28/11/2014

Alzheimer

Com o aumento da expectativa de vida da população mundial nas últimas décadas, o Alzheimer se tornou um problema ainda mais temido. Estimativas apontam que existem cerca de 1,2 milhões de casos apenas no Brasil, muitos deles ainda sem diagnóstico. Hoje, a doença é a principal causa de demência, afetando principalmente indivíduos com mais de 60 anos.

Se houver diagnóstico precoce, as chances de retardar a evolução da doença e ter maior controle sobre os sintomas do Alzheimer aumentam.Tais atitudes garantem uma maior qualidade de vida ao paciente e à família.

A doença foi descrita pela primeira vez pelo médico Alois Alzheimer, em 1906. Até hoje, infelizmente, as razões pelas quais ela surge ainda não são conhecidas.

O Alzheimer, por definição, é a perda das funções cognitivas (como memória, orientação, atenção e linguagem), causadas pela morte de células do cérebro. Os danos ocorrem de maneira lenta, progressiva e não homogênea. O problema se agrava ao longo do tempo e prejudica o cérebro por inteiro em 10 anos. Ainda assim, na maioria dos casos, ele pode ser tratado.

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Apesar da doença não ser hereditária, pessoas com casos na família têm mais probabilidade de serem afetadas. A idade é um dos principais fatores, válido para qualquer tipo de pessoa: após os 65 anos de idade, e o risco dobra a cada 5 anos. Além disso, é necessário tomar cuidado caso tenha problemas com hipertensão, obesidade, diabetes, tabagismo e sedentarismo.

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Eles dependem da região afetada. Em geral, inicia-se pela memória, representando a fase mais complexa de reconhecimento, uma vez que esses sintomas podem ser confundidos com o processo normal de envelhecimento. Quando acomete a área do cérebro responsável pela linguagem, o resultado é a dificuldade para encontrar palavras e dar nomes a objetos. Dependendo da fase, há ainda o comprometimento do comportamento, em que são registradas situações de apatia, depressão e até agressividade.

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Caso suspeite que você ou alguém da sua família possa ter a doença, marque consulta com um Neurologista. Ele fará um teste das funções cognitivas e poderá pedir uma Ressonância Magnética ou uma Tomografia Computadorizada para excluir o diagnóstico de outras doenças que tenham sintomas similares. A partir dos resultados, o médico indicará os próximos passos para cuidar do caso da melhor forma possível.

Fontes: Associação Brasileira de Alzheimer, Instituto da Memória e Instituto Alzheimer Brasil.
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