Cirurgia para retirada de tumor cerebral pode ser feita com o paciente acordado - Blog Hospital Pilar

25/06/2021

Cirurgia para retirada de tumor cerebral pode ser feita com o paciente acordado

Cirurgia para retirada de tumor cerebral pode ser feita com o paciente acordado

Em uma neurocirurgia realizada para remover um tumor no cérebro, há uma opção em que se pode realizar determinados procedimentos com a pessoa operada acordada. Este método, conhecido como craniotomia com paciente acordado, proporciona mais precisão e segurança ao remover o tumor cerebral sem o risco de lesar uma área saudável do cérebro, o que poderia trazer um déficit para o paciente.

Dr. Leo Ditzel Filho, médico neurocirurgião coordenador do serviço de neurocirurgia do Pilar Hospital, comenta que esse tipo de cirurgia não é feito corriqueiramente. É indicada para pacientes que têm um tumor cerebral em uma área do cérebro conhecida como eloquente, ou seja, uma área mais nobre do cérebro, que tem uma função bem específica. As duas indicações clássicas para esse tipo de cirurgia são para remover tumores próximos da área motora e da área da fala.

“A craniotomia com paciente acordado é utilizada nos tumores cerebrais primários, que surgiram do cérebro ou nas metástases cerebrais, que são tumores provenientes de outras partes do corpo, como câncer de pulmão, de mama ou de pele, em que essas doenças se espalham para o cérebro. O paciente acaba tendo um tumor cerebral que não se originou ali, mas está trazendo problemas para ele assim como os tumores primários o fazem”, explica.

Uma vez que se constata que o paciente tem um tumor acometendo uma área eloquente, ele passa por uma avaliação pré-operatória para saber se ele tem condições de ser acordado durante o procedimento (ele também deve estar disposto a isso). A cirurgia é feita em conjunto com a neurocirurgia, a anestesiologia e a neurofisiologia, com um planejamento entre essas três áreas.

Por que acordar o paciente?

Quando o neurocirurgião abre a meninge, deixando o cérebro exposto, o anestesista tira a sedação para acordar o paciente. Assim que ele acorda, o cirurgião faz uma estimulação na superfície do cérebro, próximo ao tumor, utilizando um pequeno eletrodo, enquanto o neurofisiologista interage com o paciente.

“Se eu estou trabalhando próximo da área da fala, o neurofisiologista conversa com o paciente, pergunta seu nome, vai mostrando figuras para ele identificar, dá contas matemáticas simples para o paciente raciocinar enquanto o neurocirurgião faz pequenos estímulos que visam bloquear aquela área cerebral. Ou seja, quando eu chego na área da fala, com o estímulo elétrico ali, o paciente vai mostrar uma disfunção da fala. Com isso, eu faço em tempo real um mapeamento da função motora e da função da fala. Assim, eu posso saber até onde eu posso remover o tumor com segurança”, explica Dr. Leo.

“O tumor é geralmente fácil de se identificar ou localizar, mas suas bordas são regiões mais delicadas, em que se tem o limite entre o tumor e o cérebro saudável. Nesse tipo de cirurgia, é possível distinguir com mais exatidão até onde vai o tumor, para que o cirurgião possa removê-lo com segurança sem lesar o paciente”, completa.

Com o mapeamento feito, o neurocirurgião pode dar início à remoção, que também é feita sob monitorização, em que o neurofisiologista interage com o paciente. Após a remoção, o paciente é sedado para que volte a dormir enquanto a cirurgia é finalizada.

No Pilar Hospital há ainda duas opções de técnicas disponíveis, que podem ser utilizadas nessa cirurgia. Uma delas é a de fluorescência, em que são utilizadas duas substâncias (fluoresceína sódica e o 5-ALA). São corantes que vão “pintar” o tumor na hora da cirurgia. “Temos um filtro especial no microscópio que nos mostra exatamente o que é tumor e o que é tecido cerebral saudável. É muito útil para mostrar as bordas do tumor”, explica o médico.

A outra técnica utilizada é a neuronavegação. A partir de dados do exame de tomografia pré-operatória do paciente, um aparelho faz uma reconstrução tridimensional de seu crânio “Em tempo real, ele consegue me dizer a localização do tumor. No Pilar Hospital, temos hoje o aparelho mais moderno do mercado, de última geração, um dos poucos existentes no Brasil. Ele também me permite saber em tempo real se eu retirei todo o tumor” comenta o médico, que desde 2015 realiza cirurgias para retirada de tumores cerebrais com essas técnicas no Serviço de Neurocirurgia e Neurologia do Pilar, que hoje é um dos poucos hospitais do Brasil a ofertar o procedimento de craniotomia com todo esse conjunto de opções.

 

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21 de fevereiro

Somente em 2024, mais de 60 mil brasileiros já morreram de doenças do coração

No ano de 2023, 1.416.655 óbitos foram registrados oficialmente pelo Serviço Nacional de Registro Civil Brasileiro. São mortes de naturezas distintas e, entre elas, estão os brasileiros que morreram vítimas de doenças cardiovasculares. Eles representam 30% do total de mortes no Brasil todos anos. São mais de 400 mil brasileiros vítimas das patologias que afetam o coração e/ou os vasos sanguíneos todos os anos, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Por dia, são pelo menos mil novas vítimas. Mesmo com números tão alarmantes, 23% da população nunca foi a um cardiologista (cerca de 46 milhões de brasileiros). Estima-se que 6,8% da população brasileira (14 milhões de pessoas) tenha algum problema cardiovascular. Para o médico cardiologista do Pilar Hospital, José Carlos Tarastchuk, a mudança deste cenário começa pela prevenção. No caso, a realização de check-ups periódicos, além de visitas, no mínimo anuais, ao cardiologista. “O grande benefício e importância do check-up cardiovascular está no fato de que ele pode identificar o risco cardiovascular do paciente. Isso é muito importante saber se o paciente tem um risco cardiovascular baixo, um risco cardiovascular intermediário ou elevado. Isso diz respeito ao risco do paciente ter eventos nos próximos anos”, alerta o especialista. Risco silencioso A prevenção é o melhor remédio. Segundo o cardiologista, a prevenção deve ser prioridade, já que as doenças cardiovasculares, muitos casos, podem ser assintomáticas e silenciosas. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia,homens com mais de 45 anos de idade e mulheres chegando à menopausa precisam realizar check-up frequentemente. Outrainformação fica para as pessoas que têm históricos de problemas cardíacos na família. Esses indivíduos tem um risco maior de desenvolver problemas cardiovasculares ao longo da vida e a realização do check-up deve acontecer o mais cedo possível, de preferência já na infância. “Durante um check-up cardiovascular nós podemos detectar se o paciente já tem uma lesão, um problema leve, que a gente chama subclínico, ou um problema já detectável clinicamente, tudo com o intuito de evitar um primeiro evento cardiovascular, ou seja, um infarto, uma angina, um AVC. O grande objetivo final do check-up cardiovascular é identificar”, concluiu o cardiologista.   Doenças cardiovasculares e os números que impressionam Enquanto essa sugestão de pauta era escrita, 600 pessoas morreram do coração no Brasil; De 1º de fevereiro de até 20 de fevereiro de 2024, mais de 21,5 mil brasileiros morreram do coração; São mais de 1100 mortes por dia, cerca de 46 por hora, 1 morte a cada 1,5 minutos (90 segundos); As doenças cardiovasculares são responsáveis por 30% dos óbitos no Brasil; 14 milhões de brasileiros têm algum problema cardiovascular; 23% da população do país, ou seja mais de 46 milhões de brasileiros, nunca foi a um cardiologista; 400 mil cidadãos brasileiros morrerão por doenças do coração e da circulação neste ano. Os dados são do cardiômetro, ferramenta da Sociedade Brasileira de Cardiologia que considera cálculos estatísticos e dados oficiais sobre óbitos;

10 de agosto

Especialidades no Pilar Hospital: entenda sobre a Neurocirurgia e os tratamentos avançados para condições neurológicas

A neurocirurgia é uma especialidade médica que se dedica ao tratamento de doenças e condições do sistema nervoso. Com o avanço da medicina e das técnicas cirúrgicas, a neurocirurgia se tornou uma área essencial no cuidado de pacientes com problemas neurológicos. Neste artigo, vamos explorar a importância da neurocirurgia, os tratamentos avançados disponíveis e a equipe multidisciplinar que desempenha um papel fundamental nessa especialidade. O Papel da Neurocirurgia no Tratamento de Condições Neurológicas A neurocirurgia é uma especialidade médica altamente especializada que desempenha um papel crucial no tratamento de uma ampla gama de condições neurológicas. Com o avanço da tecnologia e das técnicas cirúrgicas, os neurocirurgiões são capazes de oferecer opções terapêuticas inovadoras e personalizadas para cada paciente. Desde o diagnóstico e remoção de tumores cerebrais até o tratamento de doenças degenerativas do sistema nervoso, como a doença de Parkinson e a esclerose múltipla, a neurocirurgia tem o potencial de melhorar a qualidade de vida dos pacientes, aliviar sintomas debilitantes e até mesmo prolongar a sobrevida em certos casos. Com sua expertise e habilidades cirúrgicas avançadas, os neurocirurgiões desempenham um papel vital na equipe médica, oferecendo cuidados especializados e esperança aos pacientes afetados por condições neurológicas complexas. Um dos aspectos mais importantes da neurocirurgia é o tratamento de tumores cerebrais. Esses tumores podem ser benignos ou malignos e requerem uma abordagem cirúrgica cuidadosa para sua remoção ou redução. Os neurocirurgiões são treinados para realizar procedimentos complexos, como a craniotomia, que envolve a abertura do crânio para acessar o tumor e removê-lo ou realizar uma biópsia. Além disso, eles podem utilizar técnicas menos invasivas, como a neuroendoscopia e a radiocirurgia, para tratar tumores cerebrais de forma precisa e minimamente invasiva. O tratamento cirúrgico de tumores cerebrais visa não apenas a remoção do tumor, mas também a preservação das funções cerebrais vitais e a melhoria da qualidade de vida do paciente. Com o avanço da tecnologia e dos conhecimentos médicos, os neurocirurgiões têm obtido resultados cada vez mais promissores no tratamento de tumores cerebrais, proporcionando esperança e melhores prognósticos para os pacientes afetados por essa condição desafiadora. A neurocirurgia também desempenha um papel fundamental no tratamento de acidente vascular cerebral (AVC), uma condição que requer intervenção rápida e precisa para minimizar os danos cerebrais e permitir a recuperação do paciente. O AVC ocorre quando há uma interrupção do fluxo sanguíneo para o cérebro devido a um bloqueio ou ruptura de um vaso sanguíneo, resultando em danos às células cerebrais. Dependendo do tipo de AVC, os neurocirurgiões podem adotar diferentes abordagens para tratar a condição. No caso de um AVC isquêmico, que é causado por um bloqueio do vaso sanguíneo, os neurocirurgiões podem realizar uma cirurgia de desobstrução, como a trombectomia, para remover o coágulo e restaurar o fluxo sanguíneo para o cérebro. Já no caso de um AVC hemorrágico, que envolve uma ruptura do vaso sanguíneo, os neurocirurgiões podem realizar uma cirurgia de reparo ou colocação de um clip para controlar a hemorragia e aliviar a pressão no cérebro. A intervenção cirúrgica precoce e a expertise dos neurocirurgiões são essenciais para limitar os danos causados pelo AVC e maximizar as chances de recuperação do paciente. Além disso, a neurocirurgia é essencial no tratamento de doenças degenerativas do sistema nervoso, como a doença de Parkinson e a esclerose múltipla. Essas condições exigem uma abordagem multidisciplinar, com neurocirurgiões trabalhando em conjunto com neurologistas, fisioterapeutas e outros profissionais de saúde para fornecer o melhor tratamento possível aos pacientes. No caso da doença de Parkinson, por exemplo, a neurocirurgia pode ser utilizada em estágios avançados da doença para realizar a estimulação cerebral profunda, um procedimento no qual eletrodos são implantados no cérebro para fornecer correntes elétricas que ajudam a controlar os sintomas motores da doença. Já na esclerose múltipla, a neurocirurgia pode ser necessária para tratar complicações específicas, como a esfíncterotomia do esfíncter interno do esfíncter anal, a fim de aliviar sintomas como incontinência urinária ou fecal. Essas intervenções cirúrgicas podem melhorar significativamente a qualidade de vida dos pacientes e proporcionar alívio dos sintomas debilitantes associados a essas condições neurológicas progressivas. Além disso, a neurocirurgia desempenha um papel importante no tratamento de dor crônica relacionada ao sistema nervoso. Pacientes que sofrem de neuralgia do trigêmeo, por exemplo, podem se beneficiar de procedimentos neurocirúrgicos, como a descompressão microvascular, que envolve a colocação de um pequeno coxim entre o nervo trigêmeo e os vasos sanguíneos adjacentes para aliviar a pressão e reduzir a dor intensa causada pela condição. Outras condições, como hérnia de disco cervical ou lombar, podem exigir cirurgia neurocirúrgica para aliviar a compressão dos nervos e aliviar a dor crônica associada. Através desses procedimentos, os neurocirurgiões têm a capacidade de melhorar significativamente a qualidade de vida dos pacientes, proporcionando alívio da dor persistente e restaurando a funcionalidade normal. Tratamentos Avançados na Neurocirurgia A neurocirurgia se beneficia de avanços tecnológicos e terapêuticos que permitem o desenvolvimento de tratamentos cada vez mais eficazes. Um desses avanços é a neurocirurgia minimamente invasiva, que utiliza técnicas menos invasivas e incisões menores para reduzir o trauma cirúrgico e acelerar a recuperação dos pacientes. Essa abordagem oferece benefícios significativos, como menor dor pós-operatória, menor tempo de internação hospitalar e recuperação mais rápida em comparação com as técnicas cirúrgicas tradicionais. Além disso, a neurocirurgia minimamente invasiva pode resultar em cicatrizes menores e menor risco de complicações, permitindo que os pacientes retornem mais rapidamente às suas atividades diárias. Essa abordagem inovadora tem revolucionado a prática da neurocirurgia, oferecendo resultados positivos e melhorando a qualidade de vida dos pacientes. A cirurgia robótica também tem desempenhado um papel importante na neurocirurgia. Os sistemas robóticos permitem maior precisão e controle durante os procedimentos, minimizando o risco de complicações e proporcionando resultados mais precisos. Os cirurgiões podem realizar intervenções complexas com maior precisão, utilizando instrumentos robóticos controlados por computador. Essa abordagem oferece benefícios, como maior estabilidade e destreza, além de visualização tridimensional aprimorada, permitindo que os cirurgiões realizem procedimentos com mais segurança e eficácia. A cirurgia robótica também oferece a vantagem de incisões menores, o que resulta em menos dor, menor perda de sangue e recuperação mais rápida para os pacientes. Além disso, os sistemas robóticos permitem que os cirurgiões acessem áreas do cérebro de difícil alcance, tornando possível tratar condições complexas com maior precisão. Isso é especialmente relevante em cirurgias intracranianas delicadas, onde a manipulação precisa e cuidadosa das estruturas cerebrais é essencial. A incorporação da cirurgia robótica na neurocirurgia tem levado a avanços significativos no campo, permitindo a realização de procedimentos cada vez mais complexos com melhores resultados. Embora a habilidade e experiência dos cirurgiões sejam fundamentais, os sistemas robóticos proporcionam uma assistência valiosa, ajudando a melhorar a precisão e os resultados dos procedimentos neurocirúrgicos. No entanto, é importante ressaltar que a cirurgia robótica na neurocirurgia ainda é uma área em constante evolução, e nem todos os procedimentos podem se beneficiar dessa abordagem. A decisão de utilizar a cirurgia robótica é feita com base na avaliação cuidadosa do caso e na expertise dos neurocirurgiões. A segurança do paciente e a eficácia do procedimento são prioridades, e a equipe de neurocirurgia avalia cuidadosamente os benefícios e os riscos antes de adotar a cirurgia robótica em um determinado caso. A Importância da Equipe de Neurocirurgia A equipe de neurocirurgia é composta por profissionais capacitados e experientes, que trabalham em estreita colaboração para fornecer o melhor cuidado aos pacientes. Além dos neurocirurgiões, a equipe inclui neurologistas, radiologistas, anestesiologistas, enfermeiros especializados e outros profissionais de saúde. Essa abordagem multidisciplinar é essencial para garantir um diagnóstico preciso, planejar o tratamento adequado e fornecer um cuidado abrangente ao paciente. A colaboração entre os membros da equipe de neurocirurgia permite uma abordagem personalizada para cada caso, considerando as necessidades individuais e a complexidade da condição neurológica em questão. Os neurologistas desempenham um papel fundamental na avaliação clínica e no diagnóstico das condições neurológicas, ajudando a identificar os sintomas e fornecer informações valiosas para o plano de tratamento. Os radiologistas desempenham um papel crucial na interpretação das imagens de ressonância magnética, tomografia computadorizada e outros exames de imagem, fornecendo informações detalhadas sobre a anatomia e a patologia do sistema nervoso. Os anestesiologistas desempenham um papel fundamental no gerenciamento da dor e na administração de anestesia durante os procedimentos cirúrgicos, garantindo o conforto e a segurança do paciente. E os enfermeiros especializados em neurocirurgia fornecem cuidados diretos ao paciente antes, durante e após a cirurgia, monitorando sinais vitais, administrando medicamentos e fornecendo suporte emocional. A cooperação e a comunicação eficazes entre os membros da equipe são essenciais para garantir que os pacientes recebam o tratamento adequado e coordenado. As reuniões de equipe, onde os casos são discutidos e planos de tratamento são elaborados, permitem uma abordagem integrada e colaborativa. Essa abordagem centrada no paciente e baseada em evidências leva a melhores resultados e uma experiência de cuidado mais positiva para os pacientes. A neurocirurgia desempenha um papel vital no tratamento de condições neurológicas complexas. Com tratamentos avançados e uma equipe multidisciplinar altamente qualificada, essa especialidade médica oferece opções terapêuticas que podem melhorar a qualidade de vida dos pacientes e proporcionar resultados significativos. Ao entender a importância da neurocirurgia, podemos valorizar a sua contribuição para o campo da medicina e reconhecer a dedicação dos profissionais envolvidos nessa área. Seja no tratamento de tumores cerebrais, no manejo de doenças degenerativas do sistema nervoso ou no cuidado de condições neurológicas complexas, a neurocirurgia desempenha um papel fundamental no cuidado da saúde e no bem-estar dos pacientes. Através de técnicas avançadas, equipamentos de última geração e uma abordagem multidisciplinar, os neurocirurgiões têm o objetivo de proporcionar os melhores resultados possíveis para os pacientes. No Pilar Hospital, nossa equipe de neurocirurgiões está preparada para oferecer cuidados e tratamentos em neurocirurgia. Se você ou um ente querido necessita de cuidados neurológicos especializados, conte conosco. Além disso, a neurocirurgia está em constante evolução, com novas terapias e tecnologias sendo desenvolvidas para melhorar os resultados e a qualidade de vida dos pacientes. Com seu compromisso e expertise, os profissionais da neurocirurgia continuam a desempenhar um papel vital na saúde daqueles que necessitam de cuidados neurológicos especializados.

03 de agosto

Crise do pânico ou infarto: como diferenciar os sintomas e quando procurar ajuda

A crise do pânico e o infarto são duas condições que podem causar sintomas semelhantes, como dor no peito, falta de ar, palpitações e sensação de morte iminente. Cardiologista do Hospital Pilar, José Carlos Tarastchuk explica que uma das principais diferenças entre a crise do pânico e o infarto é a origem dos sintomas. “A crise do pânico é uma reação emocional que ocorre em situações de estresse ou medo. O infarto é um problema físico que acontece quando há uma obstrução do fluxo sanguíneo no coração”, explica. Outra diferença é a intensidade e a duração da dor no peito. “A dor da crise do pânico é mais leve e pode variar de acordo com o estado emocional da pessoa. A dor do infarto é mais forte e constante, não melhora com o repouso e pode irradiar para outras partes do corpo”, diz o médico. Por fim, o médico ressalta que a crise do pânico pode estar relacionada a alguns medos irracionais, como altura, animais, avião, entre outros. O infarto não tem essa associação, mas pode ter alguns fatores de risco, como tabagismo, obesidade, diabete, hipertensão e colesterol alto. O doutor Tarastchuk recomenda que as pessoas procurem um médico se tiverem algum dos sintomas descritos acima. “É melhor prevenir do que remediar. Muitas vezes, a crise do pânico pode ser um sinal de alerta para problemas cardíacos ou vice-versa. Por isso, é importante fazer um diagnóstico correto e iniciar o tratamento adequado”, conclui.

31 de julho

A Importância da Ressonância Magnética: Benefícios e Aplicações em Diferentes Regiões do Corpo

A ressonância magnética é um dos métodos mais avançados de diagnóstico por imagem disponíveis na medicina atual. Utilizando campos magnéticos e ondas de radiofrequência, esse exame é capaz de fornecer imagens detalhadas e em alta resolução de diversas estruturas do corpo humano. Neste artigo, vamos explorar os benefícios e as aplicações da ressonância magnética em diferentes regiões do corpo, destacando sua importância como exame complementar em diversos cenários clínicos. Ressonância Magnética: Uma Visão Geral A ressonância magnética é um desenvolvido método de diagnóstico por imagem que utiliza um poderoso campo magnético e ondas de radiofrequência para gerar imagens minuciosas das estruturas internas do corpo. Ao contrário de outros métodos de imagem, como raio-X ou tomografia computadorizada, a ressonância magnética não utiliza radiação ionizante, tornando-a uma opção segura para pacientes de todas as idades. Desta maneira, durante o exame, o paciente é posicionado dentro de um aparelho chamado de "magneto", que gera o campo magnético necessário. Em seguida, são emitidas ondas de radiofrequência que interagem com os átomos presentes no corpo, produzindo sinais que são captados por uma antena. Esses sinais são processados por um computador, que os transforma em imagens detalhadas e em alta resolução. Sendo assim,a ressonância magnética permite uma visualização minuciosa das estruturas anatômicas, desde órgãos internos até tecidos moles, articulações e vasos sanguíneos. Sua capacidade de fornecer imagens de alta qualidade em diferentes planos anatômicos permite uma avaliação abrangente e precisa, auxiliando médicos e especialistas no diagnóstico e planejamento de tratamentos. Diferença de Ressonância Magnética com e sem contraste A ressonância magnética sem contraste é realizada quando não é necessário distinguir áreas do corpo afetadas por uma patologia das áreas saudáveis. É comumente utilizada em exames ortopédicos, onde a ressonância magnética convencional fornece informações suficientes para avaliação e diagnóstico pelo médico. Por outro lado, a ressonância magnética com contraste envolve a administração intravenosa de uma substância de contraste durante o procedimento. Essa substância, geralmente um composto de gadolínio, ajuda a realçar certas estruturas ou tecidos no corpo, permitindo uma melhor visualização e análise de áreas específicas. A ressonância com contraste é comumente utilizada em casos em que é necessário uma maior precisão na detecção e caracterização de lesões, tumores, inflamações ou áreas de interesse clínico. A decisão de realizar a ressonância magnética com ou sem contraste depende do objetivo do exame e da avaliação médica. O médico irá considerar o histórico do paciente, os sintomas e a suspeita clínica para determinar qual abordagem é mais adequada. Ambos os tipos de exame têm seu valor e são importantes ferramentas diagnósticas na prática médica. A escolha do tipo de ressonância magnética a ser realizada será feita em conjunto com o paciente, visando obter o máximo de informações relevantes para um diagnóstico preciso e um tratamento adequado. Ressonância Magnética e segurança: A ressonância magnética é considerada um exame seguro quando os devidos cuidados são tomados antes de sua realização. Devido ao campo magnético intenso utilizado no procedimento, alguns pacientes com dispositivos metálicos ou eletrônicos, como marcapassos não-compatíveis, clipes de aneurisma cerebral antigos ou fixadores ortopédicos externos, não podem ser submetidos ao exame. No entanto, é importante ressaltar que a maioria dos dispositivos atualmente disponíveis são compatíveis com a ressonância magnética, muitos deles sem nenhuma restrição e outros requerendo cuidados especiais. Para garantir a segurança do paciente, é essencial realizar uma triagem adequada antes do exame. Essa triagem é rotineiramente conduzida por profissionais experientes e qualificados na área de radiologia. Durante a triagem, a equipe médica avalia os dispositivos e implantes presentes no paciente para determinar se são seguros para o ambiente da ressonância magnética. É fundamental que o paciente forneça informações precisas sobre dispositivos médicos, permitindo que os profissionais avaliem cuidadosamente a compatibilidade com o equipamento. Benefícios da Ressonância Magnética A ressonância magnética oferece uma série de benefícios em comparação a outros métodos de diagnóstico por imagem. Sua capacidade de fornecer imagens de alta qualidade e em diferentes planos anatômicos permite uma visualização detalhada das estruturas internas do corpo, auxiliando no diagnóstico preciso de uma ampla gama de condições médicas. Além disso, a ressonância magnética é um exame não invasivo, indolor e sem efeitos colaterais significativos. Isso a torna adequada para o uso em pacientes de todas as idades, incluindo crianças e gestantes. Com sua capacidade de fornecer imagens detalhadas e sua segurança comprovada, a ressonância magnética é amplamente utilizada em diversas áreas da medicina, incluindo neurologia, ortopedia, oncologia, cardiologia, entre outras. Seu papel essencial no diagnóstico precoce, acompanhamento de doenças e planejamento de tratamentos a torna uma ferramenta indispensável na prática médica atual. Aplicações da Ressonância Magnética em Diferentes Regiões do Corpo 3.1. Ressonância Magnética Cerebral A ressonância magnética cerebral é uma poderosa ferramenta de diagnóstico que permite obter imagens detalhadas do cérebro, auxiliando no diagnóstico e no monitoramento de uma variedade de condições neurológicas. Esse exame utiliza um campo magnético e ondas de radiofrequência para criar imagens de alta resolução das estruturas cerebrais, permitindo uma avaliação minuciosa da sua estrutura e função. Uma das principais aplicações da ressonância magnética cerebral é a detecção e caracterização de tumores cerebrais. Essas imagens detalhadas fornecem informações essenciais para os médicos avaliarem a localização, tamanho e características dos tumores, auxiliando no planejamento do tratamento adequado. Além disso, a ressonância magnética cerebral é fundamental no diagnóstico e acompanhamento de acidentes vasculares cerebrais (AVCs), permitindo a identificação de áreas de isquemia ou hemorragia e ajudando no monitoramento da recuperação dos pacientes. Outra aplicação importante da ressonância magnética cerebral é o diagnóstico de doenças degenerativas, como a doença de Alzheimer e a esclerose múltipla. Essas condições afetam a estrutura e a função cerebral, e a ressonância magnética pode revelar alterações específicas que auxiliam no diagnóstico e no acompanhamento da progressão da doença. Além disso, a ressonância magnética cerebral é utilizada na detecção de anomalias congênitas, permitindo avaliar a estrutura cerebral em busca de malformações ou outras alterações presentes desde o nascimento. A ressonância magnética cerebral também desempenha um papel importante no planejamento de tratamentos neurológicos. Com base nas imagens obtidas, os médicos podem identificar a localização precisa de lesões ou áreas de disfunção cerebral, auxiliando na seleção da abordagem terapêutica mais adequada. Além disso, a ressonância magnética cerebral é utilizada para monitorar a resposta ao tratamento ao longo do tempo, permitindo ajustes e otimizações quando necessário. 3.2. Ressonância Magnética da Coluna Vertebral A ressonância magnética da coluna vertebral é essencial para avaliar problemas relacionados a essa região do corpo. Esse exame fornece informações sobre as estruturas ósseas, os discos intervertebrais, os nervos e os tecidos moles ao redor da coluna vertebral. Com a ressonância magnética da coluna vertebral, é possível identificar condições como hérnias de disco, estenose espinhal, espondilolistese e tumores na medula espinhal. Além disso, esse exame auxilia no diagnóstico de infecções, inflamações e outras alterações que afetam a coluna. Deste modo, as imagens obtidas por meio da ressonância magnética permitem aos médicos uma visualização clara e precisa das estruturas da coluna vertebral. Essas informações são fundamentais para determinar o melhor tratamento para cada paciente, seja ele conservador ou cirúrgico. 3.3. Ressonância Magnética Abdominal A ressonância magnética abdominal desempenha um papel fundamental na avaliação dos órgãos abdominais, incluindo fígado, pâncreas, rins, vesícula biliar, baço e intestinos. Esse exame fornece informações detalhadas sobre a estrutura e a função desses órgãos, permitindo o diagnóstico preciso de diversas condições. Desta maneira, a ressonância magnética abdominal é especialmente útil na detecção e no acompanhamento de doenças hepáticas, como cirrose, hepatite e tumores no fígado. Além disso, ela auxilia no diagnóstico de tumores abdominais, cistos renais, doenças inflamatórias intestinais e obstruções do trato gastrointestinal. Quando utilizado com contraste, a ressonância magnética abdominal fornece informações adicionais sobre a circulação sanguínea e a perfusão dos órgãos abdominais, auxiliando na avaliação da vascularização e na detecção de anormalidades. 3.4. Ressonância Magnética Musculoesquelética A ressonância magnética musculoesquelética é um exame altamente eficaz na avaliação e diagnóstico de lesões e condições que afetam o sistema musculoesquelético. Essa técnica de imagem permite uma visualização detalhada das estruturas envolvidas, como ossos, articulações, músculos, tendões e ligamentos, fornecendo informações precisas sobre a extensão e a gravidade das lesões. Esse tipo de ressonância magnética desempenha um papel fundamental no diagnóstico de lesões esportivas, auxiliando atletas e profissionais da área da saúde a identificar lesões como estiramentos musculares, entorses articulares e rupturas de tendões. Além disso, a ressonância magnética musculoesquelética é amplamente utilizada na avaliação de doenças degenerativas das articulações, como a osteoartrite, e no diagnóstico de tumores ósseos. Através das imagens obtidas pela ressonância magnética, médicos e especialistas podem planejar um tratamento adequado e individualizado para cada paciente. A visualização detalhada das estruturas permite identificar lesões sutis, avaliar a extensão do dano tecidual e monitorar a resposta ao tratamento ao longo do tempo. Dessa forma, a ressonância magnética musculoesquelética desempenha um papel fundamental na tomada de decisões clínicas, contribuindo para melhores resultados e uma recuperação mais eficaz dos pacientes. A Importância da Ressonância Magnética como Exame Complementar A ressonância magnética é um exame complementar de extrema importância em diversas situações clínicas. Sua capacidade de fornecer imagens detalhadas e em diferentes planos anatômicos permite uma avaliação abrangente das estruturas do corpo, contribuindo significativamente para o diagnóstico preciso, o planejamento cirúrgico e o monitoramento do tratamento. A ressonância magnética é especialmente valiosa quando outros exames de imagem não fornecem informações suficientes ou quando é necessária uma análise mais detalhada das estruturas internas do corpo. Por exemplo, em casos de lesões complexas, tumores, doenças neurológicas, problemas musculoesqueléticos e condições abdominais, a ressonância magnética pode revelar aspectos importantes que ajudam os médicos a tomar decisões informadas sobre o tratamento. Além disso, a ressonância magnética oferece benefícios adicionais, como a ausência de radiação ionizante, tornando-a segura para pacientes de todas as idades, e a possibilidade de utilizar contrastes para obter informações mais precisas sobre certas áreas do corpo. Em resumo, a ressonância magnética é uma ferramenta poderosa na medicina, fornecendo informações detalhadas e essenciais para o diagnóstico e tratamento de uma ampla variedade de condições médicas. Sua capacidade de visualizar as estruturas internas do corpo de maneira não invasiva e altamente precisa a torna um recurso valioso no cuidado da saúde. Em suma, a ressonância magnética desempenha um papel fundamental na medicina moderna, fornecendo informações valiosas para o diagnóstico e tratamento de diversas condições médicas. Sua capacidade de fornecer imagens detalhadas e de alta resolução permite uma avaliação minuciosa das estruturas internas do corpo, auxiliando os profissionais de saúde a tomar decisões informadas. Exploramos os benefícios e as aplicações da ressonância magnética em diferentes regiões do corpo, destacando sua versatilidade e importância clínica. Desde a avaliação cerebral para diagnóstico de tumores e doenças neurológicas até a avaliação musculoesquelética para lesões e doenças articulares, a ressonância magnética oferece um amplo espectro de aplicações que contribuem para um melhor cuidado dos pacientes. Ao compreendermos a importância desse exame complementar, pacientes podem tomar decisões mais informadas sobre seus cuidados de saúde, enquanto profissionais de saúde podem utilizar essa ferramenta avançada para realizar diagnósticos mais precisos e planejar tratamentos mais eficazes. Em última análise, a ressonância magnética continua a desempenhar um papel vital na medicina moderna, fornecendo informações detalhadas e confiáveis que beneficiam pacientes e profissionais de saúde. É importante reconhecer o valor desse exame e continuar a explorar suas aplicações e avanços futuros, a fim de melhorar ainda mais a qualidade dos cuidados de saúde. Se você ou um ente querido precisa realizar exames de ressonância magnética com excelência e precisão, conte com a CEDIP. Conheça mais sobre nossos serviços e agende seu exame.

06 de junho

Hospital Pilar revoluciona a cirurgia de coluna no Brasil com o uso da inteligência artificial

A IA oferece a capacidade de simulação em tempo real durante a cirurgia. O Pilar Hospital, em Curitiba (PR), está aplicando uma técnica pioneira de cirurgia de coluna, que utiliza softwares de inteligência artificial (IA) em seu planejamento e execução. Essa abordagem inovadora, que marca o primeiro projeto desse tipo na América Latina, coloca o Hospital na vanguarda dos avanços médicos no Brasil. A cirurgia de coluna é um procedimento complexo que requer precisão e atenção meticulosa para garantir os melhores resultados para os pacientes. Com o advento da IA, o Pilar Hospital adotou uma nova abordagem que utiliza softwares de última geração para aprimorar o planejamento cirúrgico e a execução dos procedimentos. Essa tecnologia revolucionária possibilita aos cirurgiões acesso a informações detalhadas e insights valiosos, tornando as intervenções mais seguras, precisas e eficientes. Os softwares de IA são capazes de analisar imagens de ressonância magnética e tomografia computadorizada, identificando com precisão as estruturas anatômicas envolvidas e auxiliando os cirurgiões na definição da melhor abordagem para cada caso específico. Além disso, a IA oferece a capacidade de simulação em tempo real durante a cirurgia, permitindo ajustes e correções imediatas, garantindo uma maior precisão e minimizando os riscos associados ao procedimento. Dr. Luiz Roberto Aguiar, neurocirurgião do Pilar Hospital, expressa sua satisfação com os resultados obtidos até o momento: "Estamos empolgados com os avanços que a IA trouxe para a cirurgia de coluna. Com a ajuda desses softwares inteligentes, podemos personalizar cada intervenção de acordo com as necessidades do paciente, reduzindo os riscos e melhorando os resultados. Esta técnica pioneira está posicionando o Pilar como um centro de referência no tratamento da coluna vertebral". O Pilar Hospital continua a investir em pesquisa e desenvolvimento, buscando constantemente inovações que aprimorem a qualidade dos cuidados de saúde e tragam benefícios reais aos pacientes. A instituição reafirma seu compromisso em fornecer tratamentos de ponta e uma abordagem multidisciplinar para o bem-estar dos pacientes.

22 de maio

Cresce o número de obesos no país e estudo mostra que vacina da covid-19 tem menor tempo de eficácia nesse público

Obesidade atinge 6,7 milhões de pessoas no Brasil. Dados do Ministério da Saúde apontam que a obesidade atinge 6,7 milhões de pessoas no Brasil. O número de pessoas com obesidade mórbida ou índice de massa corporal (IMC) grau III, acima de 40 kg/m², atingiu 863.086 pessoas no ano passado. As informações públicas estão sendo divulgadas pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM). A obesidade grau I atinge 20% e a obesidade grau II já é 7,7% da população, o que representa 1,6 milhões de pessoas em 2022. Já o sobrepeso atinge atualmente 31% ou 6,72 milhões dos brasileiros que participaram da tabulação do SISVAN. Obesidade é o excesso de peso pelo acúmulo excessivo de gordura corporal. A obesidade é classificada utilizando o índice de massa corporal (IMC), que é a relação entre o peso corporal e a estatura. Considera-se sobrepeso quando está acima de 25 Kg/m2 e obesidade se o IMC for maior ou igual a 30 Kg/m2. A classificação da obesidade é feita da seguinte forma: Grau I: IMC entre 30 e 34,9; Grau II: IMC entre 35 e 39,9 e Grau III: (obesidade mórbida): IMC acima de 40. Outros problemas causados pela obesidade são as comorbidades e, entre elas, a diminuição da eficácia de vacinas, principalmente, a da covid-19, conforme estudo publicado pelas universidades de Cambridge e Edimburgo. Segundo os pesquisadores as pessoas com alto peso precisam de doses mais frequentes para manter em dia a sua imunidade. O estudo publicado nesta semana, na revista Nature Medicine, mostra que os obesos têm a capacidade de neutralizar o vírus diminuída em tempo inferior do que as de peso normal, além disso, as pessoas com obesidade grave (IMC superior a 40 kg/m²) têm risco 76% maior de resultados graves com a covid-19. Dr. Giorgio Baretta, cirurgião do aparelho digestivo e bariátrico do Pilar Hospital em Curitiba (PR) explica que a questão da obesidade vai além das questões estéticas. “A cirurgia bariátrica não só auxilia na perda de peso como salva vidas. Ela é altamente eficaz também para quem, sofre com doenças relacionadas à obesidade, as comorbidades, como a hipertensão, problemas cardiovasculares, diabetes e outras, além daqueles pacientes que têm indicativo de desenvolver alguma dessas doenças no futuro”, explica. O especialista comenta que a pandemia mostrou também a hipersensibilidade desses pacientes nos casos de doenças respiratórias. “Ficou demonstrado que os pacientes obesos corriam risco muito superior àqueles com peso normal e agora os estudos mostram que as vacinas duram um tempo menor em relação às demais pessoas. Por isso, é importante resolver o problema da obesidade”, completa. A cirurgia bariátrica é indicada quando o paciente já possui um histórico de tratamentos não efetivos que vão desde atividade física, reeducação alimentar e acompanhamento psicológico. “A bariátrica pode começar a ser considerada em um IMC a partir de 35,0, mas, além do peso, é preciso analisar como esse excesso afeta a qualidade de vida do paciente, com doenças como diabetes, pressão alta, colesterol, tromboses e cardiopatias, todas elas podem ser tratadas e controladas com a cirurgia”, explica Dr. Baretta. No Pilar Hospital as cirurgias bariátricas são realizadas com o auxílio do robô Da Vinci, que ajuda o cirurgião a realizar movimentos ainda mais precisos, além de procedimentos minimamente invasivos que permitem uma recuperação e saída do hospital em um menor tempo. “Na maior parte dos casos é possível receber alta e ir pra casa em 24 horas, pois as cirurgias são menores, contribui para que o paciente sinta menos dor e perca menos sangue”, completa o especialista.

16 de maio

Câncer de pulmão está entre os que mais retornam, principalmente, nos pacientes tabagismos

Sempre existe a probabilidade da doença retornar de acordo com o estágio da doença, o tipo do câncer e os hábitos de vida da pessoa A rainha do rock Rita Lee faleceu no último dia (09/05) vítima de câncer de pulmão. A cantora começou a ter sintomas, como crises respiratórias, no começo de 2021, quando recebeu o diagnóstico. Após, em abril de 2022, a família comemorava o tumor considerado como eliminado. Mas não demorou muito para os sintomas voltarem. O câncer de pulmão é o 5° tipo de tumor mais comum no país, segundo dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer). O termo “remissão” está relacionado à eliminação da doença, mas não é o mesmo que cura. De acordo com o glossário temático Controle de Câncer, publicado em 2013 pelo Ministério da Saúde, a definição correta de câncer em remissão é “diminuição ou desaparecimento de sinais ou sintomas de um câncer, comumente após a realização do tratamento proposto”. O material também faz referência à remissão parcial, remissão completa e remissão espontânea da doença. Conforme a médica cirurgiã torácica do Pilar Hospital, em Curitiba (PR), Cristiane Mignot Meyer, o termo remissão causa muita confusão, por isso, é complicado usar a palavra como sinônimo de cura. “Quando uma doença como essa começa a entrar em estágio de remissão é motivo sim para comemorar, mas não significa a cura do câncer. Por isso, há protocolos a serem seguidos e o tratamento continua”, comenta. A especialista avalia que, não somente nos casos de câncer de pulmão, mas em outros diversos, sempre existe a probabilidade da doença retornar de acordo com o estágio da doença, o tipo do câncer e os hábitos de vida da pessoa. “Nos casos de cânceres de pulmão os tabagistas precisam de cuidados redobrados. A situação ainda é mais complexa para aqueles que voltam a fumar após o tratamento, pois podem desenvolver, novamente, a doença, por isso, manter hábitos saudáveis e acompanhamentos médicos é fundamental para que, com o passar do tempo, as chances de retorno dos tumores diminuírem”, ressalta. O câncer de pulmão é responsável por mais de 30 mil mortes todo ano. A grande maioria dos casos ainda é diagnosticada em estágio tardio. “Aqueles tabagistas, principalmente, com mais de 50 anos, precisam fazer acompanhamento médico mais frequente, além de exames como tomografia de tórax, pois o diagnóstico precoce ajuda a reduzir a mortalidade por câncer de pulmão”, completa a cirurgiã. Muitas vezes a doença não apresenta sintomas nos estágios iniciais, por isso, é preciso consultar um especialista quando com alguns desses sinais, como tosse que não passa ou piora com o tempo, mudança nas características de tosse que já existia, dor no peito que não passa e piora quando a pessoa respira fundo ou tosse, dor no braço ou no ombro, tossir sangue ou catarro com cor de ferrugem, falta de ar, chiado no peito ou rouquidão, crises repetidas de bronquite ou pneumonia, inchaço no rosto ou pescoço, perda de apetite ou de peso inexplicáveis e fraqueza ou cansaço. O Pilar Hospital conta com um Pronto Atendimento Respiratório que pode ajudar os pacientes com diversos tipos de sintomas. Além disso, exames de imagem podem ser realizados na CEDIP - centro de exames e diagnósticos por imagens, que conta com 31 anos de atuação.  

11 de maio

Pilar Hospital recebe quarta geração do Robô Da Vinci

Agora, o Pilar Hospital passa a contar com uma versão ainda mais avançada, a quarta geração do Da Vinci X, que oferece maior padronização de instrumentais cirúrgicos e de componentes.  O Pilar Hospital, em Curitiba (PR) recebeu nesta semana (08/05) a quarta geração do Sistema Cirúrgico Robótico da Vinci X, um dos mais tradicionais sistemas de cirurgia robótica do mundo. Em 2020, a instituição foi a pioneira na capital paranaense a oferecer tratamentos com o robô Da Vinci, a tecnologia mais testada, com maior número de estudos científicos publicados, e o mais utilizado nos países de primeiro mundo, como nos Estados Unidos e em diversas regiões da Europa e da Ásia. Agora, o Pilar Hospital passa a contar com uma versão ainda mais avançada, a quarta geração do Da Vinci X, que oferece maior padronização de instrumentais cirúrgicos e de componentes, além de ampliar a conectividade e integração entre o software e a eficiência geral da sala de cirurgia robótica. A nova versão também apresenta um sistema com mais opções para os cirurgiões com a utilização do mesmo design dos braços robóticos. “Essa nova geração oferece mais recursos para os cirurgiões, com design otimizado dos braços robóticos, maior acesso a toda tecnologia avançada, como instrumentais de grampeamento e seladores de vasos, visualização avançada 3DHD com fluorescência Firefly e energia integral”, explica o coordenador de cirurgia robótica do Pilar Hospital, Dr. Ari Adamy. “O Da Vinci é o que há de mais avançado em termos de tecnologia na atualidade, oferece todos os benefícios da cirurgia minimamente invasiva para o paciente e traz até mais conforto para o cirurgião que irá realizar o procedimento”, comenta o cirurgião. O coordenador analisa que os pacientes terão ainda mais benefícios com a nova geração do Da Vinci. “A cirurgia robótica pode oferecer uma maior incrementação dos resultados, auxiliando também para a diminuição do tempo de internação, bem como menor sangramento. Nosso objetivo é tratar a doença de forma adequada e reabilitar o paciente, para que ele conquiste o ‘máximo de vida normal’, que tinha antes da cirurgia, no menor tempo possível”, analisa. Para receber equipamentos assim, tão avançados, quanto a quarta geração do Da Vinci X, é preciso ter uma equipe altamente preparada e que todos os serviços devem estar alinhados com essa tecnologia. Segundo a diretora técnica, Dra Maria Laura Nemer, “o Pilar Hospital adquiriu um parque tecnológico de ponta que permite que o paciente seja tratado de forma segura, eficiente, e com os melhores equipamentos do mercado. Com isso, todos os funcionários, todas as equipes foram treinadas. Nós alinhamos o que há de melhor em termos de tecnologia com a capacitação de recursos humanos. São equipes de alta qualidade, para que possamos aproveitar ao máximo a performance dessa nova versão”, diz. As duas primeiras cirurgias com a nova geração do Da Vinci foram realizadas no dia 08 de maio. “É surpreendente vermos o quanto a tecnologia vem auxiliando não só no tratamento de doenças, mas na qualidade de vida dos pacientes. Desde 2020, quando apostamos e investimos na aquisição do primeiro robô para Curitiba, o Pilar Hospital se tornou referência não só no atendimento aos pacientes, mas, também, na formação e capacitação de cirurgiões para a utilização do Da Vinci, de diversas partes do país. Isso nos enche de orgulho e temos certeza que a nova geração do equipamento fará ainda mais diferença no dia a dia de pacientes e profissionais médicos”, completa Rodrigo Milano, diretor presidente do Pilar Hospital.

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