30/08/2017

Mioma

O mioma é um tumor benigno formado por músculos do útero e que se desenvolve dentro ou fora do órgão. Ele pode ficar estável por anos e crescer em pouco tempo e, conforme aumenta, há o risco de alterar o formato do útero. A seguir, alguns dados sobre o problema:

[bsf-info-box icon=”Defaults-chevron-right” icon_size=”25″ icon_color=”#00599b” title=”Afeta, em média, 75% das mulheres.” title_font_size=”desktop:17px;” title_font_color=”#888888″ css_info_box=”.vc_custom_1626051224651{margin-top: -5px !important;}”][/bsf-info-box][bsf-info-box icon=”Defaults-chevron-right” icon_size=”25″ icon_color=”#00599b” title=”É a quinta causa mais frequente de internamento hospitalar por motivos ginecológicos não relacionados com gravidez em mulheres de 15 a 44 anos;” title_font_size=”desktop:17px;” title_font_color=”#888888″ css_info_box=”.vc_custom_1504105138683{margin-top: -10px !important;}”][/bsf-info-box][bsf-info-box icon=”Defaults-chevron-right” icon_size=”25″ icon_color=”#00599b” title=”Cerca de 20 a 40% dos casos ocorrem em idade reprodutiva, sendo, portanto, uma das causas mais comuns de morbidade nesta fase da vida.” title_font_size=”desktop:17px;” title_font_color=”#888888″ css_info_box=”.vc_custom_1626051288529{margin-top: -10px !important;}”][/bsf-info-box]
[bsf-info-box icon_size=”32″ title=”Causa e fatores de risco” title_font_size=”desktop:25px;” title_font_color=”#00599b”][/bsf-info-box]

Não há causa conhecida para o surgimento de miomas, mas acredita-se que os hormônios progesterona e estrogênio possam influenciar no desenvolvimento do tumor. Inclusive, na gestação, a tendência é que ele aumente; e na menopausa, com a queda da produção de hormônios, que ele diminua.

Os fatores de risco incluem idade (é mais frequente na faixa etária dos 40 aos 50 anos), se a mulher tem histórico familiar para o problema, a origem étnica dela e se ela está obesa.

[bsf-info-box icon_size=”32″ title=”Tipos de Mioma” title_font_size=”desktop:25px;” title_font_color=”#00599b”][/bsf-info-box]

Os tipos são classificados de acordo com a localização.

[bsf-info-box icon=”Defaults-chevron-down” icon_size=”25″ icon_color=”#00599b” title=”Intramurais” pos=”top” title_font_size=”desktop:18px;” title_font_color=”#00599b” desc_font_color=”#888888″]Surgem dentro da parede do útero. Em alguns casos, o tamanho pode acabar distorcendo a cavidade uterina e a superfície serosa.[/bsf-info-box]
[bsf-info-box icon=”Defaults-chevron-down” icon_size=”25″ icon_color=”#00599b” title=”Submucosos” pos=”top” title_font_size=”desktop:17px;” title_font_color=”#00599b” desc_font_color=”#888888″]Desenvolvem-se embaixo do endométrio e se formam a partir de células miometrais. Com frequência, crescem para a cavidade uterina.[/bsf-info-box]
[bsf-info-box icon=”Defaults-chevron-down” icon_size=”25″ icon_color=”#00599b” title=”Subserosos” pos=”top” title_font_size=”desktop:17px;” title_font_color=”#00599b” desc_font_color=”#888888″]Alojam-se na superfície serosa (camada exterior, superficial, do órgão).[/bsf-info-box]
[bsf-info-box icon=”Defaults-chevron-down” icon_size=”25″ icon_color=”#00599b” title=”Cervicais” pos=”top” title_font_size=”desktop:17px;” title_font_color=”#00599b” desc_font_color=”#888888″]Localizam-se na cervice uterina (colo do útero).[/bsf-info-box]
[bsf-info-box icon_size=”32″ title=”Sintomas” title_font_size=”desktop:25px;” title_font_color=”#00599b”][/bsf-info-box]

Muitas mulheres não apresentam sintomas; as que apresentam, costumam ter menstruação irregular (fluxo intenso) e prolongada, cólicas, sangramentos no intervalo entre períodos menstruais, dores abdominais, pélvicas e durante relações sexuais, e problemas urinários (infecções, cistite e outros). Como mencionado, há ainda o risco de infertilidade.

[bsf-info-box icon_size=”32″ title=”Diagnóstico” title_font_size=”desktop:25px;” title_font_color=”#00599b”][/bsf-info-box]

Geralmente, o mioma é identificado no exame ginecológico de toque, que é de rotina. Para confirmar e descobrir a quantidade, a localização e o tamanho do(s) tumor(es), podem ser solicitados uma Ultrassonografia transvaginal, uma Tomografia Computadorizada ou uma Ressonância Magnética.

Fontes: Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de SP (SOGESP), CRECI-RJ, Federação das Sociedade Portuguesas de Obstetrícia e Ginecologia, Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da UFRGS e Ministério da Saúde.
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