Pilar Hospital : Ortopedia e Tratamento de Lesões em Curitiba

16/11/2023

Especialidades no Pilar Hospital : Ortopedia e Tratamento de Lesões em Curitiba

Se você está em busca de um tratamento ortopédico de qualidade em Curitiba, o Pilar Hospital é o lugar certo. Neste artigo, destacamos os tratamentos ortopédicos disponíveis no Pilar Hospital , com foco em nossa equipe de médicos, prontos para cuidar das suas necessidades de ortopedia e lesões musculoesqueléticas.

Ortopedia de Alto Nível

A ortopedia é uma especialidade médica que desempenha um papel crucial na manutenção da saúde e da funcionalidade do sistema musculoesquelético humano. Este campo da medicina concentra-se no diagnóstico, tratamento e prevenção de uma ampla variedade de condições que afetam os ossos, articulações, ligamentos, tendões e músculos do corpo. No Pilar Hospital, reconhecemos a importância vital da ortopedia e estamos comprometidos em oferecer serviços de alto nível nesta especialidade.

Diagnóstico Preciso

Um aspecto fundamental da ortopedia é o diagnóstico preciso. Nossos médicos ortopedistas possuem um profundo conhecimento da anatomia e funcionamento do sistema musculoesquelético. Eles utilizam uma combinação de técnicas clínicas, exames de imagem e avaliação física minuciosa para identificar a natureza e a extensão das condições ortopédicas de nossos pacientes. Como isso acontece?

Análise Clínica Detalhada

A primeira etapa do diagnóstico ortopédico envolve uma análise clínica detalhada. Nossos médicos realizam uma entrevista minuciosa com o paciente, nos atendimentos ambulatoriais do Pilar Centro Médico explorando os sintomas, a história médica e as circunstâncias que levaram à lesão ou condição ortopédica. Essa abordagem centrada no paciente nos ajuda a entender melhor o quadro clínico.

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Exames de Imagem de Alta Qualidade

Para obter uma visão mais profunda das estruturas musculoesqueléticas, nossos médicos utilizam uma variedade de exames de imagem de alta qualidade, como radiografias, ressonâncias magnéticas (RM) e tomografias computadorizadas (TC), que podem ser realizadas na CEDIP Medicina Diagnóstica em Curitiba e São José dos Pinhais. Essas imagens fornecem uma imagem clara das estruturas ósseas, articulações, ligamentos, tendões e músculos, permitindo uma análise minuciosa e a identificação de possíveis lesões ou anormalidades.

Avaliação Física Especializada

Além de análises clínicas e exames de imagem, a avaliação física especializada desempenha um papel vital. Nossos médicos ortopedistas conduzem avaliações físicas detalhadas para determinar a amplitude de movimento, a estabilidade das articulações e a força muscular. Essas avaliações ajudam a identificar áreas de preocupação e a avaliar a funcionalidade das estruturas musculoesqueléticas.

Tipos de Diagnóstico Ortopédico

Os diagnósticos ortopédicos podem abranger uma ampla gama de condições, desde lesões traumáticas a condições crônicas. Alguns dos diagnósticos mais comuns incluem:

  • Fraturas ósseas;
  • Luxações articulares;
  • Lesões de ligamentos (como o ligamento cruzado anterior);
  • Tendinites e rupturas de tendões;
  • Osteoartrite e outras doenças articulares degenerativas;
  • Lesões de cartilagem;
  • Síndromes de compressão nervosa.

Independentemente do diagnóstico, nossa equipe de médicos ortopedistas está preparada para oferecer tratamento personalizado e eficaz, garantindo que cada paciente receba o cuidado necessário para sua condição específica. No Pilar Hospital, a busca por diagnósticos precisos é o primeiro passo em direção a uma recuperação bem-sucedida e à melhoria da qualidade de vida de nossos pacientes.

Tratamento Multidisciplinar

Cada paciente é único, e é por isso que nossos médicos adotam uma abordagem personalizada para o tratamento ortopédico. Independentemente de se tratar de uma lesão esportiva, osteoartrite, fratura ou qualquer outra condição musculoesquelética, nossos especialistas desenvolvem planos de tratamento sob medida para atender às necessidades específicas de cada indivíduo. Isso pode incluir tratamentos não cirúrgicos, como fisioterapia, medicação e reabilitação, ou procedimentos cirúrgicos avançados quando necessário.

No Pilar Hospital em Curitiba, a ortopedia não é apenas uma especialidade médica isolada, mas parte de uma abordagem multidisciplinar. Nossos médicos ortopedistas trabalham em colaboração com outros profissionais de saúde, como fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e especialistas em dor, para garantir um tratamento completo e abrangente para nossos pacientes. Isso não apenas acelera a recuperação, mas também ajuda a prevenir complicações futuras.

Prevenção e Educação

A ortopedia não se limita apenas ao tratamento de lesões e condições musculoesqueléticas; ela também desempenha um papel fundamental na prevenção de futuros problemas. No Pilar Hospital, nossa equipe médica está comprometida em educar os pacientes sobre práticas saudáveis que podem ajudar a evitar lesões e problemas ortopédicos no futuro, permitindo-lhes desfrutar de uma excelente qualidade de vida a longo prazo.

A Importância da Prevenção

A prevenção ortopédica é fundamental porque muitas lesões e condições musculoesqueléticas podem ser evitadas com medidas adequadas. A compreensão e a adoção de práticas saudáveis podem reduzir o risco de lesões esportivas, osteoartrite, síndromes de compressão nervosa e outros problemas ortopédicos comuns.

Educação em Saúde

Nossos médicos ortopedistas estão empenhados em educar os pacientes sobre os fatores de risco e as melhores práticas para manter a saúde musculoesquelética. Isso inclui orientações sobre:

    • Exercícios Adequados: Recomendamos programas de exercícios personalizados, adaptados às necessidades e ao nível de aptidão de cada paciente. Isso pode ajudar a fortalecer os músculos, melhorar a flexibilidade e prevenir lesões.
    • Postura Correta: Incentivamos uma postura adequada no trabalho, em casa e durante atividades diárias. Uma postura correta pode reduzir o risco de dores nas costas, pescoço e ombros.
    • Medidas de Segurança: Fornecemos orientações sobre medidas de segurança, especialmente para aqueles que praticam esportes ou atividades físicas. O uso de equipamentos de proteção adequados e a adesão a práticas seguras podem minimizar o risco de lesões.
    • Estilo de Vida Saudável: Promovemos um estilo de vida saudável, incluindo uma dieta equilibrada e o controle do peso, que são fatores que podem impactar positivamente a saúde musculoesquelética.

Tratamento de Lesões Esportivas

As lesões esportivas são um aspecto inerente à vida de atletas, independentemente do nível de habilidade ou da paixão pelo esporte. No Pilar Hospital, reconhecemos que essas lesões podem ser mais do que meros contratempos; elas podem impactar profundamente a vida e a carreira dos atletas. Possuímos um profundo entendimento das demandas físicas que os esportes podem impor ao corpo e estamos totalmente preparados para lidar com as necessidades específicas dos atletas em sua busca pela recuperação e pelo aprimoramento de seu desempenho.

Cirurgia Ortopédica de Precisão

Em certos casos, a intervenção cirúrgica ortopédica é necessária para corrigir problemas musculoesqueléticos que não podem ser tratados de forma conservadora. No Pilar Hospital, nossos cirurgiões ortopédicos são verdadeiros mestres da arte da cirurgia de precisão. Eles realizam procedimentos avançados e altamente precisos, buscando restaurar a mobilidade e a qualidade de vida dos pacientes.

Reparo de Ligamentos e Tendões

Lesões nos ligamentos e tendões podem causar dor intensa e limitar significativamente a funcionalidade das articulações afetadas. No Pilar Hospital, nossos cirurgiões ortopédicos são especialistas em reparar essas estruturas fundamentais, utilizando técnicas cirúrgicas avançadas para recuperar a estabilidade das articulações e restaurar a funcionalidade perdida.

A Importância dos Ligamentos e Tendões

Ligamentos e tendões desempenham papéis vitais no sistema musculoesquelético. Os ligamentos são bandas de tecido que conectam os ossos em uma articulação, proporcionando estabilidade e limitando o movimento excessivo. Os tendões, por outro lado, conectam músculos a ossos, permitindo movimentos controlados. Quando essas estruturas são danificadas devido a lesões, esforço excessivo ou degeneração, a funcionalidade da articulação pode ser comprometida.

Nossos cirurgiões ortopédicos utilizam técnicas cirúrgicas avançadas para reparar ligamentos e tendões com precisão excepcional. Isso inclui a reconstrução de ligamentos rompidos ou danificados e a reparação de tendões lesionados. Durante os procedimentos, nossa equipe cirúrgica trabalha com atenção aos detalhes, garantindo que as estruturas sejam restauradas com firmeza e estabilidade.

Artroplastias (Substituição de Articulações)

Quando as articulações são severamente danificadas por condições como a osteoartrite, a artroplastia emerge como uma solução eficaz e transformadora. No Pilar Hospital, nossa equipe de cirurgiões ortopédicos é altamente especializada em procedimentos de substituição de articulações, oferecendo uma abordagem precisa e excepcional para restaurar a mobilidade e a qualidade de vida de nossos pacientes.

Entendendo a Necessidade de Artroplastia

Articulações saudáveis são essenciais para uma vida ativa e indolor. No entanto, quando a cartilagem nas articulações se desgasta, muitas vezes devido ao envelhecimento ou à osteoartrite, a dor crônica e a limitação de movimento podem se tornar incapacitantes. A artroplastia é recomendada quando tratamentos não cirúrgicos não proporcionam mais alívio significativo da dor ou restauração da funcionalidade.

Precisão Excepcional na Substituição de Articulações

Nossos cirurgiões ortopédicos são conhecidos por sua habilidade em procedimentos de substituição de articulações. Realizamos uma variedade de artroplastias, incluindo a substituição de quadril, joelho, ombro e outras articulações importantes do corpo. Cada procedimento é executado com extrema precisão, com foco em restabelecer a amplitude de movimento natural da articulação e minimizar a dor.

Abordagem Personalizada

Entendemos que cada paciente é único, com necessidades específicas e objetivos individuais. Portanto, nossa equipe de cirurgiões ortopédicos adota uma abordagem personalizada para cada artroplastia. Isso significa que consideramos fatores como a idade, o nível de atividade e a saúde geral do paciente ao planejar o procedimento. Nosso objetivo é proporcionar resultados sob medida que atendam às necessidades e expectativas de cada indivíduo.

Recuperação e Reabilitação Aprimoradas

Após a artroplastia, a recuperação é uma parte crucial do processo. Nossos pacientes recebem um plano de reabilitação personalizado, que inclui fisioterapia e acompanhamento próximo para restaurar gradualmente a mobilidade, a força muscular e a estabilidade da articulação substituída. Isso permite que os pacientes retornem a uma vida ativa com confiança.

Retorno a uma Vida Ativa

O objetivo final da artroplastia é proporcionar alívio da dor e restaurar a mobilidade, permitindo que os pacientes desfrutem de uma vida ativa novamente. Com nossos procedimentos de precisão e abordagem centrada no paciente, buscamos não apenas restaurar a funcionalidade, mas também melhorar significativamente a qualidade de vida de nossos pacientes.

Correção de Fraturas Complexas

Fraturas complexas representam desafios únicos e muitas vezes exigem abordagens cirúrgicas especializadas. No Pilar Hospital, nossa equipe de cirurgiões ortopédicos é amplamente experiente na correção de fraturas complexas, empregando técnicas cirúrgicas avançadas e tecnologia de ponta para alinhar e fixar os ossos com precisão. Isso não apenas promove uma recuperação mais rápida, mas também minimiza as complicações.

A Complexidade das Fraturas Complexas

As fraturas complexas são caracterizadas por várias características, como fraturas expostas, fragmentação óssea significativa ou lesões em articulações críticas. Essas fraturas podem resultar de acidentes traumáticos, quedas graves ou lesões esportivas. Devido à sua natureza intricada, a correção requer uma abordagem especializada.

Recuperação e Minimização de Complicações

Após a cirurgia, a recuperação é uma parte crucial do processo. Nossos pacientes recebem cuidados pós-operatórios especializados e um plano de reabilitação personalizado para ajudá-los a recuperar a mobilidade e a força óssea. A minimização de complicações, como infecções ou problemas de alinhamento, é uma prioridade constante durante todo o processo de tratamento.

Restaurando a Integridade Óssea e a Qualidade de Vida

O objetivo final da correção de fraturas complexas é restaurar a integridade óssea e, com isso, a qualidade de vida dos pacientes. Nossos cirurgiões ortopédicos estão dedicados a fornecer tratamento de ponta, garantindo que os ossos se curem adequadamente e que os pacientes possam retornar a uma vida ativa e funcional.

Reabilitação Personalizada

A recuperação após uma lesão ortopédica é um componente essencial para restaurar a mobilidade e a qualidade de vida dos pacientes. No Pilar Hospital, reconhecemos a importância vital desse processo e, como tal, nossa equipe de fisioterapeutas especializados trabalha em estreita colaboração com os pacientes para desenvolver planos de reabilitação personalizados. Nosso compromisso é restaurar a mobilidade e a função de maneira eficaz e segura.

Estabelecimento de Objetivos Claros

No início do processo de reabilitação, trabalhamos em conjunto com os pacientes para estabelecer objetivos claros e mensuráveis. Esses objetivos podem variar, desde recuperar a amplitude de movimento até retornar à prática de esportes ou atividades diárias sem dor. Estabelecer metas claras ajuda a manter o foco e a motivação durante todo o processo de recuperação.

Técnicas de Reabilitação Avançadas

Nossos fisioterapeutas empregam uma variedade de técnicas de reabilitação, incluindo exercícios terapêuticos, alongamento, fortalecimento muscular e mobilizações articulares. Eles utilizam equipamentos e modalidades de última geração para otimizar a eficácia do tratamento. Além disso, oferecemos treinamento sobre a correção da postura e ergonomia, o que é fundamental para prevenir futuras lesões.

Acompanhamento Contínuo e Adaptação

A reabilitação é um processo contínuo, e nossos fisioterapeutas monitoram de perto o progresso de cada paciente. Eles ajustam os planos de reabilitação à medida que os pacientes avançam em direção a seus objetivos. Esse acompanhamento cuidadoso é vital para garantir que a recuperação seja segura e eficaz.

No Pilar Hospital, a reabilitação personalizada é uma parte fundamental de nossa abordagem abrangente para o tratamento ortopédico. Estamos empenhados em ajudar os pacientes a recuperar a mobilidade, a função e a qualidade de vida após uma lesão ou cirurgia ortopédica. Acreditamos que, com o suporte adequado, todos os pacientes têm o potencial de alcançar uma recuperação bem-sucedida.

Nossos especialistas

Os médicos do Pilar Hospital dedicados à ortopedia e tratamento de lesões em Curitiba são profissionais experientes e comprometidos em proporcionar o melhor cuidado possível aos pacientes. Com vasta experiência no campo, eles estão prontos para avaliar, diagnosticar e tratar uma ampla gama de condições musculoesqueléticas, ajudando os pacientes a recuperar a mobilidade e a qualidade de vida. Sua abordagem centrada no paciente garante que cada indivíduo receba atenção personalizada e cuidados compassivos durante todo o processo de tratamento.

Nosso compromisso com a ortopedia e tratamento de lesões em Curitiba é evidente em tudo o que fazemos. O Pilar Hospital coloca o paciente em primeiro lugar, ouvindo atentamente suas preocupações e trabalhando em conjunto para criar planos de tratamento que atendam às suas necessidades individuais.

Se você está enfrentando uma lesão ortopédica ou precisa de orientação médica em Curitiba, confie no Pilar Hospital. Entre em contato conosco hoje mesmo para marcar uma consulta e dar o primeiro passo em direção à sua recuperação ortopédica. Estamos aqui para oferecer o cuidado e a expertise de que você precisa.

 

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17 de novembro

Sistema de Visualização Robótica KINEVO 900 do Pilar traz avanços em procedimentos cirúrgicos

O investimento em novas tecnologias é uma das novidades do Pilar Hospital para esse ano de 2020. A Instituição vem agregando equipamentos de última geração em seu parque tecnológico e oferece, entre as opções para os pacientes, o Sistema de Visualização Robótica KINEVO 900, da ZEISS. O equipamento chega para reforçar o empenho da Instituição em sua missão de oferecer medicina de qualidade e atendimento humanizado aos pacientes da região. O microscópio possui micromotores em todas as suas articulações, permitindo movimentos precisos e controlados à distância. Recursos de neuronavegação são acoplados ao microscópio o que torna possível realizar procedimentos com mínima invasividade e máxima segurança. Ao ser posicionado em frente ao campo operatório, o microscópio emite um laser, mede a distância focal e ajusta o foco automaticamente, sem que haja necessidade de intervenção humana neste processo. Com isso existe um aumento na precisão de posicionamento e o cirurgião realiza menos esforço, o que permite uma significativa redução no tempo de cirurgia, trazendo ainda mais segurança ao paciente. As características dessa tecnologia incluem: Processos cirúrgicos menos invasivos; Visão tridimensional com noção de profundidade; Melhor acesso à área afetada; Maior segurança e eficiência; Menor tempo de cirurgia; Alta precisão e objetividade. O KINEVO 900 possui sistema de óptica e iluminação avançados. A imagem captada pelo microscópio fica disponível a todos que estiverem na sala de cirurgia, projetada em um monitor 55’’ 3D/4K ou seja, com alta definição. Estas imagens podem ser inclusive gravadas. Por não precisar manipular o microscópio manualmente, o cirurgião ganha liberdade de ação e economia de movimentos, o que torna as cirurgias mais ergonômicas e seguras. Outro ponto importante é a integração com a neuronavegação, que mapeia tridimensionalmente as imagens captadas nos exames de imagem (ressonância e tomografias) e as processa em tempo real, permitindo ao cirurgião uma perfeita localização espacial mesmo em se tratando de estruturas cerebrais profundas. Projetando as imagens tridimensionais na retina do cirurgião, em um processo denominado realidade aumentada, permite ao médico saber onde uma lesão cerebral se encontra mesmo antes de abrir o crânio. O KINEVO 900 é indicado, principalmente, para cirurgias cranianas e de coluna, em neurocirurgia, e para aplicações nos nervos auditivos e base craniana, em otorrinolaringologia. Também pode ser utilizado em cirurgia traumática, plástica reconstrutiva e bucomaxilofacial, proporcionando processos cirúrgicos menos invasivos.

06 de junho

Hospital Pilar revoluciona a cirurgia de coluna no Brasil com o uso da inteligência artificial

A IA oferece a capacidade de simulação em tempo real durante a cirurgia. O Pilar Hospital, em Curitiba (PR), está aplicando uma técnica pioneira de cirurgia de coluna, que utiliza softwares de inteligência artificial (IA) em seu planejamento e execução. Essa abordagem inovadora, que marca o primeiro projeto desse tipo na América Latina, coloca o Hospital na vanguarda dos avanços médicos no Brasil. A cirurgia de coluna é um procedimento complexo que requer precisão e atenção meticulosa para garantir os melhores resultados para os pacientes. Com o advento da IA, o Pilar Hospital adotou uma nova abordagem que utiliza softwares de última geração para aprimorar o planejamento cirúrgico e a execução dos procedimentos. Essa tecnologia revolucionária possibilita aos cirurgiões acesso a informações detalhadas e insights valiosos, tornando as intervenções mais seguras, precisas e eficientes. Os softwares de IA são capazes de analisar imagens de ressonância magnética e tomografia computadorizada, identificando com precisão as estruturas anatômicas envolvidas e auxiliando os cirurgiões na definição da melhor abordagem para cada caso específico. Além disso, a IA oferece a capacidade de simulação em tempo real durante a cirurgia, permitindo ajustes e correções imediatas, garantindo uma maior precisão e minimizando os riscos associados ao procedimento. Dr. Luiz Roberto Aguiar, neurocirurgião do Pilar Hospital, expressa sua satisfação com os resultados obtidos até o momento: "Estamos empolgados com os avanços que a IA trouxe para a cirurgia de coluna. Com a ajuda desses softwares inteligentes, podemos personalizar cada intervenção de acordo com as necessidades do paciente, reduzindo os riscos e melhorando os resultados. Esta técnica pioneira está posicionando o Pilar como um centro de referência no tratamento da coluna vertebral". O Pilar Hospital continua a investir em pesquisa e desenvolvimento, buscando constantemente inovações que aprimorem a qualidade dos cuidados de saúde e tragam benefícios reais aos pacientes. A instituição reafirma seu compromisso em fornecer tratamentos de ponta e uma abordagem multidisciplinar para o bem-estar dos pacientes.

09 de março

Dia do Nefrologista: afinal, o que é Nefrologia?

Poucos conhecem a especialidade pelo nome, mas você conhece alguém que foi a um Nefrologista? A Nefrologia é a parte da Medicina que estuda, previne e trata doenças do Sistema Urinário, principalmente relacionadas ao rim. O aparelho renal é responsável pelo equilíbrio químico do nosso corpo. Quando esse órgão não funciona normalmente, a ação rápida é imprescindível para evitar problemas sérios. No Brasil, 21 mil pessoas iniciam tratamento por hemodiálise ou diálise anualmente. São os Médicos Nefrologistas que coordenam e supervisionam o processo para garantir a nossa saúde. No Dia do Nefrologista, a CEDIP traz algumas dicas e curiosidades sobre esta área essencial. Aproveite! Entendendo a nefrologia: 4 perguntas fundamentais Quais são as funções do Médico Nefrologista? O Sistema Urinário pode parecer pequeno, mas é fundamental e complexo. Portanto, o Médico Nefrologista exerce diversas atividades na promoção do bem-estar. Algumas delas são: Prevenção de doenças;Diagnóstico e tratamento de infecções urinárias;Diagnóstico e tratamento de patologias renais;Prevenção e tratamento de pedra nos rins;Realização de Hemodiálises;Realização de Diálises peritoneais;Transplante renal. Qual é a função do Sistema Urinário, em particular dos rins, em nosso bem-estar? O aparelho urinário é composto de dois rins, dois ureteres, a bexiga e a uretra. Eles atuam em conjunto, garantindo a filtração do sangue, a produção da urina e sua eliminação. Sua parte renal costuma receber atenção especial, pois é a porção que integra o Sistema com o resto do organismo. Em geral, os rins promovem: A eliminação de toxinas no sangue pela filtração;A regulação na formação de sangue e ossos;A regulação da pressão;O controle do balanço químico e de líquidos. Como prevenir doenças no Sistema Urinário? Para evitar doenças no Sistema Urinário, o primeiro passo é pesquisar fatores de risco. Hipertensão, diabetes, pedra nos rins e nefrites na família aumentam as chances de doenças na região. Outros agravantes estão relacionados aos hábitos. O fumo, a obesidade e o uso de medicações nefrotóxicas podem comprometer as funções do trato urinário. Confira algumas atitudes positivas para a saúde dos rins: Realizar atividades físicas regularmente;Evitar o excesso de sal;Manter o controle da pressão arterial;Realizar exames regulares de colesterol e glicose;Evitar o uso de anti-inflamatórios não hormonais;Hidratar-se corretamente todos os dias;Anualmente, fazer exames que avaliam a saúde renal;Não usar remédios sem prescrição médica. Quando devo visitar um Nefrologista? Quem tem mais de 40 anos deve realizar ao menos uma consulta ao ano com um Médico Nefrologista. Também são recomendados exames de creatinina, além do exame de urina, para avaliar precisamente a situação do aparelho urinário. Para pacientes de qualquer idade, mas com fatores de risco, a orientação é que o médico especialista seja visitado. Assim, são planejadas a prevenção e tratamento adequados. Já para a população em geral, a visita reserva-se para o aparecimento de sintomas. Alteração na urina, incômodo para urinar e dor intensa na região lombar indicam problemas no aparelho urinário. Em caso de dúvida, consulte seu médico e siga suas indicações. Na hora de realizar exames completos, conte com um laboratório completo. Conheça a excelência e conforto CEDIP! Fonte: Sociedade Brasileira de Nefrologia

23 de novembro

Pilar inicia procedimentos com torres cirúrgicas

Cirurgia minimamente invasiva realizada para diagnosticar e tratar doenças da região abdominal e pélvica, a videolaparoscopia traz como uma de suas características a importância de visualização dos detalhes, decisivos para o resultado do procedimento. No Pilar Hospital foi adquirido recentemente um equipamento considerado o que há de mais moderno nesse segmento e já está sendo utilizado por sua equipe de especialistas. Tratam-se das primeiras torres cirúrgicas de Curitiba para videolaparoscopia 4K – Karl Storz. A qualidade de imagem é o principal benefício dessa tecnologia, que aliada ao efeito de profundidade, traz fatores fundamentais para a segurança e eficiência na videocirurgia. Nitidez e imagem ampliada são outras características. São muitos os diferenciais desse equipamento, incluindo: Tecnologia 4K; Ampla capacidade de visualização; Riqueza de detalhes; Excelente efeito de profundidade; Alto brilho da imagem; Representação fiel das cores. A melhor visão, com cirurgias mais minuciosas e detalhadas, possibilita precisão nos movimentos do especialista, que consegue acessar áreas mais profundas e tornar ainda melhor a recuperação do paciente. Aliada ao conhecimento do médico, a técnica atua em patologias como tumores abdominais, endometriose e miomas de útero. Para conhecer toda a infraestrutura e ainda os diferenciais que tornaram o Pilar Hospital referência em saúde na capital paranaense, visite as nossas redes sociais e o nosso site. “É tempo de reinventar, é tempo de crescer”.

17 de abril

Fibrose Cística

[vc_row][vc_column][vc_single_image image="26324" img_size="full"][vc_column_text]Também conhecida como Mucoviscidose e popularmente chamada de doença do beijo salgado, a Fibrose Cística é uma grave doença hereditária e crônica que atinge cerca de 70 mil pessoas no mundo. Ela é causada por alterações nos genes e tem alto índice de mortalidade, especialmente entre as crianças. A probabilidade de um bebê nascer com essa doença varia de acordo com o material genético dos pais. Se ambos forem portadores do gene, há 25% de chance da criança não ser afetada, 50% de também ser portadora dessa alteração no gene e 25% de nascer com Fibrose Cística. Os órgãos mais afetados por ela são os pulmões e o pâncreas, que são obstruídos por causa do aumento da viscosidade do muco, que chega a ser de 30 a 60 vezes mais espesso do que o normal. Nos pulmões, esse aumento impede a passagem de ar, levando à proliferação de bactérias (pseudomonas e estafilococos). Isso pode causar uma infecção crônica e lesão pulmonar, podendo levar ao óbito se ocorrer uma disfunção respiratória. Já no pâncreas, acontece uma redução na produção de enzimas digestivas, que resulta na má nutrição.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text="Fatores de risco" font_container="tag:h2|font_size:24|text_align:left|color:%2300599b" use_theme_fonts="yes"][vc_empty_space height="10px"][vc_column_text]Apesar de ser comum em crianças, essa doença é muitas vezes silenciosa. Ou seja, o bebê não demonstra sintomas assim que nasce. Essa situação pode durar semanas, meses e até anos. Sem falar que a sua gravidade pode aumentar rapidamente. Por isso, é fundamental realizar a triagem neonatal para detectar a doença previamente.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text="Sintomas" font_container="tag:h3|font_size:24|text_align:left|color:%2300599b" use_theme_fonts="yes"][vc_empty_space height="10px"][vc_column_text]Dentre os sintomas mais comuns estão aqueles que sugerem problemas nos pulmões e no pâncreas. Por exemplo, tosse constante com catarro, surgimento de bronquite, sinusite, pneumonia e outras infecções respiratórias, dificuldade para ganhar peso, problemas de desenvolvimento, deficiência de vitaminas, diarreia frequente e gordurosa e aparecimento de pólipos nasais. Outro sintoma bastante característico é quando o suor tem sabor mais salgado do que o normal. Isso acontece porque os órgãos afetados expulsam uma quantidade anormal de sal. Por esse motivo, a Fibrose Cística também é conhecida como doença do beijo salgado, já que os pais sentem o gosto após beijar a pele do filho (a). [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text="Diagnóstico" font_container="tag:h4|font_size:24|text_align:left|color:%2300599b" use_theme_fonts="yes"][vc_empty_space height="10px"][vc_column_text]A melhor forma de diagnosticar a Fibrose Cística é realizando a triagem neonatal. Por isso, é fundamental fazer o teste do pezinho. Caso ele indique a possibilidade do bebê ter essa doença, ela poderá ser confirmada com o teste do suor. Nele, é possível analisar alterações no nível de cloro. Com essa constatação e com a presença de sintomas compatíveis, a Fibrose Cística pode ser confirmada.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Fontes: Associação Brasileira de Assistência à Mucoviscidose, Grupo Brasileiro de Estudos de Fibrose Cística, Ministério da Saúde, Unidos pela Vida - Instituto Brasileiro de Atenção à Fibrose Cística[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

22 de setembro

Câncer de Tireoide

[vc_row][vc_column][vc_single_image image="612" img_size="full"][vc_column_text]A tireoide é uma glândula localizada na parte anterior do pescoço que produz hormônios e atua no crescimento e desenvolvimento de crianças e adolescentes, na regulação dos ciclos menstruais das mulheres, no peso, na concentração, na memória, no humor e no controle emocional das pessoas. Quando há a multiplicação e crescimento descontrolado de células dessa glândula, caracteriza-se um tumor que, se for maligno, é chamado de câncer de tireoide.[/vc_column_text][bsf-info-box icon="Defaults-info-circle" icon_size="32" icon_color="#12a39e" title="Classificação da doença" title_font_color="#12a39e"][/bsf-info-box][vc_column_text css=".vc_custom_1486651714896{margin-top: -10px !important;}"]Podemos classificar os tipos mais comuns dessa doença em:[/vc_column_text][bsf-info-box icon="Defaults-chevron-right" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Carcinoma papilífero" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888" css_info_box=".vc_custom_1486651723533{margin-top: -10px !important;}"]O mais comum entre eles, acontece nas células foliculares, que produzem os hormônios T3 e T4, responsáveis por regularizar os sistemas nervoso, cardiovascular, reprodutor, entre outros.[/bsf-info-box][bsf-info-box icon="Defaults-chevron-right" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Carcinoma folicular" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888" css_info_box=".vc_custom_1486651762131{margin-top: -10px !important;}"]Tipo de câncer mais agressivo do que o papilífero, também ocorre nas células foliculares.[/bsf-info-box][bsf-info-box icon="Defaults-chevron-right" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Carcinoma medular" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888" css_info_box=".vc_custom_1486651769276{margin-top: -10px !important;}"]Originado nas células parafoliculares, células tais que produzem a calcitonina (hormônio que regula o cálcio no sangue).[/bsf-info-box][bsf-info-box icon="Defaults-chevron-right" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Carcinoma anaplásico" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888" css_info_box=".vc_custom_1486651782347{margin-top: -10px !important;}"]Tipo extremamente raro de câncer de tireoide.[/bsf-info-box][bsf-info-box icon="Defaults-exclamation-triangle warning" icon_size="32" icon_color="#12a39e" title="Sintomas e Fatores de Risco" title_font_color="#12a39e"][/bsf-info-box][vc_column_text]O principal sintoma da doença é o aparecimento de nódulo no pescoço, em geral indolor e de crescimento rápido. Outros sintomas incluem dificuldade na ingestão de alimentos, dificuldade na respiração, alterações na voz, rouquidão progressiva e dores na região cervical e/ou garganta. Os fatores de risco são: exposição frequente à radiação e histórico de câncer de tireoide na família.[/vc_column_text][bsf-info-box icon="Defaults-medkit" icon_size="32" icon_color="#12a39e" title="Diagnóstico" title_font_color="#12a39e"][/bsf-info-box][vc_column_text]Estimativas apontam que cerca de 60% da população brasileira tem nódulos na tireoide, mas somente 5% dos casos são malignos. A doença costuma aparecer com mais frequência em pessoas entre 25 e 65 anos, em especial as mulheres. Esse é o tipo mais raro de câncer, apesar de ser o tipo mais comum do sistema endócrino. Caso seja diagnosticado precocemente, as chances de sucesso do tratamento aumentam. Por isso, caso sinta os sintomas, procure um endocrinologista. Somente ele poderá solicitar uma série de exames, entre eles os de diagnóstico por imagem, como ultrassonografia, ecografias e punções [LINK], que podem confirmar a doença.[/vc_column_text][vc_column_text] Fontes: Instituto Nacional do Câncer, Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Instituto do Câncer, Sociedade Brasileira de Cirurgia de Pescoço e Cabeça e Serviço de Endocrinologia e Metabologia do HC da UFPR. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

07 de maio

Maio Roxo – Conscientização sobre as doenças inflamatórias intestinais

O dia 19 de maio é considerado o Dia Internacional da Doença Inflamatória Intestinal. Por esse motivo, existe o Maio Roxo. Nesse período, profissionais e instituições de saúde realizam uma campanha em prol da conscientização e prevenção das doenças inflamatórias intestinais. De acordo com o Grupo de Estudos da Doença Inflamatória Intestinal do Brasil, 13 em cada 100 mil brasileiros já possuíam uma doença inflamatória intestinal em 2018. E apesar de haver uma baixa prevalência, o número de casos foi aumentando nos últimos anos. Por essa razão, se tornou fundamental conscientizar a população sobre essas doenças. O que são doenças inflamatórias intestinais? As doenças inflamatórias intestinais, também conhecidas pela sigla DII, são patologias crônicas que causam lesões nos órgãos e tecidos que compõem o sistema digestivo. Cerca de 5 milhões de pessoas em todo o mundo possuem esse tipo de doença e, apesar de não serem fatais, elas requerem tratamento para evitar o agravamento do quadro. Além de poderem causar úlceras, sendo necessário internação ou cirurgia, as DII também aumentam as chances dos pacientes desenvolverem câncer intestinal. Sendo assim, é importante realizar um acompanhamento constante, com exames periódicos, para avaliar qualquer tipo de alteração. Quais são as doenças inflamatórias intestinais mais comuns? Existem duas DII que são mais comuns: a retocolite ulcerativa e a Doença de Crohn. Ambas afetam partes do sistema digestivo e podem causar sintomas semelhantes, como diarreia, dor abdominal, fadiga e perda de peso. Retocolite Ulcerativa: essa doença causa inflamação de longa duração e úlceras (feridas) no intestino grosso e reto. Ela atinge 46% dos pacientes com doenças inflamatórias intestinais. Doença de Crohn: na Doença de Crohn, a inflamação ocorre no revestimento do trato digestivo e se espalha profundamente. Ela atinge 53% dos pacientes com DII e pode acontecer em qualquer parte do tubo digestivo, desde a boca até o ânus. Quais são os sintomas? Os sintomas mais comuns de DII são: Diarreia;Febre;Fadiga;Cólicas intestinais;Dor abdominal;Sangue nas fezes;Apetite reduzido;Perda de peso não intencional. Como você pode notar, os sintomas das doenças inflamatórias intestinais variam conforme a gravidade. Além disso, vale ressaltar que eles não são constantes. Justamente por ficarem um tempo inativos, o paciente tem a sensação de que o mal-estar passou, achando não ser necessário consultar um médico. Quais são as principais causas? Mesmo após muito tempo de estudo, os especialistas ainda não detectaram uma causa específica para as doenças inflamatórias intestinais. Entretanto, existem alguns fatores que podem agravar os sintomas. Os principais deles são o estresse e a dieta. Nenhum desses são causadores da doença, mas podem prejudicar ainda mais o bem-estar do paciente. Com relação às causas, algumas pesquisas apontam que o mau funcionamento do sistema imunológico pode causar DII. Afinal, quando esse está combatendo um vírus ou bactéria, pode ocorrer uma resposta anormal, fazendo com que o sistema imunológico atinja também o trato digestivo. Quais são os fatores de risco? Idade: o diagnóstico das doenças inflamatórias intestinais geralmente é feito dos 15 aos 40 anos. Porém, há casos em que o paciente não desenvolveu a doença até chegar aos 50 ou 60 anos de idade.Histórico familiar: se algum parente próximo (pai, mãe ou irmãos) possui a doença, a probabilidade de você também desenvolvê-la pode aumentar.Cigarro: esse é um dos fatores de risco mais simples de controlar e também o mais importante para evitar DII, especialmente a Doença de Crohn.Medicamentos: medicamentos anti-inflamatórios não esteróides como ibuprofeno, naproxeno sódico e diclofenaco de sódio podem aumentar as chances do desenvolvimento de doenças inflamatórias intestinais. Além disso, eles também podem piorar o quadro de quem já foi diagnosticado com uma doença desse tipo.Fator ambiental: há alguns estudos que citam o fator ambiental como um risco para o desenvolvimento de uma DII. Isso se deve especialmente pelo aumento de casos em países desenvolvidos. A dieta rica em gordura, alimentos refinados e processados, além do clima frio, também parecem influenciar nos quadros dos pacientes. Quais são as possíveis complicações? Tanto a colite ulcerativa quanto a doença de Crohn podem levar a complicações. Dentre os agravamentos, que ambas as doenças podem causar, estão: câncer de cólon, inflamação na pele, nos olhos e nas articulações, efeitos colaterais de medicamentos, colangite esclerosante primária e coágulos de sangue. Porém, também existem algumas complicações específicas para cada doença. São elas: Complicações da Doença de Crohn: obstrução intestinal, desnutrição, úlceras, dístulas e fissura anal.Complicações da colite ulcerativa: megacólon tóxico, perfuração de cólon e desidratação grave. Vale ressaltar que as doenças inflamatórias intestinais não têm cura. Porém, ainda assim é fundamental buscar um médico quando for percebida qualquer alteração nos hábitos, especialmente se os sintomas forem persistentes. Afinal, somente após o diagnóstico de um especialista, o paciente poderá utilizar medicamentos e adotar novos hábitos que podem melhorar muito sua qualidade de vida e reduzir as chances de agravamentos.Agora que você já sabe tudo o que precisa sobre as doenças inflamatórias intestinais, clique aqui e conheça a CEDIP, clínica com a melhor tecnologia para o diagnóstico por imagem do Paraná.

07 de maio

Como usar máscara corretamente em tempos de Coronavírus

Usar máscara é uma medida necessária para reduzir o risco de contaminação pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). Essa é uma recomendação tanto do Ministério da Saúde quanto da própria Organização Mundial da Saúde (OMS). Entretanto, para que a máscara cumpra com a função principal dela — cobrir as entradas e saídas do vírus no organismo humano — é fundamental que ela seja manipulada corretamente. Independentemente, se o produto for de tecido ou descartável, as orientações de como usar máscara corretamente são as mesmas. Confira: Passo a passo de como usar máscara corretamente: Higienize completamente as mãos antes de tocar nas máscaras;Pegue a máscara sempre pelo elástico e nunca pelo tecido;Posicione a máscara de forma que ela cubra completamente o nariz e a boca;Prenda o elástico por trás das orelhas;Se necessário, ajuste cuidadosamente a máscara para que ela fique embaixo do queixo;Depois disso, evite tocar novamente na máscara;Após o uso, retire a máscara segurando pelos elásticos e jogue-a no lixo (se for descartável) ou coloque-a para lavar (tecido);Higienize completamente as mãos novamente. Erros comuns ao usar máscara que devem ser evitados: Deixar o nariz descoberto e/ou cobrir somente as narinas;Deixar o queixo exposto;Usar máscaras muito largas, com sobras nas lateriais;Tocar na máscara várias vezes;Puxar a máscara para o queixo;Deixar a máscara em cima da mesa ou de outros lugares e depois coloca-la novamente. Dicas para usar a máscara corretamente No caso das máscaras feitas de tecido, é importante que sejam confeccionadas de acordo com o perfil do usuário. Dessa forma, evitando que fiquem grandes ou apertadas. Caso precise remover a máscara por algum motivo, nunca a puxe para o queixo. A orientação é removê-la pelas cordinhas laterais. Além disso, a máscara precisa ser trocada sempre que ficarem úmidas ou a cada duas horas de uso. Máscaras descartáveis devem ser jogadas no lixo, de preferência, dentro de um saco plástico. Já as de tecido precisam ser higienizadas a cada uso. Para isso, basta lavá-las em uma solução de água e sabão, ou água com água sanitária. Porém, nunca misturando com outras roupas. Todavia, usar máscara não anula outras ações de prevenção. Como, por exemplo, lavar as mãos com água e sabão ou higienizá-las com álcool em gel, evitar aglomerações de pessoas, não tocar o rosto e cobrir o nariz e a boca sempre que for tossir ou espirrar. Confira também como se manter saudável estando em casa clicando aqui.

05 de novembro

Esteatose Hepática

Por: Helma Pinchemel Cotrim Introdução A esteatose vem se tornando uma doença do fígado cada vez mais conhecida da população em geral. Esse fato se deve a maior disponibilidade para realização de ultrassonografias de abdômen, exame de imagem que pode mostrar a esteatose e tem sido realizado com frequência em avaliações clínicas de rotina; e a crescente prevalência da obesidade em todo o mundo, que é uma das suas principais causas. A esteatose hepática é classificada em dois grandes grupos: causada pelo consumo excessivo e crônico de bebidas alcoólicas; causada por outros fatores de risco e denominada Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica (DHGNA), que será o objetivo principal dessa abordagem. O que é a esteatose hepática e o que significa a DHGNA? Esteatose caracteriza-se pelo acúmulo excessivo de gordura (lipidios) nas células do fígado denominadas hepatócitos. Essa pode permanecer estável por muitos anos e até regredir, se suas causas forem controladas. Se não o forem, a doença pode evoluir para a esteatoepatite. Nessa fase a esteatose se associa a inflamação e morte celular, fibrose (cicatrização) e tem maior potencial de progressão, ao longo dos anos, para cirrose e para o carcinoma hepatocelular (CHC) ou câncer de fígado. A Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica (DHGNA) inclui todo espectro: esteatose, esteatoepatite, cirrose e CHC. Fatores de risco para DHGNA Os principais fatores de risco ou causas de DHGNA estão relacionados a seguir e foram classificados em primários, secundários e doenças ou condições clínicas associadas. PRIMÁRIOS Obesidade e sobrepeso com obesidade centralDiabetes mellitusDislipidemia (aumento do colesterol e/ou triglicérides)Hipertensão arterial SECUNDÁRIOS Medicamentos: amiodarona, corticosteroídes, estrógenos, tamoxifeno.Toxinas ambientais: produtos químicosEsteróides anabolizantesCirurgias abdominais: bypass jejuno-ileal, derivações biliodigestivas. DOENÇAS QUE PODEM TER DHGNA ASSOCIADA Hepatite crônica pelo vírus CSíndrome de ovários policísticosHipotiroidismoSíndrome de apneia do sonoHipogonadismoLipodistrofia, abetalipoproteina, deficiência de lipase ácida. Obesidade, diabetes mellitus, dislipidemia são os fatores de risco mais frequentes. Esses se associam à hipertensão arterial e à síndrome metabólica, que é caracterizada pela presença de três ou mais das seguintes condições: obesidade central (aumento da gordura no abdômen), hipertensão arterial, dislipidemia e diabetes. A DHGNA é considerada o componente hepático da síndrome metabólica. Os fatores de risco secundários e as doenças que podem apresentar a DHGNA como parte do seu quadro clínico estão listadas acima. Por que a DHGNA e principalmente a esteatose têm sido tornadas cada dia mais conhecidas pela população? Porque é considerada a mais frequente doença de fígado da atualidade. Estima-se que entre 20 a 30% da população em todo o mundo seja portadora da DHGNA. Essa pode ocorrer em homens e mulheres, em todas as idades, incluindo as crianças e adolescentes. Também preocupante é a associação da DHGNA, quando não controlada, com a maior frequência de diabetes e hipertensão arterial e com o maior risco de doenças cardiovasculares (infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral). Como identificar a DHGNA ou como diagnosticá-la. A grande maioria dos pacientes não apresentam sinais ou sintomas, pois esta é uma doença silenciosa. A esteatose é inicialmente identificada porque o paciente realizou uma ultrassonografia de abdômen como parte de seus exames clínicos de rotina ou periódicos. O diagnóstico da esteatose é incidental, isto é, o exame não foi com o objetivo de identificar a esteatose. É importante destacar que a solicitação de ultrassonografias de abdômen para diagnóstico de esteatose está indicada apenas para os portadores dos fatores de risco para a doença, já mencionados acima. Não há indicação ou recomendação para realização de ultrassonografias para a população geral. Para o diagnóstico da DHGNA (esteatose ou esteatoepatite) é importante que os pacientes sejam avaliados através de uma consulta médica por um clínico ou hepatologista (especialista em doenças do fígado). Esses médicos, através de uma história clínica cuidadosa, identificarão os fatores de risco primários, secundários ou as doenças associadas. O exame físico deve ser completo e vai avaliar os níveis da pressão arterial, peso e altura para determinação do índice de massa corpórea (IMC), a medida da circunferência abdominal. Quanto maior a gordura no abdômen maior deve ser o depósito de gordura no fígado ou esteatose hepática. Depois da avaliação clínica, exames complementares colaboram com o diagnóstico da DHGNA. Esses incluem exames de laboratório (enzimas hepáticas, colesterol total e frações e triglicérides, glicemia, insulina entre outros), exames de imagem (ultrassonografia de abdômen, tomografia computadorizada, ressonância magnética e elastografia hepática) e, em casos selecionados, a biópsia do fígado, único exame até o momento capaz de estabelecer o diagnóstico seguro de esteatoepatite. Qual o tratamento para o paciente com DHGNA? A avaliação diagnóstica do paciente deve determinar em que fase da DHGNA o paciente se encontra: esteatose, esteatoepatite ou cirrose e deve também determinar os fatores de risco envolvidos. – DHGNA secundária ao uso de medicamentos: a sua suspensão ou adequação do esquema terapêutico são recomendadas, avaliando-se custo e benefício para o paciente. A suspensão do uso de esteroides anabolizantes deve ser recomendada assim como a investigação de exclusão dos demais fatores. – DHGNA associada a outras doenças como hipotireioidismo, síndrome do ovário policístico entre outras é importante o tratamento da doença principal. – DHGNA de causas primárias ou metabólicas: importante o controle da obesidade, diabetes, hipertensão arterial e dislipidemia (colesterol e/ou triglicérides elevados). Manter o controle dessas doenças é fundamental no tratamento da DHGNA. Medicamentos específicos para cada uma dessas condições clínicas pode ser utilizada. Atenção também deve ser dada ao diagnóstico de alterações cardiovasculares, causa importante de mortalidade nos pacientes com DHGNA. Para esses pacientes, mudanças no estilo de vida com alimentação equilibrada e atividade física regular são recomendadas para todos os pacientes. A dieta deve ser orientada por médicos e nutricionistas e adaptada às condições clínicas do paciente. Atenção deve ser dada às doenças associadas, como obesidade, diabetes e hipertensão arterial. Não são recomendados suplementos alimentares e medicações sem registro dos órgãos de vigilância credenciados. A atividade física deve ser recomendada, incentivada e adaptada às condições clínicas e idade dos pacientes, considerando-se também se esses são sedentários, ativos ou atletas. Para aqueles sem limitações a atividade aeróbica por 30 minutos pelo menos cinco vezes por semana associada à musculação duas vezes por semana pode ser recomendada. Alguns medicamentos podem ajudar no tratamento da esteatoepatite não alcoólica, entretanto esses devem ser orientados pelo hepatologista. Qual o prognóstico da DHGNA? O prognóstico pode ser bom, mas depende da fase em que a doença for diagnosticada e principalmente da aderência dos pacientes às condutas clínicas e tratamentos recomendados. Desde que controlados os fatores que causaram a doença, a esteatose pode permanecer estável em torno de 70 a 80% dos pacientes. Em 20 a 30% dos casos a esteatose pode evoluir para esteatoepatite, que pode ser controlada com o tratamento adequado. Entretanto, essa forma da doença tem maior potencial de progressão ao longo dos anos para cirrose e carcinoma hepatocelular, se não for devidamente orientada. Assim, duas condutas são fundamentais e determinantes para um melhor prognóstico para o paciente portador de esteatose ou esteatoepatite: diagnóstico precoce indicado para as pessoas de maior risco (obesos, diabéticos, portadores de hipertensão arterial e dislipidemia); aderência dos pacientes, ao longo da vida, às condutas e tratamento, orientadas pelo seu médico. DIETA PARA AFINAR O SANGUE E TIRAR A GORDURA DO FÍGADO (ESTEATOSE HEPÁTICA) Não tem como fugir: o primeiro passo para salvar o fígado é se livrar do peso extra e da gordura que se acumula na barriga. Alimentos que devem ser consumidos frequentemente para afinar o sangue: Abacate: Comer abacate todos os dias pode ajudar a reduzir o LDL em até 17%, aumentando o HDL, ou seja, privilegiando o equilíbrio entre os dois. Aspargos: Os aspargos conseguem remover os coágulos já formados, diminuem a inflamação, mantêm as artérias desobstruídas.Azeite de Oliva: O consumo regular do azeite de oliva, reconhecidamente, reduz o risco de acidente vascular cerebral em até 41%.Beterraba: contém betaína (só a beterraba tem) e ácido fólico que neutralizam a homocisteína nos vasos sanguíneos (a homocisteína, em excesso pode causar infarte do miocárdio). A beterraba também é rica em potássio e magnésio, elementos básicos para a saúde cardiovascular e a manutenção do equilíbrio da pressão arterial.Brócolis: rico em vitamina E, previne os coágulos sanguíneos. Além do mais, o brócolis contém luteína, muito necessário para prevenir o envelhecimento dos olhos e afastar a catarata que todos nós, um dia, teremos. E, olha só, o brócolis também é fonte da vitamina K, importante para impedir que o cálcio danifique suas artérias.Castanhas: todas as castanhas e nozes têm boas gorduras que ajudam nosso coração, pois contêm gorduras mono-saturadas, ácidos graxos ômega-3 e ácido alfalinolêico, substâncias que reduzem os níveis de colesterol ruim. Um punhado destes alimentos, no lanche, já dá um bom efeito. É bom misturar nozes, castanhas-de-caju, amendoins, pistache, amêndoas e avelãs, num mix gostoso que se pode comer assim, com chá, cerveja ou até jogar no iogurte, na salada de fruta, enfim, do jeito que você gosta mais. Só que não abuse na quantidade, pois estes são também alimentos altamente calóricos.Caqui: o caqui é rico em fibras, polifenóis e antioxidantes, e esse trio trabalha contra o acúmulo de gordura, reduz o LDL e os triglicérides para além de combaterem os radicais livres. Cebola: Os compostos sulfúricos, os tais que fazem arder os olhos, também afinam o sangue e ajudam no aumento dos índices do HDL. A cebola contém quercetina, um antioxidante e anti-inflamatório potente que também ajuda na dissolução das placas de colesterol criada num processo inflamatório. Comer cebola ajuda a equilibrar a pressão arterial, com a fluidificação do sangue e reduz o nível de açúcar, sendo ótima para diabéticos. Esses benefícios são da cebola crua, então abuse dela nas saladas, sem dó.Chá verde: Esta bebida natural contém o antioxidante catequina que impede que as gorduras dos alimentos ingeridos sejam absorvidas pelo organismo. De uma a duas xícaras por dia, a qualquer hora, é suficiente, mas evite os horários noturnos, pois seu sono pode fugir.Espinafre: O espinafre é rico em potássio e ácido fólico, o que ajuda a reduzir em até 11% o risco de doenças cardíacas, dizem os estudiosos, pela sua ação de desobstrução das artérias.Laranja: A laranja é fruta rica em nutrientes e possui elevadas quantidades de antioxidantes, portanto, de grande ajuda para a saúde dos vasos sanguíneos e o equilíbrio da pressão arterial. Prefira os sucos extraídos na hora, de manhã. Mas prefira mesmo é chupar a laranja e comer o bagaço. Aí sim é que o bem será completo.Melancia: A melancia, em salada de fruta, talhada ou em suco é tudo isso: hidratante, antioxidante, diurética e estimulante. A melancia estimula a produção de óxido nítrico, que ajuda na dilatação dos vasos sanguíneos e mantém a boa saúde do coração. Romã: Meio copo ao dia de suco de romã pode ajudar muito na prevenção dos entupimentos e no equilíbrio da pressão arterial.Tomate: Contém licopeno, um antioxidante que reduz os níveis do LDL oxidado, diminuindo o risco de coágulos. Também ajudam a afinar o sangue e, nos homens, a prevenir o câncer de próstata.Carnes brancas: Como a gordura no fígado tem se tornado uma doença cada vez mais comum, é importante controlar o consumo de lipídios nas refeições. E, se você já tiver sido diagnosticado com este quadro, sua principal fonte de alimento virá das proteínas. As carnes brancas unem estes dois aspectos: são fontes proteicas com menor teor de gordura. Se tiver dificuldade em abrir mão da carne vermelha, opte pelos cortes mais magros, com menos gordura. Entre eles, o coxão duro, coxão mole, filé mignon e alcatra.Leite e derivados: Também devem fazer parte da dieta por conta do fator proteico. Opte pelo leite desnatado ou semi e o queijo branco, que têm menos gordura.Clara de ovo: A parte transparente do ovo é rica em proteína. Portanto, uma omelete de claras pode ser o jantar ideal para dar aquele alívio para o seu fígado.Frutas "magras": A frutose, o açúcar das frutas, também pode ser uma grande inimiga do fígado. Após a absorção desses açúcares pelo intestino, a frutose é metabolizada no fígado, que irá converter seu excesso em gordura. Quando ocorre excesso de frutose, também desenvolvemos resistência à insulina (hormônio que controla as taxas de glicose no sangue). Pera, ameixa e melão são alguns exemplos de frutas com poucas calorias. Mesmo assim, coma até três porções por dia.Verduras: A alimentação rica em fibras ajuda a manter as taxas de açúcar no sangue normalizadas, assim como também diminui a absorção de gorduras pelo corpo. A dica é comer um prato de salada antes da refeição e colocar alguns legumes no prato. Se não conseguir fazer os dois, opte por um ou outro, mas não deixe de comer fibras. Arroz integral: Em vez de comer o arroz branquinho no almoço, opte pela versão integral, que possui mais fibras. Evite, no entanto, os carboidratos de qualquer origem pela noite, quando o corpo tem mais dificuldade para metabolizar os alimentos. Café: De acordo com um estudo publicado em 2017 pelo Journal of Hepatology, o consumo de café e chás de ervas contribui para menor progressão da fibrose hepática, que se desenvolve quando o fígado é lesionado repetidamente - o que pode resultar em cirrose. O consumo seguro de cafeína é de três xícaras ao dia. O QUE É BOM EVITAR: Bebidas alcoólicas: O álcool é a mais conhecida e a principal causa das lesões hepáticas. Seu consumo excessivo pode, inclusive, evoluir para cirrose (lesão crônica do fígado) e provocar a necessidade de transplante. A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que o limite de álcool seja de 30 gramas por dia --equivalente a duas latas de cerveja. Se você já sofrer de alguma condição no fígado, deve eliminar a bebida. Massas e pães: A restrição de carboidratos simples é fundamental na dieta para esteatose hepática, já que, com menos carbo, haverá menos glicose no fígado e, consequentemente, menos gordura. Portanto, restrinja o consumo de alimentos provenientes da farinha branca. Sucos naturais e de caixinha: Quem já tem alguma predisposição a doenças no fígado deve também ficar atento ao consumo de sucos - tanto naturais quanto em caixinha. Acontece que o suco natural acaba perdendo as fibras quando é feito, que servem para contrabalançar a absorção da frutose, diminuindo os malefícios deste açúcar. Os sucos de caixinha também são ricos em açúcar, portanto também devem ser evitados. Bacon e gorduras: Alimentos ricos em gorduras saturadas e trans, como bacon, embutidos, bifes com gordura, manteiga, sorvetes, chocolates e congelados precisam ser consumidos com bastante moderação. Doces: O excesso de açúcar também pode causar o depósito de gordura no fígado. Portanto, se quiser um docinho, opte pelas versões diet, que não levam açúcar. A gelatina diet é uma boa e fácil opção. Helma Pinchemel Cotrim Profa. Titular de Gastroenterologia e HepatologiaFaculdade de Medicina da Bahia – Universidade Federal da BahiaLíder do Grupo de Pesquisas em Esteato- Hepatite Não Alcoólica- CNPq-UFBAEspecialista em Hepatologia pela Sociedade Brasileira de Hepatologia.

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