento cardíaco. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quem deve fazer:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Todas as mulheres acima de 35 anos. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quando:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] A critério médico. [/bsf-info-box][/ultimate_exp_section][ultimate_exp_section title="ELETROCARDIOGRAMA DE ESFORÇO" text_color="#4585b4" background_color="#ffffff" cnt_bg_color="#ffffff" title_margin="margin-top:-35px;"][bsf-info-box icon_size="32" title="O que é?" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Observação da frequência cardíaca em movimento acelerado. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Para que serve:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Medir o potencial adequado de esforço físico. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quem deve fazer:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] Mulheres de mais de 35 anos, sedentárias, em início de condicionamento físico. [/bsf-info-box][bsf-info-box icon_size="32" title="Quando:" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888"] A critério médico. [/bsf-info-box][/ultimate_exp_section][vc_column_text] Fonte: Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

06 de abril

3 maneiras de manter a mente saudável estando em casa

[vc_row][vc_column][vc_empty_space height="50px"][vc_single_image image="31183" img_size="full"][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]A humanidade está passando por um momento único na história, exigindo cuidados especiais no sentido de preservar tanto a economia quanto a saúde mental e física das pessoas. A pandemia de coronavírus está fazendo com que o mundo todo adote medidas urgentes para conter o avanço de um inimigo microscópico, mas que não pode ser subestimado. Este momento de isolamento gera diversos impactos na sociedade e um deles é na saúde mental das pessoas. A ansiedade também é um fator a ser considerado. O fato é que o Brasil, infelizmente, já carregava o título de país mais ansioso do mundo e um dos mais estressados da América Latina, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). A perspectiva é que esse novo contexto possa agravar esse problema. Entretanto, unindo esforços e adotando práticas saudáveis, é perfeitamente possível cuidar da saúde mental em época de isolamento social. Lembrando que o isolamento social é físico, mas não digital e também não entre a família que mora sob o mesmo teto. Ou seja, há muitos caminhos para limpar a mente e enxergar a luz em meio a tanta neblina! Confira, a seguir, 3 orientações práticas para diminuir a ansiedade e cuidar da saúde mental estando em casa![/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text="1 — Evite o excesso de informações"][vc_column_text]Neste momento único, a informação de qualidade, oriunda de fonte oficial e embasada cientificamente, é fundamental para evitar histerias e reações alarmantes. Principalmente em época de fake news. Todavia, o importante é saber filtrar, tanto a qualidade da informação quanto a quantidade para evitar ansiedade e angustia pelo excesso de informação do coronavírus. Para isso, procure estabelecer períodos do dia para consumir notícias, a fim de estar atualizado sobre o que acontece no mundo, no país e na sua cidade. Se assistir o telejornal matinal te deixa com ansiedade ao longo do resto do dia, prefira começar o dia sem vê-lo. O mesmo pode acontecer com consumir notícias antes de ir dormir. Quem sabe na hora do almoço seja melhor?[/vc_column_text][vc_custom_heading text="2 — Crie uma rotina"][vc_column_text]A rotina tem um impacto positivo no cérebro humano. Primeiro, ela ajuda a dar previsibilidade. Ou seja, ao saber o que vai acontecer em seguida à tendência e não se estressar. Quando a mente não sabe exatamente o que vai acontecer, cria-se a ansiedade exagerada. Que horas vou me alimentar? Que horas vou trabalhar? Que horas vou dormir? Para evitar entrar nesse ciclo, estabeleça uma rotina das suas atividades. Já que trabalhando ou estudando em casa não há o tempo de deslocamento, aproveite para dormir mais. Procure acordar, trabalhar, fazer exercícios, almoçar, voltar ao trabalho, estudar, jantar, ir dormir... sempre no mesmo ciclo de horário. Nos primeiros dias isso pode ser mais difícil, e esta tudo bem se você não conseguir seguir 100%, mas seja persistente porque ao longo dos dias vai ficando mais fácil, pode acreditar.[/vc_column_text][vc_custom_heading text="3 — Faça uma pausa"][vc_column_text]Uma dica é se desligar um pouco dos smartphones e redes sociais e ter um tempo para você e sua família. Orar, cantar, ler, meditar, praticar yoga ou alongamento... faça uma pausa para o que você gosta. Que tal reunir a família e retirar os jogos de tabuleiros do armário? Não tem jogo de tabuleiro em casa? Uma folha de papel e caneta é o suficiente para a clássica partida de “stop”. Ler livros, maratonar séries clássicas, assistir filmes mais leves e, porque não, um desenho mais “infantil”? Além de se desconectar um pouco das informações em excesso, é ótimo para passar um tempo de qualidade com a família. Além disso, aproveite para retomar ou criar um hobbie, como escrever, cozinhar, pintar, bordar, etc. Isso é ótimo para aliviar a mente, reduzir o estresse, aliviar a ansiedade e melhora a saúde mental.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

09 de dezembro

Isolamento pode aumentar dores em idosos

Mesmo com algumas flexibilizações, desde a segunda quinzena de março a recomendação do Ministério da Saúde é para que as pessoas evitem aglomerações, a fim de evitar o contágio nesse momento de pandemia. Essa situação, no entanto, tende a causar um aumento no sedentarismo e no sentimento de solidão, o que traz consequências negativas para a saúde, em especial dos idosos. Segundo a médica especialista em geriatria e clínica médica do Pilar Hospital, Fabiana Weffort Caprilhone, as dores crônicas nessa população, ou seja, com duração superior a três meses, podem aumentar com a falta de atividades físicas. Além disso, a solidão pode causar e agravar quadros de depressão, o que costuma afetar a memória e muitas vezes se reflete em sintomas físicos, como as dores. A médica afirma que o aumento das dores crônicas tem uma forte ligação com a saúde mental. O idoso, por estar mais isolado, sem contato com outros familiares, pode apresentar aumento na dor como um sinal da depressão. Por isso a importância de não abandonar as consultas com o médico assistente, pois esse profissional poderá prescrever as medicações necessárias e que irão trazer mais qualidade de vida. De acordo com médica, as dores mais comuns na terceira idade estão localizadas: Nos membros inferiores, principalmente quadril, joelhos e pernas. Fabiana afirma que os idosos se beneficiam de intervenções físicas e de reabilitação e não somente de medicamentos, como acupuntura, exercícios de alongamento, pilates e musculação, por exemplo. Porém, nesse momento, um acompanhamento remoto muitas vezes já auxilia. “Os filhos e netos podem também ajudar acompanhando em caminhadas pela quadra ou dentro de casa para manter a mobilidade dessas pessoas. No caso de piora significativa, o paciente deve procurar o seu médico, sempre buscando a precaução na utilização abusiva de analgésicos e antiinflamatórios, pois pode trazer danos para a saúde nessa faixa etária”, destaca. Prevenir é a melhor solução, cultivando bons hábitos alimentares, fazendo exercícios físicos, mesmo que em casa, utilizando a tecnologia para aproximar os familiares e mantendo uma rotina regular de consultas médicas para o bom controle de doenças crônicas que ocorrem na terceira idade.

21 de novembro

Check-up: quando, como e por que fazer

[vc_row][vc_column][vc_empty_space height="50px"][vc_single_image image="30805" img_size="full"][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]No Brasil, ainda não há uma cultura muito forte de autocuidado e prevenção de doenças. Característica que, gradativamente, está mudando, e as pessoas estão buscando cada vez mais realizar o check-up médico. Campanhas especiais como o outubro rosa, que coloca em voga a importância da detecção precoce do câncer de mama, e o novembro azul, voltado ao diagnóstico antecipado do câncer de próstata, são exemplos de ações que estão mudando a forma da sociedade encarar as doenças. Ou seja, em vez de combater a doença quando ela já está instalada, o objetivo é manter um estilo de vida saudável para evitar que essas patologias possam surgir e/ou fazer o diagnóstico precoce que aumenta consideravelmente a chance de cura. Nesse aspecto, o check-up médico deve fazer parte da rotina de cuidados de todas as pessoas. Junto com a prática de exercícios físicos e cuidados com a alimentação, exames de rotina ajudam na melhora da qualidade de vida.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text="O que é?"][vc_column_text]O check-up é um procedimento usado para avaliar o estado de saúde de uma pessoa. Por meio dele, é identificada a probabilidade do surgimento de uma série de patologias. Trata-se, portanto, de uma série de exames de rotina que são solicitados pelo médico conforme perfil clínico de cada paciente.[/vc_column_text][vc_custom_heading text="Como Funciona?"][vc_column_text]O check-up é orientado por um médico clínico geral. O profissional fará uma análise detalhada, durante a consulta, na qual vai avaliar o histórico médico da pessoa, estilo de vida, entre outros fatores. O clínico geral fará o encaminhamento do paciente para outro profissional específico conforme as particularidades da pessoa. Além disso, alguns exames de rotina serão solicitados para embasar o diagnóstico médico. Exames realizados no check-up:[/vc_column_text][vc_column_text] urina; sangue; glicemia; pressão arterial; batimento cardíaco; colesterol; radiografia (se houver necessidade); testes funcionais. [/vc_column_text][vc_custom_heading text="Por que fazer?"][vc_column_text]O diagnóstico precoce é fundamental para aumentar a probabilidade de cura de diversas doenças, assim como reduzir a necessidade de procedimentos mais complexos e invasivos. Por isso a importância de realizar o check-up de rotina respeitando o intervalo orientado pelo médico. Além disso, a realização do check-up deixa a pessoa mais segura e tranquila sobre as próprias condições de saúde. Com base nos resultados dos exames, mesmo que negativo para as doenças, o médico fará orientações quanto ao estilo de vida, hábitos alimentares, prática de atividades físicas e outras recomendações para manutenção da saúde.[/vc_column_text][vc_custom_heading text="Com que periodicidade?"][vc_column_text]A orientação geral é que todas as pessoas, a partir dos 30 anos de idade, façam o check-up uma vez por ano. A partir disso, o médico fará a indicação de quando os exames devem ser refeitos. Entretanto, pessoas com histórico familiar de doenças e/ou que não possuem hábitos de vida saudáveis devem procurar um médico para realizar exames de rotina antes dessa idade. Para os homens, normalmente, os exames realizados são os de sangue (hemograma e dosagem dos níveis de colesterol total e frações, triglicerídeos, glicemia e insulina); pressão arterial; peso corporal, função pulmonar (principalmente para fumantes); hepatite B e C, teste de detecção de sífilis e pesquisa de anticorpos anti-HIV. Já os homens com mais de 40 anos, se forem aconselhados por um médico, precisam realizar o exame de toque retal e o teste para verificar a reação antígeno prostático específico (PSA) no sangue e, dessa forma, monitorar a saúde da próstata. O check-up da mulher é similar ao dos homens, com exceção de exames ginecológicos, como o papanicolau, ultrassom pélvico transvaginal, para avaliar o útero, ovários e endométrio. Destaque também para o autoexame de mama e, quando elas param de menstruar, exames de densitometria óssea e ultrassonografia da tireoide são requisitados.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

28 de abril

Vacinação contra o HPV

[vc_row][vc_column][vc_single_image image="790" img_size="full"][vc_column_text]O Ministério da Saúde, com o apoio do Governo Federal, está promovendo uma campanha de vacinação contra o HPV para adolescentes entre 11 e 13 anos e mulheres entre 25 e 64 anos. A vacina é grátis para adolescentes entre 11 e 13 anos, sendo necessário apresentar o cartão de vacinação ou documento de identificação. Apesar da campanha ter sido veiculada do dia 10 a 31 de março, a vacina estará disponível nos postos da rede pública durante todo o ano, como parte da rotina de imunização. O HPV (Papiloma Vírus Humano) é uma doença sexualmente transmissível que afeta cerca de 290 milhões de mulheres no mundo inteiro. Em diversas épocas da vida, todas as pessoas estão sujeitas a entrarem em contato com o vírus, mas nem todas desenvolverão câncer por causa disso. Após a contaminação, o vírus pode permanecer inativo (ou seja, sem lesões aparentes), provocar o aparecimento de verrugas nas mãos, pés, genitais e outros locais ou provocar o desenvolvimento de câncer. Após aproximadamente seis meses a dois anos, o corpo da maioria das pessoas consegue eliminar o vírus naturalmente. Apenas uma pequena porcentagem resiste à eliminação do vírus, o que pode levar ao câncer. A forma mais comum de infecção é pelo contato sexual com pessoas infectadas, seguido pela transmissão de mãe para filho durante o parto. Para prevenir a contaminação do HPV, é importante:[/vc_column_text][bsf-info-box icon="Defaults-info-circle" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Reduzir o número de parceiros sexuais;" title_font_color="#5b8ba9" css_info_box=".vc_custom_1486652734430{margin-top: -10px !important;}"][/bsf-info-box][bsf-info-box icon="Defaults-info-circle" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Usar corretamente o preservativo, desde o início até o fim da relação;" title_font_color="#5b8ba9" css_info_box=".vc_custom_1486652741390{margin-top: -20px !important;}"][/bsf-info-box][bsf-info-box icon="Defaults-info-circle" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Vacinação, no caso das mulheres;" title_font_color="#5b8ba9" css_info_box=".vc_custom_1486652753216{margin-top: -20px !important;}"][/bsf-info-box][bsf-info-box icon="Defaults-info-circle" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Consultar regularmente um médico especializado e realizar os exames solicitados." title_font_color="#5b8ba9" css_info_box=".vc_custom_1486652768729{margin-top: -20px !important;}"][/bsf-info-box][vc_single_image image="788" img_size="full"][/vc_column][/vc_row]

04 de janeiro

Entenda a diferença entre o contraste da tomografia e da ressonância

A tomografia e a ressonância magnética são exames tradicionais, mas que ainda causam dúvidas nos pacientes. Seja pela semelhança entre os aparelhos, ou pelo uso de contraste, o fato é que muitas pessoas não compreendem a diferença entre os dois exames. Por isso, preparamos este material para explicar a diferença entre a tomografia e a ressonância magnética. Assim, você se sentirá mais tranquilo para realizar esses exames quando seu médico solicitá-los. O que é tomografia? A tomografia é um tipo de raio-x, já que é realizada por meio de radiação ionizante. Realizado pelo tomógrafo, o exame oferece imagens transversais do corpo. Não-invasiva, ela é capaz de gerar resultados de excelente qualidade. Para isso, possui diferentes intensidades, variando de acordo com o tecido do corpo. Com essas alterações, é possível identificar os órgãos e ossos. Para obter as imagens, o aparelho gira em torno do paciente, fazendo a captação de diferentes ângulos. Então, são geradas imagens na horizontal e em 3D. Com relação à duração da tomografia, ela é bastante rápida, durando entre 10 e 30 minutos. O tempo varia dependendo da região analisada. O que é ressonância magnética? Diferente da tomografia, a ressonância magnética não utiliza radiação. Ao invés disso, ela é feita a partir de campos magnéticos e ondas de rádio. Com essa tecnologia, é possível gerar as imagens do corpo e enviá-las para um computador. Enquanto a tomografia foi desenvolvida na década de 60, a ressonância magnética foi criada em 1940. Apesar de ser mais antigo, esse exame segue sendo aprimorado. O exame capta imagens cada vez mais detalhadas, de diferentes perspectivas. Não-invasivo e indolor, oferece imagens 3D que são utilizadas para diagnósticos mais complexos. O aparelho utilizado para a realização da ressonância magnética contém uma espécie de tubo, por onde o paciente desliza. Durante o processo, é recomendado que nenhum movimento seja realizado.A máquina então obtém diversas imagens da porção analisada, como se "fatiasse" aquela parte do corpo. Assim, é possível unir todas as fotos para ter uma visão completa do membro ou órgão, milimetricamente examinado. No que diz respeito à duração, a ressonância magnética varia de 15 a 45 minutos, conforme a porção que é examinada. Qual é a diferença entre o contraste utilizado nos dois exames? Os dois exames utilizam o contraste para auxiliar na diferenciação das estruturas corporais. Isso permite um diagnóstico mais preciso. Mas o que você talvez não saiba é que a tomografia e a ressonância magnética não utilizam o mesmo tipo de contraste. Primeiramente, é preciso destacar que, basicamente, existem três tipos de contraste. Eles se diferenciam conforme à substância usada como base: À base de bário;À base de iodo;À base de gadolínio. Nas tomografias, o contraste utilizado é à base de iodo. Ele deve ser evitado por pacientes com alergia a essa substância. Já na ressonância magnética, a base é de gadolínio. Quais são as indicações desses exames? Outra dúvida bastante comum diz respeito à indicação de cada exame. Ambos utilizam imagens de alta qualidade para avaliar órgãos internos. Porém, a escolha entre eles varia conforme a doença que está sendo investigada. Tomografia: a tomografia é mais utilizada para identificar doenças no abdômen, na região pélvica, nos membros superiores ou inferiores, nos olhos, no crânio, no tórax, nos rins e nos pulmões. Ressonância magnética: a ressonância é usada para doenças neurológicas, mamárias, ortopédicas, oncológicas e cardíacas. Esses exames têm contraindicações? A tomografia e a ressonância magnética também diferem em suas contraindicações. No caso da tomografia, ela não é indicada para gestantes. Para pessoas com alergia ao iodo, não é indicado o uso do contraste. Já a ressonância magnética tem uma lista maior de contraindicações. Ela é referente a alguns tipos de aparelhos que o paciente pode ter implantados no corpo. São eles: Marca-passo;Desfibrilador;Implante coclear;Cateter de Swan-Ganz;Alguns modelos de implantes oculares. O campo magnético do aparelho que realiza o exame pode fazer com que esses objetos aqueçam ou se movam. É possível que existam outras contraindicações, dependendo do caso. Por essa razão, é fundamental que qualquer tipo de implante ou prótese seja informado ao médico. Você também pode clicar aqui para tirar suas dúvidas com relação a outras contraindicações da ressonância magnética. Existem reações adversas em algum dos exames? Tanto a tomografia, quanto a ressonância magnética são exames seguros. Porém, dependendo da concentração da substância de contraste, é possível que ocorram algumas reações adversas. Em casos raros, o paciente pode ter uma reação alérgica aguda, conhecida como anafilaxia. Ela deve ser tratada imediatamente e seus sintomas mais comuns são: urticária, inchaço na pele e edema de glote. O corpo também pode reagir à substância do contraste, causando inflamação na região onde ele foi aplicado, e queda na pressão. Além disso, o paciente pode sentir calor corporal, náuseas, tontura e dores de cabeça. Outros sintomas são coceira e vermelhidão na região.Vale ressaltar que essas reações só ocorrem se a concentração da substância no contraste estiver acima do padrão. Por esse motivo, é vital buscar uma empresa especializada, com profissionais capacitados, para realizar o seu exame. Agora você já sabe o essencial sobre tomografia e ressonância magnética, inclusive no que diz respeito ao contraste. Logo, já pode agendar o seu exame. Clique aqui e marque seu horário conosco!

05 de novembro

Esteatose Hepática

Por: Helma Pinchemel Cotrim Introdução A esteatose vem se tornando uma doença do fígado cada vez mais conhecida da população em geral. Esse fato se deve a maior disponibilidade para realização de ultrassonografias de abdômen, exame de imagem que pode mostrar a esteatose e tem sido realizado com frequência em avaliações clínicas de rotina; e a crescente prevalência da obesidade em todo o mundo, que é uma das suas principais causas. A esteatose hepática é classificada em dois grandes grupos: causada pelo consumo excessivo e crônico de bebidas alcoólicas; causada por outros fatores de risco e denominada Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica (DHGNA), que será o objetivo principal dessa abordagem. O que é a esteatose hepática e o que significa a DHGNA? Esteatose caracteriza-se pelo acúmulo excessivo de gordura (lipidios) nas células do fígado denominadas hepatócitos. Essa pode permanecer estável por muitos anos e até regredir, se suas causas forem controladas. Se não o forem, a doença pode evoluir para a esteatoepatite. Nessa fase a esteatose se associa a inflamação e morte celular, fibrose (cicatrização) e tem maior potencial de progressão, ao longo dos anos, para cirrose e para o carcinoma hepatocelular (CHC) ou câncer de fígado. A Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica (DHGNA) inclui todo espectro: esteatose, esteatoepatite, cirrose e CHC. Fatores de risco para DHGNA Os principais fatores de risco ou causas de DHGNA estão relacionados a seguir e foram classificados em primários, secundários e doenças ou condições clínicas associadas. PRIMÁRIOS Obesidade e sobrepeso com obesidade centralDiabetes mellitusDislipidemia (aumento do colesterol e/ou triglicérides)Hipertensão arterial SECUNDÁRIOS Medicamentos: amiodarona, corticosteroídes, estrógenos, tamoxifeno.Toxinas ambientais: produtos químicosEsteróides anabolizantesCirurgias abdominais: bypass jejuno-ileal, derivações biliodigestivas. DOENÇAS QUE PODEM TER DHGNA ASSOCIADA Hepatite crônica pelo vírus CSíndrome de ovários policísticosHipotiroidismoSíndrome de apneia do sonoHipogonadismoLipodistrofia, abetalipoproteina, deficiência de lipase ácida. Obesidade, diabetes mellitus, dislipidemia são os fatores de risco mais frequentes. Esses se associam à hipertensão arterial e à síndrome metabólica, que é caracterizada pela presença de três ou mais das seguintes condições: obesidade central (aumento da gordura no abdômen), hipertensão arterial, dislipidemia e diabetes. A DHGNA é considerada o componente hepático da síndrome metabólica. Os fatores de risco secundários e as doenças que podem apresentar a DHGNA como parte do seu quadro clínico estão listadas acima. Por que a DHGNA e principalmente a esteatose têm sido tornadas cada dia mais conhecidas pela população? Porque é considerada a mais frequente doença de fígado da atualidade. Estima-se que entre 20 a 30% da população em todo o mundo seja portadora da DHGNA. Essa pode ocorrer em homens e mulheres, em todas as idades, incluindo as crianças e adolescentes. Também preocupante é a associação da DHGNA, quando não controlada, com a maior frequência de diabetes e hipertensão arterial e com o maior risco de doenças cardiovasculares (infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral). Como identificar a DHGNA ou como diagnosticá-la. A grande maioria dos pacientes não apresentam sinais ou sintomas, pois esta é uma doença silenciosa. A esteatose é inicialmente identificada porque o paciente realizou uma ultrassonografia de abdômen como parte de seus exames clínicos de rotina ou periódicos. O diagnóstico da esteatose é incidental, isto é, o exame não foi com o objetivo de identificar a esteatose. É importante destacar que a solicitação de ultrassonografias de abdômen para diagnóstico de esteatose está indicada apenas para os portadores dos fatores de risco para a doença, já mencionados acima. Não há indicação ou recomendação para realização de ultrassonografias para a população geral. Para o diagnóstico da DHGNA (esteatose ou esteatoepatite) é importante que os pacientes sejam avaliados através de uma consulta médica por um clínico ou hepatologista (especialista em doenças do fígado). Esses médicos, através de uma história clínica cuidadosa, identificarão os fatores de risco primários, secundários ou as doenças associadas. O exame físico deve ser completo e vai avaliar os níveis da pressão arterial, peso e altura para determinação do índice de massa corpórea (IMC), a medida da circunferência abdominal. Quanto maior a gordura no abdômen maior deve ser o depósito de gordura no fígado ou esteatose hepática. Depois da avaliação clínica, exames complementares colaboram com o diagnóstico da DHGNA. Esses incluem exames de laboratório (enzimas hepáticas, colesterol total e frações e triglicérides, glicemia, insulina entre outros), exames de imagem (ultrassonografia de abdômen, tomografia computadorizada, ressonância magnética e elastografia hepática) e, em casos selecionados, a biópsia do fígado, único exame até o momento capaz de estabelecer o diagnóstico seguro de esteatoepatite. Qual o tratamento para o paciente com DHGNA? A avaliação diagnóstica do paciente deve determinar em que fase da DHGNA o paciente se encontra: esteatose, esteatoepatite ou cirrose e deve também determinar os fatores de risco envolvidos. – DHGNA secundária ao uso de medicamentos: a sua suspensão ou adequação do esquema terapêutico são recomendadas, avaliando-se custo e benefício para o paciente. A suspensão do uso de esteroides anabolizantes deve ser recomendada assim como a investigação de exclusão dos demais fatores. – DHGNA associada a outras doenças como hipotireioidismo, síndrome do ovário policístico entre outras é importante o tratamento da doença principal. – DHGNA de causas primárias ou metabólicas: importante o controle da obesidade, diabetes, hipertensão arterial e dislipidemia (colesterol e/ou triglicérides elevados). Manter o controle dessas doenças é fundamental no tratamento da DHGNA. Medicamentos específicos para cada uma dessas condições clínicas pode ser utilizada. Atenção também deve ser dada ao diagnóstico de alterações cardiovasculares, causa importante de mortalidade nos pacientes com DHGNA. Para esses pacientes, mudanças no estilo de vida com alimentação equilibrada e atividade física regular são recomendadas para todos os pacientes. A dieta deve ser orientada por médicos e nutricionistas e adaptada às condições clínicas do paciente. Atenção deve ser dada às doenças associadas, como obesidade, diabetes e hipertensão arterial. Não são recomendados suplementos alimentares e medicações sem registro dos órgãos de vigilância credenciados. A atividade física deve ser recomendada, incentivada e adaptada às condições clínicas e idade dos pacientes, considerando-se também se esses são sedentários, ativos ou atletas. Para aqueles sem limitações a atividade aeróbica por 30 minutos pelo menos cinco vezes por semana associada à musculação duas vezes por semana pode ser recomendada. Alguns medicamentos podem ajudar no tratamento da esteatoepatite não alcoólica, entretanto esses devem ser orientados pelo hepatologista. Qual o prognóstico da DHGNA? O prognóstico pode ser bom, mas depende da fase em que a doença for diagnosticada e principalmente da aderência dos pacientes às condutas clínicas e tratamentos recomendados. Desde que controlados os fatores que causaram a doença, a esteatose pode permanecer estável em torno de 70 a 80% dos pacientes. Em 20 a 30% dos casos a esteatose pode evoluir para esteatoepatite, que pode ser controlada com o tratamento adequado. Entretanto, essa forma da doença tem maior potencial de progressão ao longo dos anos para cirrose e carcinoma hepatocelular, se não for devidamente orientada. Assim, duas condutas são fundamentais e determinantes para um melhor prognóstico para o paciente portador de esteatose ou esteatoepatite: diagnóstico precoce indicado para as pessoas de maior risco (obesos, diabéticos, portadores de hipertensão arterial e dislipidemia); aderência dos pacientes, ao longo da vida, às condutas e tratamento, orientadas pelo seu médico. DIETA PARA AFINAR O SANGUE E TIRAR A GORDURA DO FÍGADO (ESTEATOSE HEPÁTICA) Não tem como fugir: o primeiro passo para salvar o fígado é se livrar do peso extra e da gordura que se acumula na barriga. Alimentos que devem ser consumidos frequentemente para afinar o sangue: Abacate: Comer abacate todos os dias pode ajudar a reduzir o LDL em até 17%, aumentando o HDL, ou seja, privilegiando o equilíbrio entre os dois. Aspargos: Os aspargos conseguem remover os coágulos já formados, diminuem a inflamação, mantêm as artérias desobstruídas.Azeite de Oliva: O consumo regular do azeite de oliva, reconhecidamente, reduz o risco de acidente vascular cerebral em até 41%.Beterraba: contém betaína (só a beterraba tem) e ácido fólico que neutralizam a homocisteína nos vasos sanguíneos (a homocisteína, em excesso pode causar infarte do miocárdio). A beterraba também é rica em potássio e magnésio, elementos básicos para a saúde cardiovascular e a manutenção do equilíbrio da pressão arterial.Brócolis: rico em vitamina E, previne os coágulos sanguíneos. Além do mais, o brócolis contém luteína, muito necessário para prevenir o envelhecimento dos olhos e afastar a catarata que todos nós, um dia, teremos. E, olha só, o brócolis também é fonte da vitamina K, importante para impedir que o cálcio danifique suas artérias.Castanhas: todas as castanhas e nozes têm boas gorduras que ajudam nosso coração, pois contêm gorduras mono-saturadas, ácidos graxos ômega-3 e ácido alfalinolêico, substâncias que reduzem os níveis de colesterol ruim. Um punhado destes alimentos, no lanche, já dá um bom efeito. É bom misturar nozes, castanhas-de-caju, amendoins, pistache, amêndoas e avelãs, num mix gostoso que se pode comer assim, com chá, cerveja ou até jogar no iogurte, na salada de fruta, enfim, do jeito que você gosta mais. Só que não abuse na quantidade, pois estes são também alimentos altamente calóricos.Caqui: o caqui é rico em fibras, polifenóis e antioxidantes, e esse trio trabalha contra o acúmulo de gordura, reduz o LDL e os triglicérides para além de combaterem os radicais livres. Cebola: Os compostos sulfúricos, os tais que fazem arder os olhos, também afinam o sangue e ajudam no aumento dos índices do HDL. A cebola contém quercetina, um antioxidante e anti-inflamatório potente que também ajuda na dissolução das placas de colesterol criada num processo inflamatório. Comer cebola ajuda a equilibrar a pressão arterial, com a fluidificação do sangue e reduz o nível de açúcar, sendo ótima para diabéticos. Esses benefícios são da cebola crua, então abuse dela nas saladas, sem dó.Chá verde: Esta bebida natural contém o antioxidante catequina que impede que as gorduras dos alimentos ingeridos sejam absorvidas pelo organismo. De uma a duas xícaras por dia, a qualquer hora, é suficiente, mas evite os horários noturnos, pois seu sono pode fugir.Espinafre: O espinafre é rico em potássio e ácido fólico, o que ajuda a reduzir em até 11% o risco de doenças cardíacas, dizem os estudiosos, pela sua ação de desobstrução das artérias.Laranja: A laranja é fruta rica em nutrientes e possui elevadas quantidades de antioxidantes, portanto, de grande ajuda para a saúde dos vasos sanguíneos e o equilíbrio da pressão arterial. Prefira os sucos extraídos na hora, de manhã. Mas prefira mesmo é chupar a laranja e comer o bagaço. Aí sim é que o bem será completo.Melancia: A melancia, em salada de fruta, talhada ou em suco é tudo isso: hidratante, antioxidante, diurética e estimulante. A melancia estimula a produção de óxido nítrico, que ajuda na dilatação dos vasos sanguíneos e mantém a boa saúde do coração. Romã: Meio copo ao dia de suco de romã pode ajudar muito na prevenção dos entupimentos e no equilíbrio da pressão arterial.Tomate: Contém licopeno, um antioxidante que reduz os níveis do LDL oxidado, diminuindo o risco de coágulos. Também ajudam a afinar o sangue e, nos homens, a prevenir o câncer de próstata.Carnes brancas: Como a gordura no fígado tem se tornado uma doença cada vez mais comum, é importante controlar o consumo de lipídios nas refeições. E, se você já tiver sido diagnosticado com este quadro, sua principal fonte de alimento virá das proteínas. As carnes brancas unem estes dois aspectos: são fontes proteicas com menor teor de gordura. Se tiver dificuldade em abrir mão da carne vermelha, opte pelos cortes mais magros, com menos gordura. Entre eles, o coxão duro, coxão mole, filé mignon e alcatra.Leite e derivados: Também devem fazer parte da dieta por conta do fator proteico. Opte pelo leite desnatado ou semi e o queijo branco, que têm menos gordura.Clara de ovo: A parte transparente do ovo é rica em proteína. Portanto, uma omelete de claras pode ser o jantar ideal para dar aquele alívio para o seu fígado.Frutas "magras": A frutose, o açúcar das frutas, também pode ser uma grande inimiga do fígado. Após a absorção desses açúcares pelo intestino, a frutose é metabolizada no fígado, que irá converter seu excesso em gordura. Quando ocorre excesso de frutose, também desenvolvemos resistência à insulina (hormônio que controla as taxas de glicose no sangue). Pera, ameixa e melão são alguns exemplos de frutas com poucas calorias. Mesmo assim, coma até três porções por dia.Verduras: A alimentação rica em fibras ajuda a manter as taxas de açúcar no sangue normalizadas, assim como também diminui a absorção de gorduras pelo corpo. A dica é comer um prato de salada antes da refeição e colocar alguns legumes no prato. Se não conseguir fazer os dois, opte por um ou outro, mas não deixe de comer fibras. Arroz integral: Em vez de comer o arroz branquinho no almoço, opte pela versão integral, que possui mais fibras. Evite, no entanto, os carboidratos de qualquer origem pela noite, quando o corpo tem mais dificuldade para metabolizar os alimentos. Café: De acordo com um estudo publicado em 2017 pelo Journal of Hepatology, o consumo de café e chás de ervas contribui para menor progressão da fibrose hepática, que se desenvolve quando o fígado é lesionado repetidamente - o que pode resultar em cirrose. O consumo seguro de cafeína é de três xícaras ao dia. O QUE É BOM EVITAR: Bebidas alcoólicas: O álcool é a mais conhecida e a principal causa das lesões hepáticas. Seu consumo excessivo pode, inclusive, evoluir para cirrose (lesão crônica do fígado) e provocar a necessidade de transplante. A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que o limite de álcool seja de 30 gramas por dia --equivalente a duas latas de cerveja. Se você já sofrer de alguma condição no fígado, deve eliminar a bebida. Massas e pães: A restrição de carboidratos simples é fundamental na dieta para esteatose hepática, já que, com menos carbo, haverá menos glicose no fígado e, consequentemente, menos gordura. Portanto, restrinja o consumo de alimentos provenientes da farinha branca. Sucos naturais e de caixinha: Quem já tem alguma predisposição a doenças no fígado deve também ficar atento ao consumo de sucos - tanto naturais quanto em caixinha. Acontece que o suco natural acaba perdendo as fibras quando é feito, que servem para contrabalançar a absorção da frutose, diminuindo os malefícios deste açúcar. Os sucos de caixinha também são ricos em açúcar, portanto também devem ser evitados. Bacon e gorduras: Alimentos ricos em gorduras saturadas e trans, como bacon, embutidos, bifes com gordura, manteiga, sorvetes, chocolates e congelados precisam ser consumidos com bastante moderação. Doces: O excesso de açúcar também pode causar o depósito de gordura no fígado. Portanto, se quiser um docinho, opte pelas versões diet, que não levam açúcar. A gelatina diet é uma boa e fácil opção. Helma Pinchemel Cotrim Profa. Titular de Gastroenterologia e HepatologiaFaculdade de Medicina da Bahia – Universidade Federal da BahiaLíder do Grupo de Pesquisas em Esteato- Hepatite Não Alcoólica- CNPq-UFBAEspecialista em Hepatologia pela Sociedade Brasileira de Hepatologia.

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