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Pilar Hospital recebe quarta geração do Robô Da Vinci

Agora, o Pilar Hospital passa a contar com uma versão ainda mais avançada, a quarta geração do Da Vinci X, que oferece maior padronização de instrumentais cirúrgicos e de componentes.  O Pilar Hospital, em Curitiba (PR) recebeu nesta semana (08/05) a quarta geração do Sistema Cirúrgico Robótico da Vinci X, um dos mais tradicionais sistemas de cirurgia robótica do mundo. Em 2020, a instituição foi a pioneira na capital paranaense a oferecer tratamentos com o robô Da Vinci, a tecnologia mais testada, com maior número de estudos científicos publicados, e o mais utilizado nos países de primeiro mundo, como nos Estados Unidos e em diversas regiões da Europa e da Ásia. Agora, o Pilar Hospital passa a contar com uma versão ainda mais avançada, a quarta geração do Da Vinci X, que oferece maior padronização de instrumentais cirúrgicos e de componentes, além de ampliar a conectividade e integração entre o software e a eficiência geral da sala de cirurgia robótica. A nova versão também apresenta um sistema com mais opções para os cirurgiões com a utilização do mesmo design dos braços robóticos. “Essa nova geração oferece mais recursos para os cirurgiões, com design otimizado dos braços robóticos, maior acesso a toda tecnologia avançada, como instrumentais de grampeamento e seladores de vasos, visualização avançada 3DHD com fluorescência Firefly e energia integral”, explica o coordenador de cirurgia robótica do Pilar Hospital, Dr. Ari Adamy. “O Da Vinci é o que há de mais avançado em termos de tecnologia na atualidade, oferece todos os benefícios da cirurgia minimamente invasiva para o paciente e traz até mais conforto para o cirurgião que irá realizar o procedimento”, comenta o cirurgião. O coordenador analisa que os pacientes terão ainda mais benefícios com a nova geração do Da Vinci. “A cirurgia robótica pode oferecer uma maior incrementação dos resultados, auxiliando também para a diminuição do tempo de internação, bem como menor sangramento. Nosso objetivo é tratar a doença de forma adequada e reabilitar o paciente, para que ele conquiste o ‘máximo de vida normal’, que tinha antes da cirurgia, no menor tempo possível”, analisa. Para receber equipamentos assim, tão avançados, quanto a quarta geração do Da Vinci X, é preciso ter uma equipe altamente preparada e que todos os serviços devem estar alinhados com essa tecnologia. Segundo a diretora técnica, Dra Maria Laura Nemer, “o Pilar Hospital adquiriu um parque tecnológico de ponta que permite que o paciente seja tratado de forma segura, eficiente, e com os melhores equipamentos do mercado. Com isso, todos os funcionários, todas as equipes foram treinadas. Nós alinhamos o que há de melhor em termos de tecnologia com a capacitação de recursos humanos. São equipes de alta qualidade, para que possamos aproveitar ao máximo a performance dessa nova versão”, diz. As duas primeiras cirurgias com a nova geração do Da Vinci foram realizadas no dia 08 de maio. “É surpreendente vermos o quanto a tecnologia vem auxiliando não só no tratamento de doenças, mas na qualidade de vida dos pacientes. Desde 2020, quando apostamos e investimos na aquisição do primeiro robô para Curitiba, o Pilar Hospital se tornou referência não só no atendimento aos pacientes, mas, também, na formação e capacitação de cirurgiões para a utilização do Da Vinci, de diversas partes do país. Isso nos enche de orgulho e temos certeza que a nova geração do equipamento fará ainda mais diferença no dia a dia de pacientes e profissionais médicos”, completa Rodrigo Milano, diretor presidente do Pilar Hospital.

Maio cinza alerta a população sobre o câncer cerebral

Em caso de sintomas como déficits cognitivos e dor de cabeça que muda de frequência, localização e intensidade, pacientes devem buscar atendimento médico  Neste mês, ocorre em todo o Brasil o Maio Cinza, campanha de conscientização sobre o câncer cerebral. Responsável pelas ações voluntárias do corpo humano, o cérebro é também o centro de controle de vários processos orgânicos. A possibilidade de desenvolvimento de um câncer neste órgão corresponde a um panorama grave devido à sua importância. O câncer cerebral pode ocorrer basicamente de três formas, segundo explica o Dr Leo Ditzel Filho, neurocirurgião do Pilar Hospital. “Estas três formas são tumores primários (em que células do sistema nervoso central sofrem uma mutação e começam a se reproduzir de maneira descontrolada, como no glioblastoma multiforme), tumores metastáticos (em que um câncer originário de outro sistema do corpo, como  a mama ou o pulmão, envia células que se implantam no cérebro, formando metástases cerebrais) e tumores dos tecidos vizinhos ao cérebro (cabeça, pescoço, cavidades nasais, órbita) que invadem o cérebro ao se expandirem”. Recentemente, o coordenador médico de um grande clube de futebol brasileiro foi vítima deste câncer, que o levou a óbito com apenas 42 anos. Ele lutava contra a doença desde 2020, um tempo bastante curto (menos de três anos), que mostra a gravidade deste tipo de câncer, em uma área muito sensível do corpo. “O câncer cerebral primário mais agressivo, o glioblastoma multiforme, é uma doença de rápida progressão e com altas taxas de mortalidade”, relata Dr. Leo. O diagnóstico é feito principalmente através de exames de imagem, como a tomografia e a ressonância nuclear magnética. “Pacientes que apresentem sintomas como dor de cabeça de início recente, dor de cabeça que não melhora ou que muda de padrão (frequência, localização, intensidade), crises convulsivas de início recente ou déficit neurológicos (diminuição de força nos braços ou pernas, perda visual ou auditiva) devem ser avaliados pelo médico neurologista, que irá indicar a investigação adequada”, orienta. O médico relata que, infelizmente, não existem medidas específicas que previnam essa doença, além de medidas gerais de promoção da saúde que visam prevenir todo tipo de câncer, tais como: alimentação saudável, prática de exercícios, vida social ativa, evitar o abuso de bebidas alcoólicas e o tabagismo, entre outras. Para o tratamento e diagnóstico de câncer cerebral, o Pilar Hospital conta com um conjunto de profissionais e equipamentos necessários para atender os pacientes, que inclui neuroradiologia, equipe de neurologia e neurocirurgia com atendimento 24 horas, centro de oncologia e radioterapia, além de médicos qualificados, com treinamento específico nesta área em centros de referência internacional. Para dar ao paciente os melhores recursos para combater essa doença desafiadora com a comodidade e segurança, o hospital dispõe da mais alta tecnologia cirúrgica, com microscópio de última geração (com capacidade de visualização das células tumorais com filtros especiais, como a fluoresceína sódica e 5-ALA), neuronavegador e o único tomógrafo intraoperatório AIRO do país, que possibilita a realização de exames dentro da própria sala de cirurgia, permitindo assim ao cirurgião certificar-se da remoção completa da lesão antes mesmo de acordar o paciente.  

Estresse descontrolado eleva o risco de infartos

Sintomas do estresse podem ser confundidos facilmente com infarto e AVC, por isso, importante é buscar atendimento médico imediato. O estresse, além de causar muitos prejuízos à nossa qualidade de vida, causar depressão e ansiedade, ele também pode ser um agravante para a saúde do coração. Atualmente, segundo o Ministério da Saúde, de 80 a 90% das consultas em Pronto Atendimentos, com clínicos gerais, são devido a quadros ocasionados pelo estresse. No Brasil, ele é a quarta causa de infarto agudo do miocárdio, perdendo apenas para o colesterol, para o tabagismo e para a pressão alta. De acordo com a sociedade brasileira de cardiologia, o estresse libera no organismo alguns hormônios, como a adrenalina e noradrenalina. “São substâncias vasoconstritoras, ou seja, que estreitam as artérias, elevando a pressão arterial e a frequência cardíaca. Também acarretam alterações no batimento cardíaco, o que pode ser ainda mais grave naqueles com algum tipo de doença cardíaca”, explica o cardiologista do Pilar Hospital, em Curitiba (PR), José Carlos Tarastchuk. O estresse, além de causar muitos prejuízos à nossa qualidade de vida, causar depressão e ansiedade, ele também pode ser um agravante para a saúde do coração. Atualmente, segundo o Ministério da Saúde, de 80 a 90% das consultas em Pronto Atendimentos, com clínicos gerais, são devido a quadros ocasionados pelo estresse. No Brasil, ele é a quarta causa de infarto agudo do miocárdio, perdendo apenas para o colesterol, para o tabagismo e para a pressão alta. De acordo com a sociedade brasileira de cardiologia, o estresse libera no organismo alguns hormônios, como a adrenalina e noradrenalina. “São substâncias vasoconstritoras, ou seja, que estreitam as artérias, elevando a pressão arterial e a frequência cardíaca. Também acarretam alterações no batimento cardíaco, o que pode ser ainda mais grave naqueles com algum tipo de doença cardíaca”, explica o cardiologista do Pilar Hospital, em Curitiba (PR), José Carlos Tarastchuk. Por isso, combater o estresse é importante para melhorar não só a qualidade de vida, mas, também, para diminuir o risco de infartos. “Quando o estresse se torna crônico ele fica demasiadamente nocivo para o corpo humano e ele chega nesse ponto quando persiste por um maior período de tempo”, comenta o médico. Entre os sintomas ocasionados pelo estresse estão a pressão alta, a ansiedade, a depressão, doença do refluxo gástrico, problemas intestinais, dores de cabeça, AVC e infarto. “A persistência dos níveis elevados de pressão arterial pode levar, com o tempo, a um caso de insuficiência cardíaca, além do infarto. Mas, também, as consequências do estresse crônico podem causar bastante sofrimento, já que pode ocasionar sintomas semelhantes àqueles do infarto. As crises de ansiedade e pânico, por exemplo, podem provar sintomas como dores no peito, braço, dormência de membros e sensação iminente de morte, todos muito assemelhados a quem está sofrendo um infarto. Por isso, é importante sempre procurar imediatamente um Pronto Atendimento especializado, fazer os exames médicos para descartar um problema no coração e começar um atendimento personalizado buscando realmente salvar vidas. Estresse não é frescura e os sintomas devem ser tratados com seriedade”, reforça o cardiologista. Um atendimento multidisciplinar, nesses casos, será fundamental, pois não existe uma fórmula mágica para controlar o estresse. “É necessário corrigir a alimentação, a medicação, a prática de atividades físicas e lazer, além do atendimento emocional, visando melhorar a qualidade de vida do paciente como um todo. Mais importante: mudar o estilo de vida, com acompanhamento adequado pode salvar a vida de quem está sofrendo com estresse desajustado”, conclui. Manter os exames em dia é fundamental. Por isso, os pacientes podem contar com o Pronto Atendimento do Pilar Hospital 24h e realizar exames de imagem adicionais na CEDIP, que é um centro de exames e diagnósticos de Imagens, que conta com 31 anos de atuação e dispõe de uma das suas unidades ao lado do Pronto Atendimento do hospital.  

Consumo de medicamentos para emagrecer pode trazer prejuízos para a saúde em curto prazo

A endocrinologista do Pilar Hospital, em Curitiba (PR), Dra. Andressa Bornschein, fala sobre os riscos do consumo indiscriminado de medicamentos, sem orientação e acompanhamento médico.  No cenário atual é comum observar a busca pelo corpo perfeito, uma incansável luta contra o espelho fomentada ainda mais na última década pelo uso das redes sociais. Os brasileiros são os maiores consumidores de medicamentos para emagrecer na América Latina. De acordo com uma pesquisa da Nielsen Holding, o consumo no país representa 12% de toda região, enquanto apenas 4% das pessoas recorrem a esse método no Peru e Venezuela, por exemplo. A agência brasileira de vigilância sanitária - Anvisa - afirma que o alto consumo de remédios deste tipo no Brasil está associado à procura por tratamentos "milagrosos". E qualquer ideia de solução fácil ou milagrosa pode causar grandes riscos à saúde. A obesidade é uma doença provocada por vários fatores como hábitos de vida, genética, condições econômicas, contexto cultural, entre outros. Por isso, a orientação dos profissionais é ainda mais importante para que o uso de medicamentos não se torne apenas um paliativo e gere o efeito “sanfona”, que é quando o paciente engorda e emagrece muito ao longo da vida.     A endocrinologista do Pilar Hospital, em Curitiba (PR), Dra. Andressa Bornschein, fala sobre os riscos do consumo indiscriminado de medicamentos, sem orientação e acompanhamento médico. “Qualquer tipo de medicação deve apenas ser usada de acordo com a prescrição médica. Os anorexígenos, medicação usada normalmente para tratamentos de obesidade mórbida, não podem ser usados indiscriminadamente. Os riscos potenciais da ingestão deste tipo de medicamento podem ser até fatais. Na quase totalidade dos casos, quem decide tomar por conta própria inibidores de apetite voltará a ganhar o peso que perdeu e mesmo assim estará arriscando a causa danos ainda maiores à saúde”, relata. E o risco não está só relacionado ao consumo de medicamentos. Chás “emagrecedores”, laxantes e até mesmo sedativos são frequentemente usados para quem busca, desesperadamente, efeitos rápidos. “É importante salientar que o uso de uma série de substâncias não apresenta respaldo científico. Essa estratégia de uso, além de perigosa, não traz benefícios em longo prazo, fazendo com que o paciente retorne ao peso anterior ou até ganhe mais peso que o inicial. Nesse sentido, o mais correto seria uma mudança substancial do estilo de vida de cada um; apesar da facilidade e da promessa de resultados rápidos, os remédios para emagrecer trazem uma série de efeitos colaterais”, reforça a especialista. A obesidade é também um problema de saúde pública que ocorre, principalmente, em decorrência da má alimentação e falta de atividade física. Além disso, é fator de risco para diferentes comorbidades, como diabetes mellitus II e problemas cardiovasculares. Estima-se que mais de 50% da população brasileira encontra-se em sobrepeso e obesidade, 55,7%, segundo o Ministério da Saúde. A médica explica que apesar da existência dos medicamentos usados para emagrecer, alguns de livre acesso, deve-se ter o conhecimento também dos seus efeitos colaterais, por isso só se deve utilizar tais medicamentos em caso de obesidade, em que a saúde do paciente está comprometida pelo excesso de peso ou quando a adoção de uma alimentação mais saudável e a prática de exercícios físicos não mostrarem resultado na perda de peso. “Além disso, mesmo em tratamento medicamentoso para emagrecer é necessário ter uma alimentação balanceada e saudável, devendo ser usados por um período curto, para não provocar nenhum grau de dependência e com auxílio de profissionais qualificados”, completa. “Os medicamentos, quando indicados, contribuem de forma modesta e temporária para a perda de peso e nunca devem ser usados como única estratégica de tratamento. Vários destes medicamentos atuam no cérebro e podem provocar reações como nervosismo, insônia, aumento da pressão sanguínea, batimentos cardíacos acelerados, desidratação, boca seca, intestino preso, entre outros”, completa.

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