22/04/2015

Linfedema

O sistema linfático contém células que protegem o organismo de macromoléculas estranhas, vírus, bactérias e outros microorganismos, além de eliminar células alteradas e células velhas, principalmente as sanguíneas. Levando em conta a importância desse sistema para o corpo, é necessário alertar para um problema conhecido como Linfedema.

Também chamada de Linfopatia, essa é uma doença crônica que se manifesta pelo acúmulo de líquido intercelular de composição altamente proteica no tecido subcutâneo, localizado abaixo da pele. Ela é resultado da insuficiência da drenagem linfática por anomalidades congênitas ou adquiridas do sistema linfático.

Entre os fatores de risco que agridem o sistema linfático constam infecções, traumas, cirurgias, radioterapia, tumores (metástases ou invasões), insuficiência venosa crônica, micoses profundas e outros.

O linfedema prejudica as extremidades do corpo, na maioria membros inferiores. Nas fases iniciais da doença, podem aparecer inchaços (edemas), reversíveis após repouso. Já nos estágios mais avançados, há risco da pessoa ficar com elefantíase (deformidades da extremidade com alteração da forma).

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Por esse motivo, é muito importante que o diagnóstico precoce seja feito, com objetivo de evitar que graves alterações ocorram. Por meio de análise clínica e estudo de exames de imagens – como Tomografia Computadorizada e/ou Ressonância Magnética – solicitados, o especialista poderá avaliar a situação do paciente e sugerir o tratamento adequado.

Fontes: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular, Jornal Vascular Brasileiro e Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
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