14/04/2021

Principais funções e descobertas dos médicos infectologistas

Essenciais para a saúde pública e para a prática da medicina, os médicos infectologistas estão sendo cada vez mais reconhecidos. Após mais de um ano de pandemia pela COVID-19, a população reconhece a importância desse profissional. Mas o que esse especialista realmente faz em seu dia a dia? Confira a seguir!

O que faz?

Especialistas em doenças infecciosas, os médicos infectologistas são responsáveis pelo diagnóstico, tratamento e prevenção de infecções causadas por parasitas, vírus, bactérias e fungos. Para que isso seja possível, esses profissionais possuem um amplo conhecimento sobre inúmeros medicamentos, especialmente antivirais, antibióticos, antifúngicos e antiparasitários, sabendo, inclusive, quais são os efeitos adversos que esses remédios podem causar.

Como é seu dia a dia?

Os médicos infectologistas geralmente atendem em consultórios, clínicas e hospitais. Requisitados para avaliar pacientes com doenças que ainda não foram diagnosticadas, esses profissionais analisam o quadro clínico completo para que possam oferecer o melhor tratamento possível.

Mas, mais do que isso, eles observam toda a amplitude da doença, compreendendo o paciente e onde ele se encontra, inclusive do ponto de vista social. Justamente por terem uma visão sistêmica da situação, muitos são convidados para se tornarem diretores de hospitais, por exemplo. 

Quais são suas especialidades?

Você já sabe que médicos infectologistas são especialistas em doenças parasitárias e infecciosas. Mas o que você talvez não saiba, é que eles também podem se aperfeiçoar em outros nichos, como:

  • Infecções hospitalares;
  • Infecções em pessoas que passaram por transplantes;
  • Epidemiologia;
  • Diagnóstico laboratorial;
  • Infectologia pediátrica;
  • Infecções sexualmente transmissíveis.

Quais doenças esse profissional trata?

Conforme citado anteriormente, os médicos infectologistas são responsáveis pelo tratamento de doenças causadas por vírus, bactérias, parasitas e outros micro-organismos. Dentre as mais comuns, estão:

  • Dengue;
  • Zika;
  • Chikungunya;
  • Febre amarela;
  • Meningite;
  • Pneumonia;
  • Micoses;
  • Aids;
  • Hepatite;
  • Herpes;
  • Gonorreia;
  • Sífilis;
  • Clamídia.

Principais desafios e descobertas

Devido à especialidade dos médicos infectologistas, esses profissionais estão entre os mais solicitados em casos de epidemias e pandemias. Alguns dos principais exemplos que podemos citar são os da febre amarela em São Paulo, os surtos de dengue, a Influenza H1N1 e, é claro, a pandemia causada pelo coronavírus

Nesse sentido, esses profissionais são requisitados por órgãos do governo para que indiquem planos de ação para conter essas doenças. Pelo mesmo motivo, muitos médicos infectologistas também são convidados para integrar governos estaduais e o próprio Ministério da Saúde.  

A importância desse profissional durante a pandemia do coronavírus

O primeiro caso oficial de covid-19 foi confirmado no Brasil em 25 de fevereiro de 2020. Essa infecção respiratória causou uma crise sanitária que já dura mais de um ano no país e no mundo. Mas apesar da presença da doença só ter sido confirmada em fevereiro, já se sabe que ela chegou ao país antes disso. E, inclusive, algumas instituições já se preparavam desde janeiro do ano passado para a chegada do vírus.

Hoje, com as vacinas já sendo aplicadas em parte da população, é possível ver o fim da pandemia em um futuro não tão próximo. Porém, é fundamental destacar a importância dos médicos infectologistas e demais membros das equipes multidisciplinares no tratamento dos pacientes.

Em um contexto de grande desgaste físico e emocional, esses profissionais travaram verdadeiras batalhas contra uma doença nova e praticamente desconhecida. Incontáveis estudos foram realizados para que fosse possível criar testes, descobrir as melhores formas de tratamento e produzir vacinas em tempo recorde. Todo esse esforço tem dois objetivos específicos: garantir um tratamento de qualidade para todos os pacientes e conter o avanço da doença
Agora que você já sabe o que fazem e qual é a importância dos médicos infectologistas, clique aqui e saiba mais sobre a CEDIP.

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