30/07/2018

Bronquite

A inflamação dos brônquios (canais que levam o ar até os pulmões) recebe o nome genérico de bronquite, no entanto, se essa inflamação passa por um processo persistente ao longo dos anos, a doença passa a ser caracterizada como bronquite crônica.

A principal característica clínica da bronquite é o estreitamento dos brônquios e a produção aumentada de catarro, causando muita tosse e expectoração por um longo período de tempo.

O acometimento que se enquadra como uma manifestação de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) pode atingir pessoas de qualquer idade e provocar intensa dificuldade de respiração, impedindo o portador de realizar esforço físico e, em casos mais graves, levar até à morte por conta da falta de ar.

Fatores de risco

Embora possa atingir crianças e adultos, a bronquite pode se manifestar por conta de alguns fatores de risco principais: a exposição a substâncias tóxicas, infecções respiratórias recorrentes, sobretudo na infância, suscetibilidade individual e o tabagismo, responsável pela maior parte dos casos de bronquite.

Sintomas

Inicialmente, é comum que o paciente apresente tosse persistente com expectoração e uma leve falta de ar que vai progredindo com o passar dos dias. Muitas vezes esses sintomas são negligenciados pelo próprio paciente por achar que se trata de algo simples, uma indisposição passageira.

Porém, o agravamento do quadro é rápido e pode levar a crises que chegam a impossibilitar a pessoa de respirar corretamente, dificultando a realização de atividades simples do dia a dia e podendo evoluir para problemas mais sérios e levar até à morte.

Portanto, tosse com catarro persistente já há algumas semanas, cansaço incomum e chiado no peito, sobretudo à noite e ao praticar exercícios, são sinais de alerta para que o médico seja buscado para que o diagnóstico seja realizado o quanto antes.

Diagnóstico

Após avaliação clínica, em que o médico verifica os sintomas, possíveis fatores de risco e predisposição genética, a realização de exames é essencial para que a identificação da doença seja feita corretamente e o mais rápido possível.

Alguns dos exames para o aprofundamento da investigação da doença são: Espirometria (exame do pulmão em que se mede o fluxo de ar), Raio X de tórax e Bacterioscopia e cultura de escarro.

A bronquite quando chega ao estágio crônico não tem cura, mas possui tratamento e controle para que o paciente leve uma vida o mais próximo da normalidade possível.

Fontes: Governo do Brasil, Ministério da Saúde, Sociedade de Pediatria de São Paulo, Jornal Brasileiro de Pneumologia.

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